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Treinamento a distância para revisores de textos

As últimas décadas viram mudanças significativas em todas as áreas da vida, não sendo diferente no que toca à revisão de textos e à formação dos revisores.

O desenvolvimento tecnológico abriu novo mundo de oportunidades que, por sua vez, levou a novas sendas na comunicação humana. Esse desenvolvimento afeta nossa maneira de pensar e, claro, transforma os serviços de produção e revisão de textos – inclusive quanto aos textos científicos mais importantes, as teses e as dissertações. Isso significou também que a formação do revisor de textos teve que se adaptar às mudanças e às novas expectativas do treinamento. Um bom exemplo de adaptação a essas novas expectativas é a introdução de ensino a distância (EAD) na formação de revisores.

A evolução dos serviços de revisão de textos

A tecnologia da informação e os serviços de revisão acadêmica

As mudanças na tecnologia impactaram a profissão de revisor de textos de diferentes maneiras, com a revisão em si passando por mudanças bastante significativas. Embora os jovens ingressantes no mercado de trabalho mal saibam como é trabalhar com papel e caneta, há algumas décadas, esse método de trabalho demorado era o único imaginável no campo da revisão de textos. O revisor levava dias entre receber o texto depois de discutir o trabalho com o cliente, fazer as primeiras leituras e intervenções, enviá-lo de volta, receber a versão reescrita, revisar de novo manualmente e reenviar mais uma vez ao autor. Os revisores tendiam a trabalhar sozinhos e pesquisavam terminologia ou outras questões na biblioteca.
Formar um revisor de textos implica usar todos os meios disponíveis e mais alguns.
Formar um revisor de textos requer
muito treinamento e esforço.
A disseminação de computadores pessoais na década de 1980, no entanto, fez com que a formatação de revisores e a revisão de textos se tornassem significativamente mais fáceis com a ajuda do software de processamento de texto, assim como os programas de e-mail aceleraram o processo de envio de revisões de volta para o cliente. Hoje, a principal fonte de pesquisa dos revisores é a internet.
Esse desenvolvimento acelerou significativamente o processo de revisão e fez surgirem novas oportunidades para os revisores cooperarem entre si. Como resultado dessas mudanças, os revisores trabalham cada vez mais rapidamente e são capazes de concluir tarefas de revisão maiores, trabalhando em conjunto na forma de um projeto on-line.
Os revisores de textos experimentaram várias mudanças em sua profissão. A primeira grande revolução tecnológica no mundo da revisão foi a possibilidade de revisar na tela do computador, a mais recente é a possibilidade da revisão simultânea: vários revisores trabalhando concomitantemente em um mesmo texto, geralmente longo. Outros desenvolvimentos tecnológicos melhoraram principalmente o equipamento e as condições comunicação on-line. Laptops e tablets entraram nos escritórios e nos lares, fornecendo uma maneira mais conveniente os revisores revisarem documentos relevantes.

Videoconferência e revisão remota

Os avanços na renderização em tempo real de vídeo e áudio significam que projetos de revisão estão sendo organizados sem a necessidade de os participantes estarem fisicamente juntos no local da reunião de planejamento ou de estudos. Graças a programas como o Skype e a sites como o Zoom, a videoconferência se generalizou e hoje revisores em locais distintos interagem e discutem entre si um projeto, ou acompanham com o cliente a reescrita e as considerações sobre as interferências propostas no texto.
Há basicamente dois tipos de revisão de longa distância. A revisão remota (RR) é a situação de revisão de textos em que o revisor não recebe o texto e trabalha nele sozinho ou com a equipe de revisores, mas interage diretamente com o cliente durante a produção do texto, revisando partes concluídas e colaborando na reescrita. Teoricamente, a RR permite que o revisor participe da produção do texto mesmo estando localizado em outro país, o que possibilita que seu cliente reduza as despesas e acelere o processo da escrita.
A revisão colegiada é uma forma de revisão em que os revisores trabalham em grupo, dividindo entre si as “camadas” da revisão, os segmentos do texto e a responsabilidade. Nessa forma de revisão, cada revisor tem uma tarefa específica, mas todos agem interferindo em tempo real sobre o mesmo texto, a revisão colegiada (RC) é frequentemente usada em situações de revisão de textos muito longos; livros, teses ou dissertações podem demandar a intervenção da revisão em equipe. Mas essa forma de revisão também é usada em outras áreas. A RC também é usada no mundo dos negócios, para facilitar a comunicação entre os diversos autores do texto institucional.
Também é possível combinar RC e RR. Nesse caso, os autores e revisores estão em locais diferentes eventualmente trabalhando em grupos no local da escrita e naquele da revisão. Qualquer que seja a forma de revisão de textos a distância, todas elas permitem comunicação de várias vias, revisão consecutiva e simultânea, revisão de colegiada, revisão bilateral ou revisão em tempo real.
Estamos falando sobre as vantagens da revisão a distância, no entanto, a comunidade de revisores ainda têm muitas dúvidas sobre essas duas novas formas de trabalho e são bem poucos os que se aventuram nela – o fato é que os revisores sempre andaram em passos mais lentos que os do avanço tecnológico: revisores costumam ser conservadores em mais de um aspecto. Um dos primeiros questionamentos para a revisão em tela era a falta de materialidade a que os revisores estavam habituados. A tela na frente do revisor fornece apenas uma visão restrita do documento e não pode ser manuseada e rabiscada (só que pode, a seu modo). Mesmo que haja vários recursos editoriais disponíveis para o revisor (por exemplo, corretores ortográficos, dicionários eletrônicos, bancos de dados, houve bastante resistência a revisar o textos diretamente no computador, a princípio, e ainda há alguma – mas em fase terminal.
O modelo de esforço de Gile, aplicado à revisão, sugere que o revisor tem um suprimento limitado de energia mental para o processo de revisão e que ele divide esse suprimento entre as três etapas do processo: leitura e análise, memória e intervenção. Se o revisor precisar consumir mais energia que o de costume em um determinado estágio, isso drena energia das outras fases.
O modelo cognitivo de Setton sugere que o revisor cria um modelo mental do evento de revisão, consistindo das informações verbais fornecidas pelo texto, bem como das informações que o revisor coleta; o conhecimento geral do revisor, o conhecimento amealhado durante a leitura do próprio texto em trabalho; os pontos de ligação entre o conteúdo daquele texto com outros trabalhos anteriores do mesmo e de outros autores, além de tudo o que o revisor pode concluir das informações coletadas – inferências e sínteses. É o produto desse arcabouço e modelo mental que o revisor converte em interferência no texto.
Com base em tudo isso, podemos assumir que a quantidade limitada de recursos disponíveis para o revisor dificulta a construção e operação desse modelo, o que corresponde essencialmente à fase de leitura e análise do modelo de Gile. Isso reduz a energia disponível para a fase de interferência, e é por isso que os revisores podem se sentir mais exaustos e que seu desempenho seja mais baixo que o normal quando não tiveram imputes suficientes nas fases prévias. Isso pode corresponder a deficiências de formação linguística ou do treinamento como revisores. Nesse sentido, apontamos o EAD como via para suprir as deficiências que drenem energia das fases de litura e análise.

Mudanças na formação de revisores

O desenvolvimento da tecnologia da informação e comunicação também levou ao acesso a novas ferramentas para os instrutores de revisores de textos: eles obtiveram acesso a mais recursos e aparato tecnológico incrementado, criando metodologias de ensino e aprendizagem a distância. Como foi o caso em todos os campos, a educação também reconheceu as oportunidades oferecidas pela comunicação online. Essas oportunidades trouxeram o conceito de aprendizado virtual on-line, o ensino a distância (EAD) da era da informática, também conhecido como e-learning. EAD é hoje uma forma de treinamento na qual a TI desempenha papel crucial. As necessidades técnicas do EAD agora são supridas em quase todos os lugares e o equipamento necessário não só e acessível como está no rol dos recursos imprescindíveis a quase toda a atividade intelectual. O EAD elimina as despesas de viagem e acomodação do aluno ou do professor, permite que um público mais amplo participe de vários cursos de treinamento, proporciona oportunidades iguais para mais pessoas. Hoje, o material dos cursos pode ser enviado quase para qualquer lugar, assim como o ambiente de aprendizado virtual pode ser interessante e motivador.
Os métodos de EAD podem ser divididos em duas categorias: métodos síncronos e assíncronos. As aulas assíncronas não exigem que o aluno e o professor estejam no mesmo local ou online ao mesmo tempo. Este tipo de aula oferece opções de agendamento favoráveis para o estudante ou aprendiz, mas também envolve menos comunicação interpessoal. Os métodos assíncronos incluem o uso de e-books, material e planilhas interativas on-line, e-mails, quadros de mensagens, boletins ou vídeos educacionais.
Nas aulas síncronas, o revisor sênior e o revisor em treinamento estão em locais diferentes, mas precisam estar online ao mesmo tempo. Essas classes são vantajosas porque são mais interativas e facilitam a comunicação pessoal, todavia, estão sujeitas a restrições de tempo e de coincidência de agendas. Essas aulas não permitem que os alunos sigam seus próprios horários individuais. Os métodos síncronos envolvem consultas por telefone, videoconferência, bate-papo e seminários on-line, seminários e chamadas interativa ao vivo. A videoconferência também pertence a essa categoria.
Embora essas novas metodologias de ensino atendam a várias demandas recentes, elas também têm suas desvantagens. A aprendizagem experiencial está se tornando cada vez mais importante na educação e nem todos os tipos de educação a distância podem oferecer aos alunos a oportunidade para a aprendizagem experiencial. Posto que um dos objetivos do treinamento é ensinar a usar a tecnologia moderna, lidando com as distâncias em ambientes virtuais de aprendizado, o aprendizado experimental é feito na forma de aprender a lidar com essas ferramentas virtuais. No entanto, seria errado subestimar os pontos fortes da aprendizagem presencial, pois é nesse tipo de ambiente de aprendizagem que melhor se exerce a dinâmica do grupo, possibilitando construir relacionamentos e aprender uns com os outros mais intensamente. É por isso que as aulas virtuais geralmente não são alternativa ao aprendizado em sala de aula, constituindo tão somente formas complementares de treinamento. Combinar as vantagens dos dois métodos é o que é conhecido como aprendizado misto – mas nem sempre se pode alcançar o melhor dos dois mundos.
Cabe assinalar que, tanto o aprendizado a distância quando o presencial, para o revisor de textos (bem como em muitos outros campos da transmissão de conhecimento), se revestem de elevada carga de exercícios práticos e de atuação efetiva como revisor em treinamento. A lição é que se aprende fazendo e nenhuma tecnologia ou metodologia de ensino substitui a atuação efetiva. A via tecnológica é apenas um novo canal para conhecimentos e práticas que estão muito bem consolidadas em décadas de exercício do ofício.

Mudanças no treinamento de revisores

O treinamento para revisores foi orientado para a prática desde sempre. As aulas sempre tentaram fornecer algum tipo de simulação precisa de situações reais de revisão. Na maioria das vezes, ter pequeno número de aulas teóricas de revisão pretendia levar os alunos a mergulhar conscientemente no processo de revisão, apontar os vários problemas que poderiam surgir e incentivá-los a refletir sobre seu trabalho. Os alunos precisam continuamente fazer esforços conscientes para entender por que aprendem, o que aprendem e como aprendem, além de incorporar seus colegas nesse processo de aprendizagem. Eles precisam planejar seu progresso com antecedência e devem constantemente revisá-lo e avaliá-lo. Os alunos devem refletir sobre o progresso de seus colegas da mesma maneira. Nesse sentido, o trabalho presencial também prepara os alunos para o esforço fora da sala de aula que eles precisam colocar em seu aprendizado a distância.
Os avanços tecnológicos não alteraram os princípios básicos do treinamento de revisores. Novas ferramentas de ensino foram adicionadas às já existentes, mas, em vez de substituí-las, as novas ferramentas as complementaram. Juntos, os diferentes métodos levaram ao aprendizado combinado para os alunos: enquanto continuavam a frequentar as aulas, os alunos podiam testar a si mesmos em ambientes virtuais.
O principal aspecto da tecnologia moderna que pode ajudar os alunos é a ampla disponibilidade de novas formas de comunicação, o que também levou à quantidade crescente de textos disponíveis em arquivos editáveis que os alunos podem usar para praticar a revisão. Essas novas ferramentas de comunicação permitem que os alunos criem seus próprios arquivos de trabalho, salvando seus textos e voltando a eles de tempos em tempos, bem como fazer o mesmo com trabalhos de colegas ou de professores.
Os métodos assíncronos expandiram a maneira pela qual os alunos podem se preparar para as aulas. Os métodos síncronos também são adequados para ajudar os alunos a praticar em um ambiente virtual. O conceito de classes virtuais é um exemplo desses métodos.
A classe virtual basicamente simula uma situação de revisão hipotética. Nas aulas virtuais, os alunos podem acompanhar em uma tela o processo de revisão sendo feito por um professor ou por uma equipe de alunos, por exemplo, para que possam analisar simultaneamente ou consecutivamente as interferências, dependendo das condições da aula. Como em situações da vida real, no caso de revisão consecutiva, os alunos têm a chance de pedir esclarecimentos ao professor, se necessário, também podendo incorporar a comunicação entre os colegas. Os alunos recebem feedback do revisor sênior ou do professor sobre seu desempenho – em tempo real ou ao cabo de uma tarefa.
As aulas virtuais incorporam a realidade do mercado ao treinamento de revisores e atendem às necessidades dos alunos. Se o uso de equipamento de videoconferência for incorporado ao treinamento de revisores, os alunos não apenas terão a chance de conhecer como o equipamento de videoconferência funciona, como também terão a oportunidade de conhecer novas pessoas.
Outro aspecto positivo das aulas virtuais é que os alunos experimentam grande variedade de estilos, gêneros textuais e assuntos. Os colegas que contribuem para as aulas virtuais não apenas agregam com seu discurso, mas também com sua metodologia, sua experiência e contínuo feedback.
Por fim, é importante observar que a oferta de aulas virtuais pode fortalecer a cooperação entre entidades parceiras e instituições interessadas no treinamento de revisores, o que pode ser benéfico para a casa editora e para o de treinamento dos alunos.

Incorporando técnicas virtuais ao treinamento de revisores

Existem certas condições técnicas que precisam ser atendidas para que se organizem aulas virtuais. Não examinamos aqui todos esses requisitos, mas concentramo-nos em questões práticas importantes do ponto de vista da revisão para alunos e professores. As videoconferências em que podemos incluir grupos de estudantes são fáceis de organizar nessa era da internet de banda larga. No entanto, os parceiros da instituição de treinamento podem insistir em usar estritamente o equipamento de videoconferência por razões de segurança. Uma vantagem do uso desse equipamento é que ele geralmente vem com telas grandes, porque é importante manter a alta qualidade da imagem durante a videoconferência. Para garantir a melhor qualidade de imagem possível, é importante garantir que a câmera seja colocada no local certo, assim como é importante prestar atenção à iluminação e observar em qual direção a luz natural entra na sala. Se, por exemplo, houver uma janela atrás dos participantes, é melhor fechar as cortinas para que o parceiro do outro lado da teleconferência tenha melhor visibilidade. Em termos de qualidade do som, o requisito mais importante é que o microfone possa transmitir a voz de cada participante. Também é importante remover o eco do sinal de áudio transmitido (cancelamento de eco). Se necessário, devemos usar o botão mudo em nossos microfones quando não houver ninguém falando do nosso lado da chamada.
Antes de usar o equipamento de videoconferência, vale a pena testá-lo para garantir que os dois lados possam estabelecer uma conexão fluida. Além disso, também é importante testar os assentos e o posicionamento da câmera e do microfone para obter a melhor qualidade de imagem e som. Se possível e se o posicionamento das câmeras e microfones permitir, devemos tentar organizar os assentos da maneira que seria na vida real.
Depois de discutirmos as questões organizacionais, vamos ver a melhor maneira de incorporar aulas virtuais ao treinamento de revisores. Não há muito sentido em programar aulas virtuais no início do curso de treinamento, pois ele apresenta ainda mais desafios que a revisão tradicional.
Há outro fator importante nas aulas virtuais: estresse. A maioria dos estudantes sente que há mais atenção direcionada a eles nas aulas virtuais, gerando níveis mais altos de estresse. A maioria desses desafios pressionaria demais os alunos iniciantes de revisão e podemos assumir que eles absorverão muito melhor as diferenças entre aulas virtuais e tradicionais se já tiverem adquirido experiência em treinamento presencial de revisão quando tentarem aprender por EAD.
Uma vantagem importante das aulas virtuais para os alunos é que elas permitem que eles vivenciem configurações de revisão mais formais que a sala de aula, conheçam mais sobre as expectativas das instituições e dos clientes, mas existem inúmeras competências de revisor que não podem ser desenvolvidas por meio de aulas virtuais. Os alunos precisam aprender a se preparar para fazer as interferências nos textos alheios; pesquisar um determinado tópico, que tipos de fontes usar e como selecionar as principais informações dessas fontes, além da necessidade de desenvolver habilidades de aprendizado social. Eles precisam aprender como fazer as perguntas certas e como cooperar entre si e com seus instrutores. Eles devem aprender a conversar com seus futuros clientes, como dar feedback aos colegas e como definir objetivos comuns. Sobretudo, é necessário aprender a justificar cada interferência feita, é necessário apresentar a justificativa tanto em termos técnicos, quando da discussão entre os pares revisores, quanto é necessário saber apresentar a justificativa para o autor que, provavelmente, não será um linguista. As aulas virtuais oferecem excelentes oportunidades para desenvolver essas habilidades.

Em síntese

A comunicação humana foi fundamentalmente alterada pela tecnologia moderna que, naturalmente, também impactou o mundo dos serviços de idiomas, dentre os quais os serviços de revisão de textos. Os trabalhos de revisão exigem cada vez mais cooperação entre revisores que, também, devem trabalhar cada vez mais rapidamente, o que eles não seriam capazes de fazer se não fossem as modernas tecnologias de comunicação. No mundo da revisão, a disseminação dessas novas tecnologias levou ao aumento da revisão remota e da revisão colegiada. Essas novas formas de revisão agora são onipresentes no mercado dos textos, portanto, devem ser incorporadas ao treinamento de revisores na forma de aulas virtuais. O uso de modernas tecnologias de comunicação, no entanto, apenas produz os resultados desejados no treinamento de revisores se estivermos cientes de suas vantagens e limites e se não perdermos de vista as competências de revisores que não podem ser desenvolvidas apenas por meio de aulas virtuais. É crucial não ignorarmos o poder inerente ao aprendizado em sala de aula, pois, combinando as vantagens das aulas virtuais e tradicionais, podemos oferecer aos revisores em formação um ambiente de aprendizado combinado e otimizado.
Inspirado por Seresi in Horváth.

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