23 de maio de 2014

Revisor e interlocutor

Cabe aos revisores de textos fazer várias leituras, buscando tornar os textos melhores, de maneira que os leitores não os desprezem. “Ninguém escreve para não ser lido”. Todos os escritores que desejam tornar seu texto público querem despertar a atenção do leitor.
Os autores, ao imaginarem os leitores como interlocutores, criam imagens de pessoas muito exigentes, que manusearão seus textos e irão julgá-los como bons ou ruins. Os interlocutores podem ser também publicitários daqueles textos que leram. Eles podem fazer propagandas tanto positivas quanto negativas, quaisquer  deslizes podem ser fatais. 
Dissertação e tese nunca podem passar sem boa revisão.
Revisão de texto trata de certo e errado,
mas trata mais da comunicação entre
autor e leitor.
Os revisores fazem, então, a primeira leitura do texto em busca de compreensão e familiaridade. Às vezes, isso se torna angustiante, uma vez que, textos sem clareza, chegam a ser desagradáveis por tornar a leitura cansativa. Os leitores chegam a ficar irritados quando percebem qualquer tipo de incorreção.
Os revisores se posicionam como consumidores dos textos. Eles analisarão se os textos dizem tudo o que deve ser dito por si só ou se precisarão de explicações por parte dos autores. Ler textos é dialogar com os autores. Seria correto afirmar, então, que os textos são contextos de interações cujos sentidos são construídos pela ação cognitiva dos que neles se encontram envolvidos.
Todos os autores que desejam obter sucesso querem alcançar o interlocutor, despertar a curiosidade sem difamação.
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