4 de setembro de 2011

Em busca do texto perfeito

A diferenciação entre o copidesque e o revisor de provas pode ser difícil de praticar, mas parece ser parte de uma prática antiga na coordenação das tarefas dos produtores de livros e outros objetos de ler. É importante que o especialista em tratamento de textos saiba intervir adequadamente, de acordo com a demanda, e possa se enquadrar em tipos distintos de prestação de serviços, a despeito de certas fusões atuais das tarefas, causadas principalmente por mudanças tecnológicas.
por Ana Elisa Ribeiro
A missão da revisão de textos é o
aperfeiçoamento, a perfeição continua
inalcançável.
Hoje é possível se editar sozinho uma obra, desde a contratação do texto, ao tratamento do original e à produção gráfica. É o que têm feito artistas novatos e poetas, de maneira competente, sem vínculo com empresas e selos editoriais.
A importância do revisor e do copidesque se aloja na necessidade de conferir legibilidade (ou inteligibilidade) aos textos, uma leitura perspicaz e especializada em obra que não deveria circular sem certos ajustamentos. Embora se saiba que nem todas as casas editoriais contratam esses serviços, é plenamente reconhecível um produto bem-tratado e um outro que tenha negligenciado as fases de produção de obras desde as equipes editoriais de antes de Gutenberg. Basta percorrer uma livraria e fazer observações empíricas.
Em busca do texto perfeito: (in)distinções entre as atividades do editor de texto e do revisor de provas na...


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