27 de junho de 2014

Aspectos da revisão de textos acadêmicos

Alguns aspectos nunca são explicados em excesso: Como é a revisão do texto acadêmico? O que vai ser modificado? Como é o acompanhamento pelo autor? O prazo será suficiente?

No texto relativo a um projeto acadêmico, quer seja um artigo científico ou a resenha de um livro, até as últimas teses da hierarquia acadêmica, as de concurso para professor titular ou livre-docência, o revisor interfere preferencialmente quando o texto todo está concluído, isso lhe dá mais flexibilidade em seu trabalho, otimiza o tempo e agrega qualidade pela uniformidade de critérios e pela compreensão da macroestrutura textual. É necessário que o texto já esteja aprovado pelo orientador, quando houver, para que não haja conflitos de versões entre os arquivos trabalhados pelo revisor e aqueles que transitam entre autor e orientador. O revisor vai interferir usando o recurso Controle Alterações do Word, o que permitirá ao autor manter total ciência das alterações que forem feitas e interagir com a equipe de revisão, discutindo e determinando sua preferência e interpretação autêntica.
Revisão e formatação do texto acadêmico podem e devem ser feitas pela mesma equipe.
O cliente que procura entender o
processo da revisão de seu texto
fica muito mais satisfeito com o
 resultado do serviço.
Dependendo do estado do texto e das expectativas do cliente, a revisão pode ser realizada mais superficialmente, mesmo limitando-se aos aspectos “mecânicos” do texto (ortografia, sintaxe frasal, pontuação), com o mínimo de intervenções, ou até levar à reformulação do texto, com reestruturação de parágrafos e mesmo da ordem dos capítulos.
Há também uma revisão que ocorre após o layout de um texto, ou mesmo após a impressão – chamada revisão de prova. Quando se trata dos trabalhos acadêmicos, o mais comum é que a mesma equipe que revisa faz a formatação: processo que conjuga o design e a composição. Essa característica reduz custos, diminui custos e resulta em ganho de tempo.
O revisor pode trabalhar em três formatos: 1) no texto em formato digital, mantendo o controle das alterações – o que resulta em enorme ganho de tempo e mesmo em qualidade; ou 2) num arquivo impresso, o que pode dar visibilidade a alguns aspectos mais que no processo eletrônico, mas o processo é mais oneroso e lento; e ainda: 3) primeiro no arquivo digital, pelo mesmo processo anterior, e depois em papel – esse processo duplo é o mais oneroso dos três e requer muito mais tempo, mas é aquele que produz os melhores resultados. O custo da revisão dupla (digital e física) é virtualmente proibitivo para a maioria dos clientes de textos acadêmicos e pessoas físicas de um modo geral, assim mesmo com a revisão em papel simplesmente, em franco desuso.
Todas as intervenções além daquelas decorrentes de falhas mecânicas (erros de digitação, de cópia e cola e de reescrituras) devem, idealmente, ser conferidos pelo autor, que as aprova ou recusa – cabendo ainda a discussão em autores e revisores quando couber. Isso dificilmente ocorre nas teses, mais em função do fator tempo de que o autor normalmente não dispõe. Para suprir essa deficiência, cabe ao autor acompanhar o trabalho da revisão, desde o início e balizar as interferências segundo sua preferência, dando ao revisor parâmetros para as intervenções ao longo do texto.
Em todos os casos e com a maior atenção, a revisão acompanha os seguintes pontos: 

  • Abreviações, símbolos e siglas;
  • Alinhamentos: Justificação, espaçamento, linhas órfãs e viúvas, rios, margens, 
  • Ambiguidades;
  • Citações, epígrafes, equações e fórmulas matemáticas;
  • Coerência de parágrafos a capítulos; 
  • Conectores necessários, repetitivos, ou em excesso; 
  • Construções sintáticas (sentenças, preposições, conjunções, a ordem de elementos); 
  • Espaços duplos e simples: entre as palavras e os sinais de pontuação;
  • Forma de apóstrofos, aspas, ligaduras;
  • Itálico, negrito, caixa alta, versalete.
  • Maiúsculas e minúsculas;
  • Mudanças de fontes (família e tamanho);
  • Números e numerais;
  • Ortografia e gramática; 
  • Pontuação;
  • Pronomes de tratamento e uniformidade dos antropônimos;
  • Seções diferentes e correspondentes;
  • Separações e divisões de palavras e sílabas processadas automaticamente; 
  • Sinais ortográficos: hifens, travessões, parênteses, aspas, barras; 
  • Tabelas, gráficos, figuras, legendas;
  • Títulos e subtítulos;
  • Uniformidade de estilo e registro;
  • Visão de conjunto;
  • Vocabulário (impropriedades, parônimos, regionalismos, arcaísmos, estrangeirismos).

Os revisores vão verificar ainda a existência de cada um dos textos anunciados, se todos arquivos, anexos e ilustrações foram inseridos, se tudo que está presente está coerente: dedicatórias, índices, sumários, resumo (talvez mais de uma língua), diagramas, tabelas, apêndices, bibliografia. Os revisores chamarão a atenção dos autores para pontos ambíguos e explicarão as interferências que possam gera questionamento pelo autor. Quando se trata de fazermos a revisão e a formatação, há ainda outros pontos:

O envio de textos e as normas

Os textos serão enviados ao cliente, quando for feita a formatação, segundo a norma prescrita pelo cliente e os manuais da instituição ou publicação a que o texto é destinado

Programação visual

Será proposta uma programação visual (layout, design gráfico, fontes, tamanhos) a ser aprovado pelo cliente, e sempre subordinada à norma indicada.

A impressão

Sugerimos que o cliente imprima seu texto sempre a partir de um arquivo Adobe (PDF) que também enviamos, por ser maior a garantia de que não haverá problemas de configuração diferentes entre as versões do Word

Continuidade

Como somos exclusivamente revisores, dedicamos atenção integral a cada serviço contratado, em imersão que nos permite conhecer o texto e dar uniformidade a todas suas seções.