31 de maio de 2011

A revisão de textos vai procurar estes problemas - evite-os

Há muitos tipos de erros que os revisores procuram. Conheça alguns deles e sempre tente evitá-los.

Concordância de gênero e grau
  • "São meio-dia e meio". Duas vezes errado. meio-dia é singular, e hora é feminina. Logo: "É meio-dia e meia" (mais meia hora).
  • "É ela mesmo." Não é. "É ela mesma."
  • Revise sempre tudo que escrever. Depois contrate um revisor.
    Apartheid Soneto
  • "Segue anexo as faturas." Novamente dupla falta. "Seguem anexas as faturas" é como deve ser.
Redundância
  • "Há quinze dias atrás." Ou um ou outro. "Quinze dias atrás" ou "há quinze dias".
  • "Tenho um amigo meu." Não é preciso reforçar. Se você o tem, ele é seu.
  • "Pessoa humana." Pessoa ou ser humano. Como preferir.
Palavras que são mal pronunciadas e mal escritas
  • Vamos deixar claro: não existe adevogado (advogado), nem réfem (refém), nem rúbrica (rubrica), nem íbero (ibero), nem discreção (discrição). Também não se diz rúim, mas ruim, nem interim, mas ínterim. E, embora não venha ao caso, é importante saber que não há estrupos, mas estupros, nem sombrancelhas (e sim sobrancelhas), nem beneficiência ( e sim beneficência). Na dúvida, consulte o dicionário.
Uso inadequado de expressões
  • "Propositura" (em vez de proposta), "penalizar o infrator" (em vez de punir), "prostrado em frente à porta" (no lugar de postado) etc. Muita gente acha que falar bem implica usar palavras imponentes. Para evitar essas confusões, o melhor recurso é ler muito.
Crase
  • Não há mistério: só existe quando os artigos femininos (a, as) se seguem à preposição a. Exemplos: "Vou à reunião das 14h" (para a reunião), "em resposta às suas perguntas" (dando resposta para as suas perguntas).
Quando falar inglês não vale a pena
Falar inglês é indispensável, mas no contexto adequado. Quando a expressão já está incorporada ao universo do executivo, como marketing, benchmark ou breakeven, tudo bem. Mas fazer um discurso bilíngue o tempo todo pode se arrogante ou, pior, ininteligível.
Uma das grandes qualidades de um profissional é o domínio da sua própria língua. O vocabulário rico e bem empregado soa bem e valoriza o texto e o profissional
  • Então vale a pena substituir o "deletar" por suprimir (exceto quando se tratar propriamente de informática), "insertar" por inserir, e outros neologismos similares.
  • Recomenda-se também desistir de contrabandear do tempo verbal inglês future continuous, que em português se transforma em aberrações do tipo: "Na próxima semana eu vou estar lhe mandando uma cópia do contrato".

Leia também outras postagens: Publique sua tese - Redação técnica e científica - Descrição de normas e procedimentos - Conjunção, uso e abuso

Expressões que o revisor de textos vai cortar



Cuidado com tais erros!
  • "A nível de..." Apesar de ser uma das preferidas de todo tipo de gente que quer falar bonito, a expressão não existe na língua portuguesa. Só use nível em sentido próprio: nível do mar, nível da água na represa.
  • "Ele não se encontra no momento." Quem fala corretamente o idioma pode acreditar que a pessoa em questão está sofrendo das faculdades mentais, perdido em si. Dizer simplesmente que "ele não está" pode evitar esses mal-entendidos.
  • "No sentido de facilitar as coisas." Melhor mesmo não complicar. Diga simplesmente: "Para facilitar..." - faz muito mais sentido.
  • "Enquanto mulher, não me sinto discriminada." O fator de discriminação deve ser o mau emprego da conjunção "enquanto", que só tem conotação temporal. Melhor dizer: "Como mulher..."
  • "Não lhe entendi", "há quanto tempo não lhe vejo!" Entender, ver e todos os verbos que pedem complemento direto não combinam com pronomes oblíquos. O certo é: "Não o entendi", "não a vejo" etc.
  • "Vamos se encontrar." Impossível. A primeira pessoa do plural (nós vamos) nunca se encontra com a terceira do singular (se). Diga-se: "Vamos nos encontrar".
  • "Entre ele e eu não há problemas." Engano! O problema, grave, por sinal, é que a forma correta é: "Entre ele e mim".
  • "Exmo. sr., em resposta à vossa carta..." O "Exmo. sr." é uma terceira pessoa do singular, que, apesar de muito importante, não aceita o imponente "vossa", destinado à segunda pessoa do plural. Escreve-se: "Em resposta a sua carta".
  • "Se você ver ele", "quando eu propor", "se lhe convir", "se nós determos a inflação" etc. O correto é: "Se você o vir", "quando eu propuser", "se lhe convier", "se nós detivermos a inflação". Nem sempre é fácil, mas tem que saber.
  • "Houveram muitos presentes". Ausente, no caso, é a concordância. Quando significa existir, o verbo haver é impessoal e não declina. Diz-se: "Houve muitos presentes".
  • "Não se ouve queixas." Mas deveriam se ouvir. Esta é uma voz passiva sintética, que equivale a "queixas não são ouvidas". O certo, portanto, é: "Não se ouvem queixas", assim como "não se aceitam propinas", "vendem-se apartamentos".

Leia agora: O discurso acadêmico científico - Termos latinos usados em citações e referências - Modelo de revisão da Keimelion

Referências sobre revisões de textos

Coletânea de textos sobre revisão compilada por Públio Athayde, já contando com a colaboração de José Muniz e aguardando a colaboração de outros profissionais da área.



Referências sobre revisão de textos
Leia mais aqui no blog: Quanto custa a revisão de textos? - Como escrever bem - Para publicar seu texto - A atividade do revisor de textos.





26 de maio de 2011

Publique sua tese


Publique sua dissertação
Se você escreveu e defendeu uma tese ou dissertação, está na hora de publicá-la, nunca é cedo ou tarde demais. Com a grande facilidade das edições sob demanda, pode-se tirar do fundo da gaveta (ou do HD) aquele trabalho que está quase esquecido na prateleira da sua universidade e dá-lo ao mundo impresso e em formato de e-book.
Antes, só mesmo aqueles trabalhos mais importantes ou com maior possibilidade de gerar lucro chegavam a se transformar em livro, sempre segundo o interesse das livrarias ou segundo a fama dos autores. Agora já é possível a qualquer autor mandar imprimir poucas dezenas ou mesmo apenas um exemplar de seu trabalho, em forma de livro – com custos que partem de muito pouco.
Muitos escrevem aquelas teses ou dissertações enormes que consomem alguns anos de sua vida e depois abandonam o texto; não é justo fazer isso consigo e com os seus, além da vantagem profissional que isso pode gerar. Aqui vão alguns motivos pelos quais recomendamos a publicação de seu trabalho:
  • Se você fizer isso antes da defesa da tese ou dissertação, já no dia desse evento poderá distribuir alguns exemplares entre a banca e as pessoas mais chegadas. Nada poderia ser mais simpático e original.
  • Seus pais, sua mulher ou marido, ficarão muito orgulhosos em receber impresso e encadernado seu trabalho, no formato mais consagrado do conhecimento, o livro. Dedicar uma tese a alguém, e deixar a dedicatória esquecida lá pela quinta página de um volume em formato A4 é pouco, assine o livro e entregue!
  • Com quatro ou seis exemplares guardados em casa, você sempre poderá oferecer algum deles a quem seja de seu interesse, apresentar a obra a amigos e pessoas de seu relacionamento profissional ou afetivo.
  • Deixando a obra disponível na internet, ela poderá ser obtida por qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo. Mesmo aquele assunto extremamente específico poderá ser procurado por algum dos bilhões de internautas.
Bem, listei aqui principalmente motivos pessoais para que você edite seu livro. Pode ser sua tese, dissertação, mas pode ser aquele romance, as poesias ou quaisquer textos que estejam esperando para vir a público. Os motivos profissionais para fazer isso você mesmo conhece.
A editora Keimelion pode facilitar para você essa publicação, nós formatamos e enviamos às empresas da internet que fazem a impressão ou venda de e-books. O custo para a composição (preparar um texto em Word, por exemplo, para ser impresso) pode ser bem pequeno, para uma dissertação em torno das 150 páginas (que é a média) pode ser feito a partir de R$200,00. O melhor é que as empresas que vendem os e-books na internet não cobram nada pela hospedagem, você e quem mais desejar o livro só pagarão pelos livros que desejarem e quando os encomendar, aí é que eles ganha dinheiro!
Se for necessária a revisão do texto, os custos são significativamente maiores, mas essa decisão é sua, segundo a necessidade ou possibilidade imediata do autor e do trabalho.

Consulte-nos! Veja dois clientes nossos que já publicaram e seus estão livros à venda, pode até comprar um deles para ver como fica!



Agora leia: Revisando seus textos - Como escrever bem - Recomendações dos orientadores - Como escrever palavras compostas

23 de maio de 2011

Recomendações para boas frases em texto acadêmico

  • Evite as generalizações absolutas (todos, sempre, nunca... ) exceto se elas forem realmente verificáveis. Evite singularidades irrelevantes.
  • Use verbos fortes, que expressem diretamente a ação, perguntar (não “formular questões”), avaliar (não “realizar a avaliação”), evitando as sentenças verbais longas e preferindo outras mais curtas e precisas, substitua “ele construiu um questionamento sobre a problemática do contexto” por “ele questionou os fatos”.
Revisão de tese e revisão de dissertação
só pode ser na Keimelion
  • Procure frases com palavras e locuções repetidas em segmentos próximos do texto, elas devem ser fundidas caso estejam repetindo uma ideia central ou alguma das expressões deve ser substituída por equivalente.
  • Corte o máximo possível seu texto, tudo que sobrar nele é excesso. Corte adjetivos de juízo pessoal, corte artigos e pronomes desnecessários, corte palavras fora de moda (elas não são “bonitas” só por serem “d’antanho”), texto acadêmico não é antiquário de vernáculo.
  • Deixe os sujeitos agirem e os coloque antes daquilo que disseram ou fizeram, prefira “para Fulano de Tal, a questão não ficou resolvida a contento” e evite “a má solução da questão não permitiu total contentamento segundo Fulano de Tal”.
  • Observe o ritmo das frases, uma sequência delas iniciada do mesmo modo gera sonoridade desagradável. As expressões repetidas costumam poder ser suprimidas, ou alguma palavra introdutória ser utilizada.
  • Use o dicionário! Mas não o empregue apenas para encontrar grafia e significados, use-o para selecionar palavras novas, para enriquecer o texto e explorar na vastidão de vocábulos aquelas que melhor expressaram sua ideia.
  • Cace impiedosamente frases iniciadas por “É”, “Há”, “Assim”, “Deste modo”, e depois suprima esses apêndices que migram da linguagem falada para a escrita, onde são supérfluos.
Sempre há muito mais que tudo que foi dito acima, mas tente fixar aos poucos cada noção necessária à produção de textos. Fixe o fundamental agora: texto sempre precisa de revisão, mesmo o texto que já foi revisado. Revisão de texto para tese ou dissertação requer revisor profissional qualificado e experiente.

Recomendamos a leitura: Revisão de dissertação ou tese - A vírgula e os dispositivos da lei - Seleção de artigos científicos - Emprego de este/ esse


22 de maio de 2011

Revisão de dissertação ou tese



Revisão é o processo de leitura crítica e interferências pelo qual um profissional qualificado questiona um texto alheio quanto ao conteúdo, organização e linguagem. Ao revisar e ao reescrever parte do texto, o revisor escolhe, dentre inúmeras possibilidades oferecidas pela língua para transmitir uma informação, aquela que, dentro do contexto, for mais adequada, precisa e clara.
Revisão de dissertações e teses requer equipamentos
modernos e tradicionais.
Quando se trata da revisão de um texto científico longo, como a dissertação ou tese, são necessários diversos procedimentos destinados a garantir a homogeneidade de critérios, de construções sintáticas e de grafia dos termos técnicos.
Para alcançar este objetivo, as revisões acadêmicas são feitas em fases, algumas delas incluído aquilo que, nas editoras costuma ser chamado de preparação do texto. Nós preferimos os termos revisão primária, secundária e assim por diante; temos uma rotina de verificações que são feitas longitudinalmente no texto, garantindo a padronização.
Durante a revisão primária e secundária são feitas as correções no texto que eliminam os problemas mais simples. Na escrita, o autor do texto comete erros de pontuação, ortografia, acentuação, concordância, imprecisão de vocabulário. Há também muitos erros de digitação e erros de edição que surgem das modificações sucessivas a que o autor submete seu trabalho. A revisão primária e secundária tem o objetivo de identificar e corrigir esses erros que são praticamente inevitáveis e para os quais o autor já não tem mais olhos. O revisor estará atento e com o foco necessário para ver tudo.

Correção na dissertação ou na tese
  • As palavras estão grafadas e acentuadas corretamente? Verificamos os termos técnicos não dicionarizados, nomes próprios de origem estrangeira ou grafia peculiar, concordância numérica com termos em língua estrangeira e outros itens que não são do domínio nem de profissionais do ensino de português ou do alcance de revisores ortográficos eletrônicos.
  • O texto está bem pontuado? Para facilitar, evitam-se frases muito longas nas redações comuns, mas no texto acadêmico os parágrafos tendem a ser bem mais longos; a hierarquia de pontuação deve ser estabelecida segundo os cânones da gramática e do uso.
  • Há erros de concordância, regência, topologia pronominal, estilo, tropos? Estes são mais alguns aspectos que serão adequados pelo revisor.
  • Há impropriedade vocabulário? Existem palavras melhores e outras não tão boas, segundo o contexto de cada função e registro linguístico, cumpre ao revisor verificar e prover a melhor escolha de palavras.
Avaliação do texto da dissertação ou tese
A partir da terceira passagem pelo texto, começa a ser feita uma avaliação qualitativa de cada tópico. A avaliação do texto consiste em julgar se os objetivos propostos, a cada parágrafo, tópico, capítulo e no conjunto do trabalho foram atingidos. Essa revisão crítica analisa os seguintes aspectos em toda a hierarquia de construções micro, meso e macrotextuais.
  • Há objetividade textual? – verifica se os argumentos atendem ao objetivo proposto.
  • Há clareza argumentativa? – verifica se os argumentos são expostos da forma clara.
  • Há unidade? – verifica se o argumento central perpassa todo o texto, sem contradição.
  • Há organicidade? – verifica se há argumentos interligando as partes do texto.
As respostas a essas perguntas podem direcionar o revisor para a melhora do texto, possibilitando:
  • Mudar ou reordenar algum segmento que não pareça suficientemente claro.
  • Suprimir, acrescentar ou ampliar alguma palavra ou informação omitida por elipse.
  • Alterar a ordem de orações, parágrafos ou capítulos.

Para você ler: Revisamos texto para qualquer estado ou país - Escolher um revisor de textos - O discurso acadêmico-científico - Modelo de revisão da Keimelion



21 de maio de 2011

Paper.li - agora todos somos editores

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Toda edição é precedida da revisão do texto.


Quando foram criados os blogs na internet, todos nos tornamos colunistas, diaristas, periodistas. Tudo que escrevíamos poderia ser exposto aos olhos do mundo, por mais desconhecidos que fôssemos. Essa fantástica possibilidade de publicação deu "igualdade de direitos" de expressão, libertando-nos de editores e possibilitando a cada um competir com suas ideias no mercado da palavra.
Agora, com uma incrível recriação do que está continuamente se recriando, surge a possibilidade de todos nos tornarmos editores, agregando as informações alheias em páginas criadas quase como que por mágica, a partir de palavras-chave e personagens do Twitter.
Os "jornais" criados assim terão múltiplas funções, mas servem primariamente para agregar informações de interesse de seu criador, para próprio uso, depois eles se prestam a divulgar publicidade, e sabe-se lá quantos usos mais virão
De nossa parte, aderimos e já temos alguns títulos, focados em nossa área de atuação:
São muitos títulos? Não, é apenas um amostra do que é a segmentação de interesses e possibilidades deste recente recurso. Todos os jornais são públicos, aceitam "assinaturas" gratuitas que implicarão em um e-mail aos assinantes avisando de cada edição e contendo as manchetes! Tudo isso é muito novo, e muito bom! Aproveitem e assinem nossos títulos! Clique em um deles acima.



Leia por aqui: A formação do revisor de textos - Principais serviços prestados - Erros comuns na redação - Emprego do verbo haver

19 de maio de 2011

A formação do revisor de textos

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Revisão de texto requer erudição e muita leitura.

Muitas pessoas nos perguntam quem é o revisor de textos, que formação ele tem. Normalmente, as pessoas têm a noção de revisor de textos ligada ao ofício de professor de português, já que quase todos tivemos nesses mestres os primeiros críticos e orientadores de nossa redação. Muitos revisores foram ou são mesmo professores e tiveram a formação tradicional de Letras, o que é apenas um dos muitos caminhos para se chegar ao ofício de revisor. Mais antigamente, quando havia revisores nas redações de jornais e tipografias, o ofício era exercido por estudantes de Direito, de Filosofia, e de diversos outros ramos que, bem treinados nos estudos clássicos, tinham a habilidade para reduzir os erros tipográficos que eram comuns àquelas atividades, com as limitações técnicas daquela época. Hoje há revisores advindos das mais diversas formações; ainda predominam os bacharéis e licenciados em Letras, mas agora com muitos jornalistas e publicitários concorrendo com eles, além de grande número de pessoas de outras áreas que aportam no ofício.
Não há muitas graduações focadas na atividade de revisão de textos, mas as pós-graduações são muitas em diversas regiões do país, principalmente os cursos lato-senso que complementam e direcionam a formação de diferentes graduações para a atividade da revisão – mas esses cursos ainda são uma relativa novidade no mercado. Boa parte dos revisores mais experientes, inclusive os que lecionam naqueles cursos, são profissionais que acumularam a erudição necessária e a conjugaram com o conhecimento linguístico imprescindível, aprimorando gramática, sintaxe, semântica, bem como a competência retórica, por esforço próprio.
A profissão de revisor de textos está se especializando muito atualmente. Não há mais necessidade de revisores tipográficos, já que nem existem mais tipografias. Não há que se falar em revisores textuais, como não há revisores metafóricos. Não se pensa mais em revisão ortográfica, ou algo nesse sentido, pois os erros ortográficos são virtualmente suprimidos por qualquer programa de edição de textos. Revisão gramatical é quase um aspecto terciário na revisão de textos moderna. Hoje pensamos o texto como suporte da informação entre autor e leitor, como uma mídia ou um elemento da multimídia portador de mensagem genérica ou específica destinada a um público amplo ou restrito, e a função do revisor é aperfeiçoar esse instrumento. O revisor de textos é o profissional que aperfeiçoa, melhora, enriquece o texto em sua função comunicacional.
Assim, há revisores especializados em tão diversos tipos de textos quantos eles existem. Só para citar alguns, pensem em textos jornalísticos, científicos ou literários. Então há revisores jornalistas, cientistas e literatos – e assim por diante. Há muitos tipos de revisores e suas formações de origem são igualmente diversificadas, havendo em comum muito livro, muita escrita e alguma erudição acumulada.

Leia ainda neste blog: Autor versus revisor de textos - Quanto custa a revisão de textos - Plágio e fraude acadêmica - A relevância da introdução

13 de maio de 2011

Dicas para monografias e TCC / Sobre Administração

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Somos revisores de textos. Precisando, procure-nos.

Monografias e TCCs precisam de revisão na Keimelion.
Sobre Administração é o site de origem dessas dicas e ao qual você deve se remeter para a matéria completa. As dicas apresentadas se aplicam, entretanto, a trabalhos de graduação de qualquer área. São encaminhamentos para que se inicia na atividade de redigir seu primeiro trabalho longo - e que poderá vir a ser o único.

Antes de falar sobre a escolha do tema do seu trabalho de conclusão de curso, tenho que lembrá-los que é preciso escolher qual será o professor que o acompanhará nesta jornada. Não sei como funciona em sua universidade, mas na minha era assim: o aluno escolhia o professor para ser seu orientador, ele aceitava ou não e depois começava a discussão sobre os possíveis temas e abordagens a serem utilizados.


Na escolha do tema do seu TCC, é muito importante unir o útil ao agradável, ou seja, escrever sobre algo relativo à sua formação e que, ao mesmo tempo, seja um tema que lhe seja agradável e desperte o interesse em pesquisar, investigar e saber mais sobre ele. Mas é preciso ficar atento a algumas questões durante o processo de escolha do tema, para não se perder no futuro. Veja:
  • Existe bibliografia suficiente para embasar suas pesquisas?;
  • Você possui experiência profissional para falar sobre o tema? Se não, você conhece bastante sobre o tema?;
  • Seu orientador será capaz de ajudá-lo nestas pesquisas? Qual a disponibilidade dele?
  • Você conseguirá chegar até o fim da pesquisa? Está pronto para desenvolver o tema Você estará preparado para defender o seu trabalho frente à banca examinadora?







9 de maio de 2011

Autor versus revisor de textos


Revisores não são traças de livro.
O revisor vai reescrever o que o autor escreveu?
  • Não mesmo, ele não quer e nem tem tempo para fazer isso, assim como o autor consciente e cioso de seu texto não quer que ele seja reescrito. Existem revisores e revisões que interferem mais ou menos no texto, conforme a necessidade, o tempo disponível e o que ficar combinado entre autores e revisores. Revisão de textos é uma parceria, revisores trabalham em função de seus clientes, os donos ou autores do texto; então, fazem o que lhes é solicitado. Uma máxima dentre os revisores é: não fazer nenhuma interferência sem que haja justificação para ela. O autor sempre pode perguntar o motivo de alguma alteração e, informado, decidir sobre ela.
Mas eu trabalho muito em meus textos, não quero alguém os modificando, como fica?
  • O texto que a gente escreve é obra da gente; é normal gostarmos dele. Pincipalmente quando se é iniciante ou se escreve pouco, gostamos mais ainda daquilo que produzimos e gostamos menos que outros modifiquem. Mas é para isso que existem revisores, para mudar para melhor aquilo que foi escrito. Os autores melhoram também sua produção ao aprender com os revisores, mesmo os revisores aprendem continuamente uns com os outros. Assim como revisão é um processo contínuo, aprender a escrever também – os revisores estão sempre aprendendo mais, com os autores, com os gramáticos ou lexicógrafos e com os colegas de profissão. Nesse aprendizado, os revisores se aperfeiçoam no ofício de revisar e tendem a melhorar como autores também, afinal, desconheço revisor que não seja também autor.
Mas eu mesmo não posso ir revisando enquanto escrevo?
  • Claro que pode e deve, na verdade não há mesmo como ser diferente. Mal escrevemos um parágrafo, frase ou palavra, já os vemos e podemos reconsiderar. Isso é inerente à produção de texto. Mas quando se fala de revisão, no sentido profissional, é aquela que tem que ser feita por outra pessoa, a alteridade surge como o requisito indispensável. Quando o texto é de autoria coletiva, há problemas nele que derivam dessa mesma natureza, por exemplo, diferenças de estruturas fraseais entre os autores – e isso o revisor vai homogeneizar. Mas, nesse caso, o texto vem depurado de erros de concordância, normalmente, pois um autor costuma corrigir aqueles em que o parceiro incorrer! A chamada autorrevisão tem ainda o problema de ser um entrave à redação: deixe fluir a escrita, é melhor para o texto que se escreva mais em quantidade e velocidade que parando muito, releia seu texto a intervalos maiores; isso é mais produtivo.
Como posso saber se um revisor é bom?
  • Em primeiro lugar, a escolha de um revisor é muito pessoal. Escolher um revisor tem que ser por indicação ou por seleção criteriosa e, como em qualquer ramo, os melhores são mais caros! Não existe milagre de bom e barato no mercado. Verifique a experiência do revisor, não só em quantidade, mas se ele trabalha com textos do tipo que você está redigindo. Não precisa ser de sua érea de conhecimento, nada disso, mas há revisores especializados em romance, poesia, jornalismo, ou textos acadêmicos, para citar alguns deles. Há também revisores especializados em determinadas áreas, botânica, matemática, mas estes quase só trabalham em edições de livros muito técnicos. Verifique o portfólio da equipe ou do profissional. Lá também será possível ver o tempo de exercício no ramo, esse é um dado relevante. Mas se você é um autor habitual, procure estabelece parceria duradoura com um revisor, será proveitoso para as duas partes.
Não acontece de a revisão piorar o texto? A emenda ficar pior que o soneto?
  • Nunca vi nada nesse sentido. Mesmo um revisor iniciante, minimamente consciente, trabalha no sentido de melhorar o texto alheio e, segundo minha experiência, sempre o faz. Claro que revisores também erram (e quase são enforcados quando isso acontece), mas se o revisor introduzir um erro no texto, certamente ele terá eliminado vinte ou cem, se ele piorar uma oração, terá melhorado muitas outras. Claro que os revisores mais experientes tendem a errar menos, os mais atentos, os mais eruditos. Claro também que em uma tese de 600 páginas qualquer revisor vai cometer alguns erros, assim com qualquer autor cometerá centenas deles! O erro é inerente ao trabalho humano, inerente ao autor – e por isso existem revisores de textos, e inerente a estes, pois eles não são sobre-humanos!

Leia em seguida neste blog: Revisando seus textos - Revisão de textos em contexto - Emprego do verbo haver - Locuções com e sem crase

8 de maio de 2011

Revisão de textos em contexto


Revise o texto para grau.
O que é visto e revisado no texto, além dos elementos básicos e do contexto?
  • Há muitas coisas a serem consideradas, o contexto e a orto-sintaxe, postos como integrantes das fases iniciais do processo de revisão; o profissional – o revisor de textos – poderá em seguida considerar fatores como o equilíbrio das informações, a lógica argumentativa em cada tópico, que pode ser do mais genérico ao particular ou ao contrário, pode haver argumentos dedutivos ou indutivos, se há paralelismo ou gradação nas ideias, se há omissões relevantes entre dados e argumentos, se existe homogeneidade na apresentação de dados, se há amarração entre todos os pontos levantados e as conclusões obtidas. Claro que o autor faz isso, e todos os demais envolvidos na redação também – mas aqui estamos falando de revisar, repetir os processos de verificação com método, isenção e distanciamento, para aperfeiçoamento do produto, sendo que produto aqui é o texto.
Bem, já sinto que não acaba aqui; então revisão é um processo demorado?
  • Revisão de texto, mais que um processo demorado, é um processo contínuo. A interferência do revisor profissional no texto, normalmente verificada imediatamente entre a conclusão do texto e sua divulgação, é sempre mais superficial que deveria ser. Mas ela sempre cumpre, de acordo com a condição possível, sua função de melhorar o texto, no contexto da pressa dos autores e cumprimento dos prazos. Também existe, como fator de limitação do trabalho do revisor e sua equipe, o orçamento disponível para o serviço e a capacidade pagadora do cliente. Normalmente, o revisor ou a equipe trabalham com o critério de três ou quatro visitas ao texto, em cada uma delas sendo checadas determinadas coisas. São as fases da revisão. Mas, para excelência, a revisão deveria ter um ciclo maior, com mais fases e com algum circunlóquio – retorno a fases anteriores; naturalmente, isso demandaria bem mais trabalho, tempo e dinheiro. A revisão de textos ajusta a necessidade à possibilidade existente, fazendo o melhor possível no contexto – sim, novamente o contexto!
Quais são as etapas deste processo de revisão de textos?
  • A primeira etapa, que recebe muitos nomes, eu a chamo de revisão primária – é a fase em que são eliminados os principais erros de digitação, de lapsos, de repetições. Espaços indevidos, palavras coladas umas nas outras ou na pontuação antecedente, repetições excessivas de determinadas expressões são alguns quesitos a que se procedem então. De certa forma, a rotina dos trabalhos e a divisão de tarefas a cada fase é bem particular de cada revisor e de uma equipe de revisão, muitas vezes sendo considerada o “segredo industrial” do ramo. Basicamente, as etapas vão do geral a cada particularidade, depois voltando ao geral, assim o texto vai sendo aperfeiçoado em bloco, todo ele em conjunto.
E depois de revisado, o texto está pronto para imprimir ou apresentar?
  • Pronto o texto estava antes de ser revisado, e pronto o texto nunca está. Pronto é quando o texto vai para a revisão, quando ele volta dos revisores, ele não está pronto mais: muito nele terá sido modificado e caberá ao autor considerar as sugestões dos revisores. Isso mesmo, sugestões; os revisores apresentam sugestões a serem consideradas pelo autor, afinal o texto tem dono. Assim, cumpre ao autor, depois da revisão, deliberar sobre as interferências do revisor. É certo que o autor não vai reverter lapsos ortográficos, concordância ou outros elementos mais simples em que houver interferência, mas em uma frase que tenha parecido ambígua ao revisor o sentido pode ter sido invertido! É esse o problema da ambiguidade: pode ser entendido o contrário do que se pretendia apresentar. É comum haver troca de informações entre autores e revisores durante o processo, e os critérios e compreensão dos assuntos vão se afinando... Mas aqui estamos falando de uma revisão ideal, aquela rara em que não há premência, o tempo sempre foge por entre os dedos.
E os revisores cortam partes do texto do autor?
  • Depende muito, pequenas “amputações” sempre são feitas, há excessos de artigos, excessos de preposições, e palavras desnecessárias. O que sobra, o que não é fundamental à ideia é suprimido. Isso ocorre principalmente no texto acadêmico, normalmente muito “enxuto” é como ele deve ficar. Claro que existem textos acadêmicos, em diversas áreas, que incluem elementos estéticos, mas isso não ocorre, por exemplo, nas áreas tecnológica e biomédica. Há ainda parágrafos inteiros que se repetem! É muito comum o autor usar um parágrafo num fragmento do texto longo, usá-lo depois em outro fragmento e ao juntar as partes o segmento ficar duplicado. Claro que esse é um caso de corte. Um tipo de específico de revisão, o copydesk também pode incluir cortes para redução do tamanho do texto ou sua readaptação a outros fins. Mas nunca o revisor de textos poderá, por exemplo, cortar algo de que não tenha gostado, algo assim não. Já deu para notar que cortar é mais um elemento contextual.
Não deixe de ler: Revisando seus textos - Foco em revisão de teses e dissertações - Como escrever bem - O trabalho do revisor de textos

Revisando seus textos


Revisar o texto evita escorregões.
O que é revisar um texto?
  • Revisar um texto é o processo técnico que visa torná-lo melhor que ele se apresenta. Qualquer texto pode e deve passar por contínuas revisões, a cada reapresentação ou reedição. A palavra revisar vem do latim revisere, significa nesse contexto ver de novo, examinar novamente, visar outra vez, e é algo diferente de rever simplesmente, pois implica a disposição para modificação e melhoria.
Mas não é só consertar ortografia, pontuação, gramática?
  • Claro que não! Na verdade isso é importante, mas a maioria dos programas de edição de texto já faz a maior parte desse trabalho. O trabalho do revisor fica abreviado por esses programas, sim, mas isso representa apenas um ganho de tempo para o autor e o revisor, não uma solução do problema. Revisar o texto inclui melhorá-lo em todos os aspectos, basicamente fazendo dele uma melhor ferramenta de comunicação entre o autor e o leitor. Eu diria que revisar é consertar o que estiver errado e concertar – assim com “c”, para que tudo esteja em harmonia!
Bem, então é uma questão de reordenar frases, evitar repetições, vícios de linguagem?
  • Sim, também isso! Essas questões ortográficas, gramaticais e de estilo são partes do processo amplo da revisão de texto, algumas vezes são chamadas de preparação do texto, outras de copydesk, ou de revisão primária, secundária até a revisão final – que nunca é a última mesmo, mas apenas significa que é preciso entregar o trabalho.
E o autor não pode revisar seu próprio texto, se ele for bom de português?
  • Todo autor lê e relê muitas e muitas vezes o que ele escreve. Todos fazemos isso. Mas o processo de revisão, como modernamente o compreendemos, pressupõe alteridade – o que quer dizer que é necessária outra pessoa, de fora do processo de criação do texto, para revisá-lo com isenção e distanciamento. As pessoas que estão envolvidas na criação do texto, autor ou autores estão muito próximas dele, podem deixar passar lapsos por terem uma leitura já apressada, ou pior: podem não perceber as dificuldades que uma pessoa de fora teria em compreender as informações e argumentos. Então, é necessária outra pessoa, ou outra equipe para a revisão do texto, principalmente se for um texto formal, destinado à publicação, seja pela edição, defesa ou qualquer outra mídia.
Vejo que a revisão é mais importante que eu supunha. O que mais está envolvido na revisão, por exemplo, de um texto acadêmico?
  • Escrever é um processo de criação, no caso do texto acadêmico, a criação está comprometida com a apresentação de uma verdade suposta, de um conhecimento produzido ou de analises sobre conhecimentos anteriores – quando não for tudo isso. Esse texto tem características próprias, diferentes do texto literário ou jornalístico, por exemplo, portanto requer uma estrutura própria de apresentação das informações, dos argumentos e das conclusões obtidas; muitas vezes essa estrutura é formal, uma forma mesmo que limita a criatividade, e cumpre ao revisor, em tal caso, verificar se o texto ficou bem amarrado em tais parâmetros.

Leia em seguida: Como funciona a revisão - Quanto custa a revisão de textos - Defendendo o texto - Quem sabe revisar?

6 de maio de 2011

Dicas para melhorar a produção de artigos e teses

No mundo acadêmico, em que a quantidade e qualidade de artigos publicados é importante para o destaque profissional, é preciso estar atualizado e capacitado para produção rápida e eficiente de artigos.
Leia e escreva no computador,
revise na Keimelion.
Podem ser artigos para a mais conceituada das publicações científicas ou postagens para seu blog, o primeiro tipo requer maturação de ideias e profundidade, o segundo tipo requer constância e brevidade. Mas qualquer texto moderno tem que ser mais ágil e mais dinâmico em sua estrutura, lincado internamente e externamente, autualizadíssimo e dando conta das informações globais sobre o assunto em pauta.
No sentido de colaborar para essa produção frenética e em moldes bem distintos dos de poucas décadas é que vão as seguintes sugestões:
  1. Sei que você ainda deve ser apaixonado por papel, por livros, artigos impressos e por cópias xerográficas; vá abandonando esses amores, os textos estão cada vez mais em suporte eletrônico e você não poderá imprimir, carregar e rabiscar aquele monte de papel. Com o advento dos tablets, essa tendência recrudesceu e não há como evitar o texto virtual. Qualquer equipamento permite anotações, grifos, iluminações e comentários, tal qual era feito no papel. Desencane e chegue ao século XXI, cuja primeira década já se foi.
  2. Ao escrever, se a ideia já está toda na cabeça, escreva, de existem apenas alguns pontos, escreva, se vai ser feita uma chuva de ideias, escreva, escreva, escreva. Não há nada mais produtivo para a escrita que escrever. Tudo que for escrito poderá ser aproveitado, descartado, modificado ou mesmo evitado conscientemente – depois de visto em forma de texto. É preciso que se criem mecanismos de evitem o bloqueio de produção, o “branco”, escrever é o melhor método.
  3. Cuidado com o conflito de versões! Se você for salvando milhares de arquivos com nomes diferentes, sem lhes indicar a progressão, pode errar e trabalhar num arquivo ultrapassado e depois ter partes das boas ideias e dos trabalhos espalhados por diferentes arquivos, com perda de tempo e de conteúdo. Use algo como: versão a.docx. / versão b.docx. / e por aí afora. Mesmo nome com um indicativo sequenciador.
  4. Não tenha dó, escreva bastante, mas depois corte tudo que não for necessário, tudo que for repetitivo, tudo que for superficial e tudo que já tiver sido dito exaustivamente. Assim suas brilhantes ideias originais ficarão em destaque ao invés de se perderem no amontoado de coisas que os outros já escreveram. Refira-se ao que for de domínio amplo sem citar extensamente, refira-se ao antigo e ao novo sem juízos de valor por antiguidade ou modernidade, refira-se ao clássico de passagem, refira-se pouco a si mesmo!
  5. Reescreva, leia novamente imaginando-se na pessoa de seu leitor. Leia com calma. Guarde sem ler por algum tempo, se for texto que permita isso. Modifique o que for necessário. Encaminhe para um revisor de textos. Submeta a colegas e leigos que se dispuserem a ler. Discuta com o revisor as interferências que ele tiver feito. Se for uma tese ou dissertação, tente se antecipar várias semanas aos prazos: juro que isso será um diferencial positivo a seu favor. O revisor agradecerá a antecipação, o orientador fará uma festa e você se sentirá bem mais feliz se não ficar premido pelo tempo.


Leia mais aqui no blog: Dicas sobre resumos de trabalhos acadêmicos - Revisor de textos - Lugar-comum, vício comum

3 de maio de 2011

Revisamos textos de qualquer estado ou país


Revisamos para o mundo.

Nosso objeto de trabalho é a revisão de textos. Temos o foco em teses e dissertações, mas revisamos todo tipo de texto. Fazemos formatação em todas as normas.
Não importa a origem do trabalho, com a internet, atendemos clientes de qualquer estado ou mesmo de fora do Brasil. Como os textos trafegam pela internet e nosso sistema de controle recíproco é perfeitamente confiável, os clientes de qualquer parte do planeta podem contratar nossos serviços para suas teses, dissertações ou qualquer outro tipo de texto.
Como funciona?
  1. Primeiro o cliente nos envia o material e elaboramos um orçamento detalhado; discutido o valor, prazo e condições de pagamento, o orçamento é aprovado pelo cliente e o trabalho entra na ordem de serviço.
  2. Durante o desenvolvimento da revisão do texto e da formatação, a cada dia o cliente recebe um documento contendo o estado da arte, estágio de desenvolvimento do trabalho, a partir do qual pode acompanhar o formato e as interferências que estão em andamento.
  3. Dependendo das condições de pagamento acertadas, inclusive em função do tamanho do projeto, poderão ser feitos pagamentos durante o desenvolvimento do trabalho, ou ao término dele, quando o cliente der a aprovação final do texto.
  4. Quando o trabalho é concluído o cliente recebe dois arquivos completos, um apresentando tudo que foi feito (controle de alterações) e outro com a forma da impressão. Estes arquivos serão liberados para impressão e edição mediante quitação.
  5. Caso o cliente opte pelo parcelamento em duas ou três prestações mensais, a liberação dos arquivos se fará pelo encaminhamento de contrato formal entre as partes e pela quitação da primeira parcela, ou o pagamento poderá será feito por Marca de aceitação, inclusive com uso de cartão de crédito.
  6. Em caso de tese ou dissertação a ser defendida, comprometemo-nos a efetuar as modificações formais no texto reformatado, mediante estrita reserva da inviolabilidade do arquivo original, se a banca solicitar. O cliente nos enviará uma lista de erratas, ou algo assemelhado. Não haverá ônus nesses ajustes.

Mais a ler: Como escrever bem - Redação técnica e científica - Orçamento para revisão de texto

1 de maio de 2011

Quanto custa a revisão de textos?



Não há alternativa:
revisão é na Keimelion.
Revisão de textos é um serviço de custo elevado. Quando um autor conclui um trabalho de monta, uma tese, por exemplo, e se vê na necessidade absoluta de contratar um revisor para as centenas de páginas a que ele dedicou alguns anos de sua vida, normalmente esqueceu-se de se preparar para o custo da revisão. Aí parece caro.
Certamente um revisor profissional, habilitado e qualificado cobrará milhares de reais para uma revisão desse tipo. Esse revisor, lembrem-se, é um profissional sênior, tem curso superior e vários anos de prática com textos científicos, normalmente é pós-graduado. Trata-se de um profissional que, normalmente, dedica-se com exclusividade ao seu ramo de trabalho e precisa ter disponibilidade imediata para a tarefa a que é solicitado.
Não se improvisa um revisor, seu trabalho não pode ser substituído pelo favor de algum parente ou conhecido que tenha domínio pleno da língua, um professor de português, por exemplo. O domínio da gramática e os outros atributos linguísticos necessários são bem disseminados, mas a habilidade específica e o pleno controle do registro formal acadêmico nem sempre são encontrados nas pessoas. Não se trata apenas de o texto estar certo, mas de melhorá-lo e adequá-lo plenamente ao fim a que se destina.
Portanto, antes de pensar em quanto custa a revisão de textos, é o caso de pensar no custo de formação de um revisor, no custo da disponibilidade dele para quando for necessário, no custo dos anos de prática e de exercício de tarefas assemelhadas. O custo da revisão, da boa revisão que um trabalho de qualidade merece é elevado, reconheço, mas não existe milagre no mercado, para comprar ou contratar o que é bom ou o melhor existem ônus necessários.
Quer saber o preço? Solicite orçamento, mas veja que o custo não é o de uma correção, revisão é bem diferente e mais que isso.

Keimelion, revisores acadêmicos

Nossos telefones:
São Paulo +55 (11) 3042-2403
Rio de Janeiro +55 (21) 3942-2403
Belo Horizonte +55 (31) 3889-2425
Skype: keimelion
Solicite orçamento sem compromisso, enviando o texto para:
keimelion@gmail.com
Não elaboramos trabalhos de graduação ou pós. Não insista.