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Revisão e produção de textos científicos

Revisão associada à produção de textos.

Propostas teóricas recentes sobre a revisão de textos revelam uma nova mudança de perspectiva na atividade, agregando a contribuição no processo de redação.

Por muito tempo, a revisão foi concebida essencialmente como atividade para planejamento e controle inferiores do texto, envolvendo o projeto e desenvolvimento da redação de textos científicos, técnicos ou criativos mais longos. Hoje, ela passa a ser considerada subsidio ao processo redacional alcançando os níveis de legibilidade do texto escrito. A nova proposta é passar da interferência no produto ao subsídio à produção, o que estamos chamando de revisão associada.
O revisor é tão especialista no texto quanto o autor de uma tese no conteúdo sobre o qual ele escreve.
A revisão de textos é processo tão  técnico e envolve tanto conhecimento quanto a atividade de investigação ou produção técnica ou científica.
A intensão da revisão associada é colaborar na produção escrita do ponto de vista da trama textual, desde a concepção inicial da estrutura e durante toda a escrita. Melhorar durante a produção alcança melhores resultados que corrigir ou aperfeiçoar depois. Assim posto, parece muito óbvio, mas não é o que foi feito até agora.
As atividades de revisão do texto e da sua melhoria com o trabalho concluso, quando eram requeridas à moda antiga, são bastante conhecidas; quando se trata de identificar maneiras de subsidiar textos em produção, utilizando diferentes estratégias e operações de revisão (revisão, reescrita, definir o problema, adiar, ignorar, interferir) aplicadas a textos em construção, acadêmicos em especial, são a novidade.
Quando a proposta é de revisão associada a autores em processo de produção de seu próprio texto, é a contribuição da revisão durante o processo de produção de texto que está em tela. Com efeito, os autores podem usar a revisão como meio de influenciar e controlar a sequência de sua produção, pela interação da revisão com os processos de planejamento envolvidos e nas metas de programação que podem ajudar a alcançar os objetivos. A revisão associada aos processos de planejamento e produção do texto propícia o sucesso do processo redacional ao permitir que os objetivos dos autores se foquem na atividade de produção escrita em si, focando conteúdo em detrimento da forma, pois esta não é de seu domínio pleno ou está fora da pauta.
A divulgação das propostas de interação entre revisores associados e autores no processo de redação é necessária em benefício de autores, de revisores e em proveito do objeto, o texto. O uso de revisão costuma ser interpretado como o resultado de uma falha de planejamento ou antecipação de problemas no decurso da composição do texto, o que atualmente nos parece claro equívoco. A possibilidade de contribuição da revisão de textos associada para a produção escrita ainda é pouco conhecida e a apresentação dessa interação produtiva é necessária para que os eventuais beneficiários do processo possam fazer uso dela.
A meta para a divulgação da revisão de texto com tal enfoque seria levar o público potencial, estudantes de mestrado e doutorado, por exemplo, a entender melhor as interações entre diferentes processos redacionais e revisionais implicados, tais como as análises e sínteses, a composição textual nos níveis léxico, sintático, pragmático. Note-se que a aplicação de estratégias de revisão associada utilizadas para subsidiar a produção de um texto acadêmico, assim como as estratégias de escrita implementadas para produzir o próprio texto, atualmente não fornecem mais que contribuição fragmentárias e, quando há tais contribuições, elas são do domínio do linguista, rarissimamente dos beneficiários que seriam os autores. É bom ressaltar que, mesmo com a intervenção do revisor durante o processo de escrita, o controle que os redatores de teses e seus orientadores, por exemplo, mantêm tanto em sua atividade científica quando redacional, permanece incólume.
O objetivo de elucidar a interação autor-revisor deve ser distinguir as funções de antecipação e verificação da produção e integração do controle sobre o produto durante sua construção. Também deve-se levar em conta a relação entre o processo e planejamento, o tipo de intervenção na revisão (sugestiva ou resolutiva) e o ônus dessa interferência no processo cognitivo. Nesse sentido, as contribuições da revisão propiciam o desenvolvimento de um método que permite aos envolvidos, autores e revisores, projetar uma ou duas etapas de realimentação que incluam o projeto macro estrutural do texto, o design gráfico, a referenciação e as indexações em paralelo ao planejamento da redação ou da revisão. Atualmente, são raros os casos em que os autores fazem o planejamento do texto e uso de revisão simultaneamente. O objetivo das interações propostas deve ser o de identificar e divulgar melhor essas ativações simultâneas de processos que poderiam ser instalados com a assessoria de expertise na produção escrita, apresentando a potencialidade da revisão associada aos eventuais clientes.
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Outra questão importante na implantação dessa expertise redacional, entendida como subsídio e capacitação sustentável aos processos de trabalho redacional, visando redução de tempo na produção e otimização dos recursos, inclusive financeiros, pelo uso colaborativo das experiências recíprocas, há de ser assegurar que o procedimento não cause constrangimento a escritores novatos ou ciumentos de seu texto. A proposta é estabelecer um processo de revisão e avaliação da produção em tempo real, e não como é geralmente o caso, todo o conjunto do texto depois de concluído, direcionando os revisores a alocar recursos técnicos para as várias operações da produção textual, de acordo com a sua natureza e o nível de linguagem relacionada a ela. A ação concomitante da revisão associada propicia agregar qualidade aos textos, pois a eficiência é característica de ação de especialista.
Os estudantes de pós-graduação tenderão a emprestar mais consistência a seus argumentos quando elaborarem os textos submetendo a atividade redacional ao processo de revisão associada. Atividades complexas de controle de produção textual são efetuadas por meio de análise e reflexão sobre o texto durante repetidos contatos com a revisão, adquirindo características de aprendizagem da produção de trabalhos longos como as teses e dissertações. Mais que a aplicação de modalidades de aprendizagem naqueles textos, levando ao aumento de controle qualitativo de sua produção, consideram-se também nas revisões associadas as condições externas que também interferem na manutenção do controle planejado da redação. Ninguém trabalha em condições ideais, via de regra, e os recursos existentes, devem ser otimizados, quer seja a questão de prazos, quer sejam os recursos financeiros, quer quaisquer outros fatores.
Os trabalhos ligados à produção escrita, incluindo os de redação, revisão e avaliação utilizados nas instituições ou para elas, destinam-se à avaliação da aprendizagem ou publicitação da produção de conhecimento implicados, muitas vezes tal fator indissociável afeta os níveis mais superficiais da produção escrita, causando bloqueios. O treinamento sistemático advindo da revisão associada pode reduzir tais bloqueios até pela projeção do resultado, minorando o custo e liberando recursos (principalmente intelectuais) para a operação dos processos redacionais de alto nível (a transmissão da informação em si). A meta para os revisores associados, então, é articular tarefas de formação e informação para os processos de baixo nível (o texto como mídia), liberando os autores para o processo de controle de alto nível da execução, incluindo processos metacognitivos.

Aspectos da revisão de textos acadêmicos

Alguns aspectos nunca são explicados em excesso: Como é a revisão do texto acadêmico? O que vai ser modificado? Como é o acompanhamento pelo autor? O prazo será suficiente?
No texto relativo a um projeto acadêmico, quer seja um artigo científico ou a resenha de um livro, até as últimas teses da hierarquia acadêmica, as de concurso para professor titular ou livre-docência, o revisor interfere preferencialmente quando o texto todo está concluído, isso lhe dá mais flexibilidade em seu trabalho, otimiza o tempo e agrega qualidade pela uniformidade de critérios e pela compreensão da macroestrutura textual. É necessário que o texto já esteja aprovado pelo orientador, quando houver, para que não haja conflitos de versões entre os arquivos trabalhados pelo revisor e aqueles que transitam entre autor e orientador. O revisor vai interferir usando o recurso Controle Alterações do Word, o que permitirá ao autor manter total ciência das alterações que forem feitas e interagir com a equipe de revisão, discutindo e determinando sua preferência e interpretação autêntica.

Revisão e formatação do texto acadêmico podem e devem ser feitas pela mesma equipe.

Dependendo do estado do texto e das expectativas do cliente, a revisão pode ser realizada mais superficialmente, mesmo limitando-se aos aspectos “mecânicos” do texto (ortografia, sintaxe frasal, pontuação), com o mínimo de intervenções, ou até levar à reformulação do texto, com reestruturação de parágrafos e mesmo da ordem dos capítulos.
Há também uma revisão que ocorre após o layout de um texto, ou mesmo após a impressão – chamada revisão de prova. Quando se trata dos trabalhos acadêmicos, o mais comum é que a mesma equipe que revisa faz a formatação: processo que conjuga o design e a composição. Essa característica reduz custos, diminui custos e resulta em ganho de tempo.

O revisor pode trabalhar em três formatos:

  1. no texto em formato digital, mantendo o controle das alterações – o que resulta em enorme ganho de tempo e mesmo em qualidade; 
  2. num arquivo impresso, o que pode dar visibilidade a alguns aspectos mais que no processo eletrônico, mas o processo é mais oneroso e lento;
  3. primeiro no arquivo digital, pelo mesmo processo anterior, e depois em papel – esse processo duplo é o mais oneroso dos três e requer muito mais tempo, mas é aquele que produz os melhores resultados.
O custo da revisão dupla (na tela e no impresso) é virtualmente proibitivo para a maioria dos clientes de textos acadêmicos e pessoas físicas de um modo geral, assim mesmo com a revisão em papel simplesmente, em franco desuso.
Todas as intervenções além daquelas decorrentes de falhas mecânicas (erros de digitação, de cópia e cola e de reescrituras) devem, idealmente, ser conferidos pelo autor, que as aprova ou recusa – cabendo ainda a discussão em autores e revisores quando couber. Isso dificilmente ocorre nas teses, mais em função do fator tempo de que o autor normalmente não dispõe. Para suprir essa deficiência, cabe ao autor acompanhar o trabalho da revisão, desde o início e balizar as interferências segundo sua preferência, dando ao revisor parâmetros para as intervenções ao longo do texto.

Em todos os casos e com a maior atenção, a revisão acompanha os seguintes pontos: 

  • abreviações, símbolos e siglas;
  • alinhamentos: Justificação, espaçamento, linhas órfãs e viúvas, rios, margens, 
  • ambiguidades;
  • citações, epígrafes, equações e fórmulas matemáticas;
  • coerência de parágrafos a capítulos; 
  • conectores necessários, repetitivos, ou em excesso; 
  • construções sintáticas (sentenças, preposições, conjunções, a ordem de elementos); 
  • espaços duplos e simples: entre as palavras e os sinais de pontuação;
  • forma de apóstrofos, aspas, ligaduras;
  • gramática (ortografia, pontuação, sintaxe...); 
  • itálico, negrito, caixa alta, versalete.
  • maiúsculas e minúsculas;
  • mudanças de fontes (família e tamanho);
  • números e numerais;
  • pronomes de tratamento e uniformidade dos antropônimos;
  • seções diferentes e correspondentes;
  • separações e divisões de palavras e sílabas processadas automaticamente; 
  • sinais gráficos: hifens, travessões, parênteses, aspas, barras; 
  • tabelas, gráficos, figuras, legendas;
  • títulos e subtítulos;
  • uniformidade de estilo e registro;
  • visão de conjunto;
  • vocabulário (impropriedades, parônimos, regionalismos, arcaísmos, estrangeirismos).
Os revisores vão verificar ainda a existência de cada um dos textos anunciados, se todos arquivos, anexos e ilustrações foram inseridos, se tudo que está presente está coerente: dedicatórias, índices, sumários, resumo (talvez mais de uma língua), diagramas, tabelas, apêndices, bibliografia. Os revisores chamarão a atenção dos autores para pontos ambíguos e explicarão as interferências que possam gera questionamento pelo autor.

Quando se trata de fazermos a revisão e a formatação, há ainda outros pontos:

  • O envio de textos e as normas
  • Os textos serão enviados ao cliente, quando for feita a formatação, segundo a norma prescrita pelo cliente e os manuais da instituição ou publicação a que o texto é destinado
  • Programação visual
  • Será proposta uma programação visual (layout, design gráfico, fontes, tamanhos) a ser aprovado pelo cliente, e sempre subordinada à norma indicada.
  • A impressão
  • Sugerimos que o cliente imprima seu texto sempre a partir de um arquivo Adobe (PDF) que também enviamos, por ser maior a garantia de que não haverá problemas de configuração diferentes entre as versões do Word
  • Continuidade

A atuação do revisor de textos científicos

Como somos exclusivamente revisores, dedicamos atenção integral a cada serviço contratado, em imersão que nos permite conhecer o texto e dar uniformidade a todas suas seções.

A função básica tradicional do revisor profissional de textos era ler o texto à procura de incorreções, atuando como um fiscal da língua e da linguagem. Ele devia corrigir erros sintáticos, ortográficos e de pontuação, além de adequar melhor os recursos linguísticos. Seria também responsável pela leitura do texto final impresso, comparando-o com o seu respectivo original. 

O texto técnico requer revisão feita por um revisor profissional.

Mas além desta função básica de tratar de incorreções ortográficas e gramaticais, o revisor tem que estar apto a trabalhar com textos de diferentes tipos e gêneros, sendo hábil em confrontá-los e em diferenciar os diferentes registros de língua empregados em cada especificidade. Ele deve saber fazer a transposição de um registro linguístico para outro, de um gênero para outro, atentando para os efeitos de sentido que a pertinência ou não do registro de língua usado pode provocar e observando que é o contexto que define o gênero do texto a ser utilizado, bem como o nível de língua mais apropriado.
O serviço de revisão é algo extremamente importante nas mais diversas áreas que primam pela qualidade do serviço. Além de ser apresentado sem erros básicos de ortografia e concordância, é necessário que o texto seja coerente. Estes dois aspectos textuais – microestrutura e macroestrutura – retratam a qualidade de um texto. A leitura detalhada de um manual por parte de alguém que não tenha participado da sua elaboração pode detectar mais facilmente possíveis incoerências e ambiguidades que tenham passado despercebidas pelo autor. Na revisão, não é fundamental o conhecimento técnico do assunto. Dessa forma, na revisão macroestrutural do texto, o revisor pode não possuir o conhecimento enciclopédico do assunto, mas, ainda assim, tornar claros os conceitos ou instruções abordados no manual em questão. O que acontece, normalmente, é que o revisor não possui o conhecimento enciclopédico, mas o linguístico.
A revisão do texto científico, num sentido lato, começa com o próprio autor – no sentido próprio, revisão requer alteridade: que seja feita por outra pessoa, sempre que possível um profissional. Escrever implica reescrever um texto quantas vezes for necessário, como faziam os grandes escritores do tempo do lápis e da borracha ou das velhas máquinas de escrever. Muita coisa se modifica no curso das versões sucessivamente melhoradas. Mesmo assim, o revisor profissional deve revisar os textos. Ante um erro ou uma ambiguidade, o leitor não saberá se se trata de uma revisão que deixou de ser feita ou de uma falha no raciocínio ou nos procedimentos do autor.

"Um trabalho medíocre não passará a ser bom na fase de revisão; mas um trabalho, por excelente que seja, não sobrevive a uma revisão descuidada".
Reescrever é sempre parte do trabalho. Revisar é outra parte, para outra pessoa.

Como se pode ver, "revisão" não é tão-somente uma questão de corrigir falhas de ortografia ou concordância, mas também de burilamento da estrutura e da exposição. Erros de concordância, regência, colocação e pontuação podem ser corrigidos impunemente, sem que a substância da mensagem seja modificada. No caso de "infrações textuais", que podem acontecer por descuido do autor ou, por outro lado, em razão de um especial domínio do idioma por parte dele, é preciso muito cuidado com a revisão. De fato, deve ser preservada a autenticidade e a fidedignidade do original. Por isso, é preciso consultar o autor para saber se as alterações com vistas a uma melhor formulação do original não agridem a substância da mensagem que ele tem em mente, principalmente no caso de passagens obscuras. O perigo a evitar assim é que, não sendo o revisor do texto um conhecedor da matéria objeto do texto, se subverta, altere ou mesmo inverta o sentido de trechos ou, ainda, se provoque uma matização não desejada pelo autor. Enfim, principalmente em casos mais críticos, o que se faz necessário é que sempre haja um diálogo entre o preparador de texto, o revisor e o autor.

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