30 de novembro de 2016

Revisão de texto e revisão colaborativa a distância

A revisão do texto, campo de pesquisa recentemente retomado entre pesquisadores e especialistas do letramento, tradução, revisores acadêmicos, psico e sociolinguistas, é a atividade de retorno ao texto que ocorre em todas as tarefas e em todas as fases da escrita.

Novas perspectivas de pesquisa e didática de produção de texto em contexto de revisão

O ofício do revisor de textos envolve múltiplos e diferentes conhecimentos, de acordo com a estratégia de revisão usada, requer investimento intelectual aprimorado e elevado custo cognitivo, dependendo da competência do revisor, segundo os contextos da revisão, do destinatário e do tipo de escrita (gênero textual). A revisão visa melhorar a forma e o conteúdo semântico e sintático do texto elaborado durante a atividade de escrita, mas também a qualidade do texto como veículo de comunicação.
É inconcebível a revisão de texto sem uso de ferramentas da informática.
Os recursos da TI mudaram a forma
de leitura e da produção de textos.
Essa concepção cognitiva da revisão se distingue de outras abordagens, de acordo com o campo de pesquisa e os diferentes pontos de vista do revisor ou do pesquisador. As análises dos diferentes pontos de vista, tendo em conta os contextos da revisão, enriquecerão os referenciais teóricos e modelos de modo a torná-los mais operacionalizáveis ou operacionalmente mais eficientes, independentemente do contexto da tarefa, do escritor e do destinatário final do escrito.
Estudando a revisão de textos em seus aspectos multidisciplinares, temos em vista alguns a revisão monocrática e a revisão colegiada (colaborativa, cooperativa – todos esses termos como equivalentes); em seguida, propomos uma revisão com o auxílio de recursos tecnológico amplamente acessíveis para produção e revisão de textos, tendo em conta os contextos linguísticos e culturais na revisão cooperativa a distância e remotamente, corolários da produção coletiva do conhecimento contemporânea.

Abordagens da revisão pela avaliação multidisciplinar

A abordagem da revisão linguística multidisciplinar descreve essencialmente as sucessivas versões de um texto após várias correções e processamentos linguísticos para melhorar o produto textual. Se, para o escritor, a revisão se propõe a detectar diferenças entre o texto produzido, os padrões de linguagem e de suas próprias intenções, o campo multidisciplinar da revisão encontra-se mais focado no texto, ao passo que a psicolinguística foca no escritor. Em termos de análise da atividade de revisão, as duas abordagens são complementares. A abordagem linguística visa analisar as alterações textuais afetadas pela revisão. A abordagem experimental de psicologia tem em vista analisar as alterações para estudar as características relativas aos autores e revisores ou peritos em contexto, para fazer generalizações sobre os processos cognitivos implementados na atividade de revisão, o que é essencial para a concepção dos procedimentos cognitivos de produção escrita e revisão.
Os psicólogos, estudando os diferentes aspectos do texto revisado, baseiam-se nas principais etapas do tratamento do escrito: superfície textual (palavras, frases), microestrutura (propostas, referindo-se a importância local do conteúdo do texto), macroestrutura (propostas, os mais importantes ou mais relevante argumentos e constituintes do significado global do texto). Medidas subjetivas referindo-se à importância geral. Usado geralmente nas narrativas (método de formação de juízos) para avaliar a legibilidade do produto do ponto de vista do leitor, o texto adota o perito revisor quando ele está interessado na compreensão pelo destinatário do texto. Sob esse método, o sentido mais forte de qualidade está ligado à coerência do texto produto. Para obter conhecimentos, editores novatos que editam principalmente textos locais, fragmentários, excertos (microestrutura) devem ser capazes de reprocessar o texto para o nível global semântico (macroestrutura); realizar a revisão da estrutura e a substância de todo o texto, na perspectiva de ter em conta a leitura alterna e externa.
É na interação desses diferentes processamento e reprocessamento que os dois campos convergem. Por exemplo, o estudo linguístico dos índices de coesão textual (estrutura, conectores...) permite ao revisor fazer suposições sobre as atividades de construção da coerência da representação subjacente ao texto e, portanto, compreender a coerência na representação interna. A pragmática e a psicopragmática levam em conta o escritor em todas suas dimensões, estudando os efeitos da escrita sobre o destinatário. Então, o texto pode ser projetado como máquina para produzir inferências. Aqui, o termo projetado se estende entre o sentido de elaborado a partir de um projeto (concebido) e na direção de uma projeção sobre o público-alvo. Com efeito, o leitor, ao lidar com o significado linguístico da instrução, também infere a falta grave e o conhecimento do escritor. O código e a língua, que realmente funcionam, precisam de conhecimento e reconhecimento mútuo que remeta à ideia de que todas as informações são sensíveis ao contexto e parte do conhecimento para o escritor e do reconhecimento do leitor. Desse ponto de vista, revela-se a necessidade de ter em conta as características culturais e linguísticas do escritor e do revisor compatíveis com a posição construtivista que fornece a base para a produção literária cognitiva e a revisão em contexto transversal e multicultural.

A revisão de textos monocrática

O termo “revisão” refere-se a ambos o resultado das atividades do escritor e do revisor e os vários procedimentos que as lastreiam. No modelo desenvolvido a partir da análise dos protocolos de produtores de textos de especialistas, o processo de revisão, inerente ao processo de escrita, consiste de dois subprocessos, revisão de textos (leitura) do texto primário e reescrita (edição) e pode ser definido com base em duas estratégias. A primeira ocorre em qualquer momento da atividade de produção, enquanto a segunda, a revisão controlada e intencional, surge numa altura exata e adequada dos trabalhos. Quais são os objetivos do escritor fazendo da autorrevisão atividade estratégica deliberada? A estratégia depende da especialização do escritor e, portanto, deve ser objeto de aprendizagem explícita para o novato.
Os autores têm visto a revisão como atividade autônoma e é novidade a distinção entre “avaliação externa” (revisão) na superfície textual e “revisão interna” (reescritura) sobre o conteúdo semântico. A releitura e reescritura são concebidas como avaliação da adequação do texto produzido à meta que o escritor tinha definido durante o processo de planejamento. Corrigir (editar) consiste na aplicação de regras de produção para resolver os problemas encontrados pelo escritor para adequar o produto à intenções comunicativas e suas realizações linguísticas.
As pesquisas têm tentado esclarecer não só os procedimentos de revisão, mas também estabelecer os momentos e etapas da revisão. O modelo canônico descreve quatro operações de revisão: excluir, mover, substituir e reorganizar, aplicando-se a quatro graus de intervenção sobre o texto, independentes uns dos outros: a palavra, a sentença, a proposta, a ideia. Há critérios analíticos propostos com foco no contexto da revisão: o tempo de revisão, os fatores linguísticos da revisão, o tipo de correção e o objetivo da revisão. Leva-se em conta a distinção essencial entre a revisão de fundo e semântica, que altera o significado do texto, da revisão de superfície, que mantém o sentido pretendido. Considerem-se de fato revisão seis tipos de operações: adição, exclusão, substituição, permuta, reforço, distribuição. Essas operações ocorrem à superfície e no campo semântico: revisão de superfície, com alterações meramente formais ou sintáticas, ou na revisão na significação e semântica, alterando micro ou macro aspectos estruturais. Além disso, os dois níveis, às vezes, são trabalhados em paralelo. A aparente oposição entre revisão de superfície e semântica mostra, por exemplo, o estado de mudança da adição do adjetivo que, de acordo com seu viés semântico e sua carga emocional, produz também a revisão da superfície de foco ornamental e retórico, ou semântica: revisão pretendendo construir a coerência do texto. A adição de superfície pode levar o revisor a um reprocessamento semântico, originando um reforço da coerência textual e reforço das escrituras que podem ocorrer, por exemplo, por expansões de narrativa.
A revisão consiste em uma tarefa tripla: detecção, identificação e modificação da parte de texto considerada pelo escritor ou pelo revisor como passível de aperfeiçoamento. O escritor aplica-se para desenvolver o fraseio preciso e, portanto, a “refazer seu pensamento” a fim de clarificar. O procedimento de comparar, diagnosticar, operar (CDO) pressupõe a revisão de texto do produto textual, mas não permite extrair o máximo de todos os tipos de textos, faltando o diagnóstico sobre os segmentos dos textos em revisão.
A reescrita de texto requer, por parte do escritor, a capacidade de volta ao texto original, ao rascunho. Essa capacidade de reagir (agir novamente!) é vinculada às habilidades do escritor para autorrevisão. Há duas fases de desenvolvimento da capacidade de mobilizar o processo de reescrita. Há processos limitados a correções de superfície sobre ortografia e pontuação e diversificação da gestão de processamento, quando o autor é capaz de tomar conta das palavras, da frase e todo o texto, com controle do gênero de linguagem.
Assim, para autores iniciante, a revisão do texto aparece mais frequentemente como resultado de correções formais da superfície, resultante de processo de baixo custo cognitivo. A revisão semântica, adapta o mais complexo e mais opaco, devido à necessidade de ter em conta as necessidades de esclarecimento do leitor, dificilmente ela é atividade mental reflexiva isolada. Eis porque as trocas iniciadas durante uma revisão colaborativa contribuam com o escritor menos experiente no desenvolvimento da capacidade de ampliação do foco para melhorar a qualidade do texto.

A revisão cooperativa ou interativa

Em situações de escrita nas quais o processo de cooperação entre autor e revisor não é completamente dominado, especialmente nas instituições de ensino superior, a revisão cooperativa, a revisão do texto com a completa interação entre escritor e revisor, cria a situação de comunicação em que podem surgir pedidos de esclarecimento. Os recursos de programa e mídias compartilhados permitem a vinculação semântica sincrônica e abordagens de acordo com os custos e variáveis cognitivas e segundo as habilidades dos sujeitos. A revisão de texto cooperativa torna possível a comparação das perspectivas de diferentes atores com foco no escritor e promove a atividade de revisão fundamentada remotamente. Permite a implementação de estratégias mais eficazes e atividades de compreensão de leitura para o reprocessamento da escrita em toda sua complexidade sintática e semântica.
A revisão do texto não exige conhecimento sobre o campo de conhecimento do objeto do texto, mas habilidades linguísticas e textuais, sem descartar conhecimentos extralinguísticos. Os conhecimentos extralinguísticos envolvem a capacidade de exercer controle consciente sobre sua própria elaboração e tendo em conta o contexto da produção: o destinatário, o tipo de texto e a questão da produção. Em situação de revisão cooperativa, ativação das habilidades necessárias é facilitada pelo trabalho colaborativo. Atividades revisão cooperativa levaram a desempenho mais elevado que aquelas em situação de revisão monocrática de revisão.
Tais resultados melhores da revisão cooperativa podem ser explicados pela hipótese de que ela constitui um auxílio na implementação de três operações principais propostas pelo revisor interativo: a identificação do problema, a tomada de decisão para fazer uma mudança e a execução da alteração. A revisão cooperativa ou colegiada estabelece funções e tarefas, tornando a análise mais fácil e tendo em conta a diferença entre o desejado e o texto produzido pelo escritor. O contínuo feedback entre revisor cooperativo e autor possibilita a visão distante e a contraposição autoral, portanto, objetiva mais qualidade na produção. Ela permite o destaque de áreas do texto que comprometem a compreensão e torna mais fácil implementar as atividades de inferência. Permite inferência, preenchendo as lacunas semânticas e evitando áreas de informação implícita, subsunções hipotéticas em autor e público-alvo. A revisão interativa atribui a cada membro envolvido na atividade de revisão um papel específico, o revisor cooperativo sugere mudanças e encoraja o autor do texto original em sua implementação. O autor e o revisor cooperativo, que desempenha o papel de perito em textos, estão engajados em colaboração em que papéis atribuídos tradicionalmente podem evoluir no âmbito da cooperação para melhorar o texto para facilitar a leitura e compreensão explícita.

Contribuições da tecnologia de informação para a revisão de textos

A tecnologia da informação oferece continuamente novas ferramentas e novos ambientes que permitem criar uma série de recursos a favorecer as interações cooperativas na produção coletiva e na revisão de textos cooperativa. Essas ferramentas e ambientes novos  – sejam sistemas fechados de multimídia (sistemas de hipertexto fechado) ou ambientes de sistemas hipermídia abertos, ambientes em rede – facilitam as intervenções no texto em seus diferentes aspectos. Algumas vezes considerados pouco confiáveis, devido à diversidade de abordagens, à heterogeneidade e a fraqueza das metodologias utilizadas, ainda ajudam na pesquisa avançada e produção cognitiva, usando ferramentas de revisão de texto para abrir horizonte a autores em início de carreira. A noção de “letramento”, que não se limita à capacidade de ler e escrever, mas alcança todas as atividades da vida mediadas pela escrita, evolui com o desenvolvimento de novas ferramentas e sistemas de comunicação digital.
Transita-se entre necessidade de planejamento mínimo na produção manuscrita, cujo primeiro rascunho é para revisão, a uma possibilidade de negociação mais flexível, com uso de processamento de texto. A ferramenta de computador, projetada como artifício cognitivo, permite diferentes formas de solução de problemas de acordo com os dois tipos de escritores: os “metódicos” ou “planejadores”, contra os “oportunistas” ou “descobridores”, que aderem à concepção romântica de escrever, evoluindo na redação linearmente, como o leitor avançará sobre o texto. A revisão cooperativa mediada por computador permite que autores, exibindo habilidades menos assertivas em termos de planejamento para compensar o déficit estrutural dos primeiros escritos, operem em contínua reestruturação do texto – produzindo de forma menos orgânica e mais racional, guiado pelos comentários e sugestões de um revisor cooperativo mais crítico.
Os sistemas de apoio contribuem para a melhoria do desempenho dos autores iniciantes em situações que permitem interação contínua e feedback constante entre autor e revisor. Não é a ferramenta, mas seus usos derivados que geram novos comportamentos reflexivos e, em particular, são as trocas orais e escritas que acoplam escritores iniciantes e revisores durante a negociação dos atos de revisão.

Revisão colaborativa simultânea

Na revisão cooperativa realizada remotamente (cada colaborador em seu espaço), a interação entre pares é facilitada por processadores de textos que permitem que escritores incluir comentários no seu produto (o Word faz isso!). A escrita colaborativa e a revisão de texto processada remotamente (revisão cooperativa a distância) envolvem processos específicos e, portanto, referem-se a modelos diferentes que temos de tentar integrar ao mesmo paradigma teórico. Essas tarefas são atividades conducentes à produção na era do digital, mas requerem mais investigação e nova concepção de letramento e produção de textos.
A perspectiva que inspirou todas as teorias de aprendizagem baseadas nas TIC: construtivismo, sócio-construtivismo, teoria da cognição de atividade, cognição distribuída, evidenciou a eficácia do trabalho colaborativo, a natureza social da aprendizagem e da produção. Com base em múltiplos pontos de vista, a revisão cooperativa remota permite, através das trocas e da reflexão comuns, construção cooperativa do conhecimento, mesmo em áreas nas quais os processos cognitivos da textualização estão mal estruturados.

Revisão colaborativa presencial e a distância

A natureza da leitura e da escrita baseadas em mídias e ambientes digitais abertos (Internet, Web) envolve processos de tratamento diferentes e implica abordagens mais complexas que as atividades metacognitivas durante o processamento de redação linear de um texto. A escrita colaborativa, com a ajuda das ferramentas de sistemas abertos (hipermídia cooperativa), leva os autores a melhor compreensão dos processos cognitivos e comunicativos inerentes e, portanto, a gerir melhor a construção social do conhecimento. Na perspectiva da revisão e a revisão cooperativa de texto, usar ambientes virtuais demanda do usuário a (re)estruturação do texto de um outro escritor (ou do revisor), adicionando anotações e comentários, o que cria uma rede de comentários cruzados, revelando todas as etapas da construção do conhecimento. A resolução de problemas nessa situação de revisão continuada a distância prova para ser mais eficiente que aquela feita cara a cara, especialmente para autores menos propensos à argumentação oral e que obtêm poucos benefícios das interações verbais.
Enquanto novas tecnologias mudam a relação entre revisor e autor sobre como escrever e revisar os textos, os próprios textos diferem em sua eficácia comunicacional com base em seu grau de complexidade e sua forma de construção. As alterações no status de planejamento, escrita e revisão baseiam-se na utilização de um processador de texto primário – limitado a substituição, remoção, troca e movimentação de fragmentos textuais – sem produzir maior desempenho, permitindo que seus usuários observam a predominância do processo de avaliação e planejamento da escrita em si. No entanto, estes resultados são diferentes quando os envolvidos no processo usam processador de texto mais avançado (ou têm pleno domínio da ferramenta), com acesso a corretores ortográficos e fazendo uso das ferramentas de indexação de texto, comentários, controles de alterações e outros recursos um pouco mais sofisticados. De fato, autores e revisores gastam menos tempo planejando e mais rapidamente entram no processo de escrita devido à facilidade que é oferecida a eles para retornar ao texto e revisá-lo. O texto produzido em computador apresenta qualidade superior em relação ao texto produzido com outros instrumentos (ditado, datilografado ou manuscrito – por exemplo), por causa da abundância de revisões feita possível com o processamento eletrônico de texto e pela possibilidade de interferência externa (a presença-ausente do revisor) contínua e contígua.
A velocidade do intercâmbio eletrônico, maximizado pelo partilhamento em tempo real, melhora a eficiência do processo de produção e revisão, na medida em que promove o reprocessamento semântico na revisão, permitindo que o produtor possa receber retorno sobre o texto e as propostas de interferência, confrontando suas ideias às de seus pares, como membro de um ambiente social que aumenta a motivação e qualidade do produto. 
A internet aparece como “mídia por excelência” e, como tal, pode ser descrita como um “sócio-ware”, um ambiente mediando escrever e co-escrever, em ampla gama de interações cooperativas que têm contribuído para o surgimento de um novo paradigma da cognição. Como a cognição é ou não é especificada, assistida, ou restrita pelos fatores socioculturais, constitui a questão teórica e metodológica central para o desenvolvimento futuro da ciência cognitiva. No contexto multicultural, essas formas de revisão cooperativa remota podem crescer ainda mais e se tornarem mais complexas, tomando em conta aspectos linguístico e culturais características das representações cognitivas que lhe forem inerentes.
A revisão cooperativa remota via internet se encaixa o mais frequentemente no campo da aprendizagem colaborativa à distância e opera frequentemente no contexto multicultural e recai no âmbito exploratório do letramento em contexto digital.
Essas aberturas do âmbito da revisão de textos devem possibilitar lançarem-se as bases para experiências de contexto digital que levem em conta tanto os contextos locais, ou seja, específico para uma cultura e um sistema de valores e usos das ferramentas cognitivas internas, são a linguagem, a escrita e os textos, mas também das ferramentas externas – os recursos da informática. Essa adaptação aos valores e contextos locais se encaixa em novos campos de pesquisa e novos resultados textuais de processos cognitivos interagentes.
Adaptado de Marin & Legros.