31 de janeiro de 2012

Elaboração do texto científico: atenção e revisão

A Keimelion revisa livros de todos os gêneros e
artigos científicos há mais de dez anos.
Para redigir um texto e propiciar uma boa leitura é preciso cuidar a maneira que se escreve. Em seguida, todo texto deverá ser submetido ao revisor de textos. É fundamental ter conhecimento do público que o texto vai atingir e a forma de texto a que este leitor está habituado. Tenha ainda atenção, não somente com a grafia das palavras, com a formação da frase, mas com a informação transmitida – a revisão de textos está sempre atenta a esses aspectos, mas não é por isso que o autor pode se descuidar. O artigo enviado à publicação deve ter a clara ideia de “divulgação de um método”, ou de uma atualização respeitável dos dados. Durante a construção do texto, a leitura e a releitura, uma, duas, três vezes, são atividades obrigatórias que ajudam na objetividade do conteúdo. Reserve tempo para discutir com o revisor qualquer dúvida que surgir durante a revisão: dúvida do autor ou do revisor será problema para o leitor.
A redação de texto científico deve ser na forma culta, raramente como uma redação narrativa ou conter oração na primeira ou terceira pessoa do singular, não sendo aconselhado usar expressões como: “conforme vimos no item anterior” e sim “conforme visto no item anterior”, ou, em vez de “dissemos que”, “foi dito que” e “etc” (etc. – uma das expressões a serem banidas de qualquer texto técnico).
O texto precisa ser construído de maneira formal e impessoal, aliado ao uso da voz passiva – quase sempre, complementada com frases curtas e não incluir mais que uma ideia em cada período. Uma frase excessivamente longa, além de aumentar as chances de erro, é sempre mais difícil de ser lida e entendida do que uma série de frases curtas. A construção das frases deve ser bem feita, sem erros de concordância, palavras repetidas, excesso de adjetivos e advérbios; os períodos estruturados de forma coerente, acompanhados de passagens entre parágrafos na mesma linha de raciocínio.
Concluindo, o texto científico é como outro texto qualquer, é necessário que ele tenha começo, meio e fim, e seja agradável de ler. A diferença está no propósito, a leitura científica deve propiciar ao leitor, conhecimento, entender o que foi exposto, e ao terminar estar tão bem informado quanto o autor, na questão apresentada. Conte com um bom revisor de textos como parceiro, ele sempre acrescenta qualidade a seu produto.
Adaptado de Angelo Souza
Leia também: Revisão de textos perfeita - Revisão e estilo do texto científico - Revisão de textos: dois princípios fundamentais.

26 de janeiro de 2012

Segurança para textos científicos: Dropbox

Antes da revisão do texto, claro que o trabalho tem que estar completo. Muitas vezes, os autores enfrentam problemas de segurança com os arquivos de sua tese ou dissertação, bem como dificuldades de acesso ao texto em qualquer parte, quer por não ter levado consigo computador portátil ou um simples pendrive.
Outras vezes, os equipamentos enfrentam problemas: furtos de computadores, extravios de pendrive ou danos nos HDs e falhas causadas por vírus são algumas das causas de perda de arquivos ou mesmo teses inteiras.
Ao longo de vários anos revisando teses e dissertações, temos sabido das mais diversas histórias de danos ou perdas de trabalhos já bem adiantados.
O importante, ressaltamos, é que o autor mantenha o controle das versões atualizadas de seu texto, e multiplique as formas de arquivamento, sempre tendo uma alternativa de acesso e recuperação do texto mais recente.

Não temos nenhuma relação comercial com
a Dropbox, nossa recomendação é
completamente desinteressda.

O Dropbox é uma base de dados "nas nuvens" - isto é, na internet - onde se pode manter uma quantidade substancial de dados com facilidade e para acesso de qualquer computados, com bastante segurança e simplicidade.
Os procedimentos são bastante simples, basta acessar a página, fazer brevíssimo registro e baixar um programinha para instalar em seu computador. Será instalada uma pasta, como todas as demais, para a qual bastará mover o arquivo e ele será mantido lá para acesso de qualquer computador, a qualquer tempo - sempre à salvo de todo tipo de problema mencionado acima.
Temos usado esse serviço, gratuito, para segurança ampla de nossos próprios trabalhos e para que nenhum dos percalços sempre possíveis possa nos impedir de atender satisfatoriamente nossos clientes. Recomendamos esse serviço, sobretudo recomendamos que se tenha mais de um mecanismo de segurança com seus arquivos importantes, como os textos das teses e os bancos de dados.

20 de janeiro de 2012

Revisão de artigos científicos: complexidade textual

No panorama da revisão de artigos científicos, o tema da complexidade textual (CT) integra estudos sobre Leitura, incluindo pesquisas sobre compreensão e estratégias de leitura, sobre tipificação de leitores e sobre elementos linguísticos associados a dificuldades de compreensão de leitura.

Complexidade de artigos científicos
é fator a ser administrado.
Esta postagem apresenta fragmentos adaptados de
Maria José Bocorny Finatto

Embora esses estudos tenham gerado importantes contribuições, como a distinção entre complexidade informativa e complexidade linguística, permanecem escassos, no Brasil, os trabalhos baseados em corpora, realizados com grandes extensões de dados e apoio informatizado, dedicados a reconhecer características estruturais globais de textos mais ou menos complexos em função das habilidades ou condições de determinados tipos de leitores.
Essa escassez, conforme se pode interpretar, está relacionada a dois fatores. Primeiro, ao relativamente recente enfrentamento do objeto texto, geralmente preterido em função de enfoques dedicados a frases, palavras ou expressões sintagmáticas. Segundo, a uma pouca experiência com a manipulação computacional de grandes corpora, algo recente no âmbito dos Estudos da Linguagem no nosso país.
Considerando toda uma diversidade de fatores que poderiam ser evocados para indicar prováveis condicionantes da CT em textos especializados de diferentes perfis e as características dos gêneros ou dos registros envolvidos, pela conjunção de referenciais, parece ser possível realizar um movimento de reavaliação sobre a complexidade de textos que tenham mais ou menos terminologias – além de outros elementos, naturalmente.
Um item de destaque, nesses sistemas de medidas, é o índice Flesch (que pode ser obtido pelos usuários do Word). É uma das diferentes medidas de complexidade do texto associada à sua inteligibilidade para diferentes tipos de leitores. O resultado é um número de 0 a 100 que é assim mensurado (com a devida adaptação para o sistema escolar brasileiro feita pela equipe PorSimples):
  • muito fáceis índice entre 75 - 100, textos adequados para leitores com nível de escolaridade até a quarta série do ensino fundamental
  • fáceis índice entre 50 - 75, textos adequados a alunos com escolaridade até a oitava série do ensino fundamental
  • difíceis índice entre 25 - 50, textos adequados para alunos cursando o ensino médio ou universitário
  • muitos difíceis índice entre 0 - 25, textos adequados apenas para áreas acadêmicas específicas 
Veja outros artigos: A profissão do revisor de textosEm busca do texto perfeito - Informações gerais sobre nossos serviços

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