25 de novembro de 2010

Keimelion - segurança em revisão de textos acadêmicos

A Keimelion trabalha há mais de dez anos com revisões de textos acadêmicos, literários, jurídicos e empresariais. Fazemos também a formatação, profissionalmente, segundo qualquer norma que o cliente indique: ABNT, Vancouver, Chicago, ISO, APA e muitas outras.

Se você está precisando de nossos serviços, teremos prazer em atender; talvez suas primeiras dúvidas possam ser esclarecidas em nossas informações.
Fazemos o orçamento da revisão e formatação sem compromisso, mas precisamos receber seu trabalho para isso. O preço final só será estabelecido à vista do material, com possibilidade de desconto para trabalhos longos.
Escreva-nos: keimelion@gmail.com
Para falar conosco: +55 (11) 3042-2403 (21) 3942-2403 / (31) 3889-2425
Atendemos a clientes de todo o Brasil e também do exterior. Pagamentos por transferência bancária, depois que o cliente vir o serviço. Total segurança para ambas as partes. Veja nosso extenso portfólio. Em nenhuma hipótese fazemos os trabalhos nem colaboramos com nenhum tipo de fraude acadêmica, práticas que condenamos e combatemos.

Regra para o hífen

O hífen sempre foi problemático, com as mudanças da nova ortografia os problemas não aumentaram nem diminuíram, mas muita coisa ficou diferente - até mesmo parece que foi só para complicar; não nos cabe mais discutir, resta aprender. Aprender aos poucos. Aqui vai umas das novas regrinhas básicas.

Com a palavra:
Dad Squarisi






Quando usar tabelas

24 de novembro de 2010

Capas de trabalho acadêmico

Nunca deixe a revisão do texto para a última hora.
Capa de monografia IFAC/UFOP
Muitos dos acessos a este blog têm sido feitos em busca de imagens de capas de trabalhos acadêmicos e informações sobre sua elaboração. Somos levados a crer que o assunto gera mais dificuldade e interesse que suporíamos; por isso, vamos colocar algumas considerações que temos sobre a questão, observando que são pontos de vista nossos sobre o caso - distantes em alguns casos de quaisquer normas institucionais.
A maior parte das instituições brasileiras alega adotar as normas da  ABNT sobre o assunto, mas as modifica, adaptando segundo seu entendimento da questão. Acreditamos que, na verdade, costumam dar mais atenção à capa que deveriam e aumentar o problema além do que ele mereceria. Em parte, isso reflete aquela antiga postura escolar, de fazer a capa bem bonita, para que ela esconda um trabalho não tão bom.


Toda boa tese merece revisão na Keimelion.
Capa de dissertação PUC/SP
Existe, por parte das instituições, um salutar interesse em simplificar as capas e a diretriz de padronizar o elemento - o que nem sempre é tão necessário ou importante. As regras, tanto as da ABNT quanto as das instituições de ensino, geralmente não se adaptaram às múltiplas possibilidades agregadas pelos editores de textos e regulam a questão como se os trabalhos ainda fossem feitos à máquina de escrever. Desconsideram a possibilidade de recursos gráficos, fingem desconhecer a variação do tamanho das letras (corpo da fonte), exigindo o uso de capitais (minúsculas) sem nenhuma necessidade, nem mencionam a possibilidade de ilustração.

Para discutir o caso, vamos entender primeiro o que é, ou deveria ser a capa: todo mundo sabe que capa é aquilo que reveste o trabalho, dando-lhe cobertura e proteção - bem como a apresentação inicial do conteúdo do volume. Pois bem, capa é o exterior! Mas muitas vezes temos observado que, em volumes encadernados, com os dizeres formas impressos na capa-dura, quando se abre o trabalho, a primeira coisa que se encontra é... Outra capa!
Revisamos dissertação e tese com pontualidade.
Capa de dissertação - USP
Trata-se evidentemente de um equívoco de interpretação (sem nenhum dano importante, note-se), mas depois da capa (dura) o que deveria vir seria a folha de rosto, tal como a conhecemos.

As capas de papel só fazem sentido naqueles volumes provisórios encadernado em espiral e cuja cobertura transparante permite que as informações da primeira folha (que assume a função de capa) fiquem à vista. Nos casos de encadernação dura, de capa opaca, a folha com os dados da capa se presta a que o encadernador componha a  capa, imprimindo em caracteres metálicos sobre o cartão do revestimento.

Observemos, neste ponto, que os encadernadores, em geral, não possuem a mesma amplitude de recursos e liberdade que temos de uso (em tese, mas formalmente é vedada) de fontes e corpos variados. Portanto, não se pode ser muito criativo no tradicional formato de capa dura escura com letras douradas - nem é isso que as instituições preconizam.


A dissertação bem revisada garante a clareza do texto.
Capa de dissertação PUC/PR
Já as modernas gráficas rápidas dispõem de recursos que possibilitam a impressão de capas em policromia e com imagens e composição gráfica sofisticada - o que execrado pelas normas e maioria dos programas de pós-graduação como se uma capa moderna afastasse a a qualidade do conteúdo.


Então continuamos a depositar teses, dissertaçõe monografias com as capas que seriam possíveis nos primórdios do século passado, descnsiderando cem anos de evolução gráfica.

Somente os cursos mais abertos, de arte, ou de design, segundo temos observado, têm dado abertura para as capas serem feitas segundo os recursos disponíveis, fugindo das limitações que não existem mais.
 
Aqui apresentamos algumas capas que ilustram as questões que já apontamos, e que se revestem de questiúnculas (questões irrelevantes - mas só mesmo essa palavra antiga para bem expressar os casos) sobre as quais teceremos considerações.

A primeira das capas aqui (monografia IFAC/UFOP) contraria tudo que ABNT e a maioria das normas intitucionais postula. Cor, grafismo, fotografia. Além desses elementos, facilmente verificáveis, o trabalho foi impresso em formato diferente dos comuns (A4 - predominante ou ofício - mais raro), sendo o papel cortado na proporção áurea, por necessidade do discurso do texto.

A melhor revisão de textos não pode ser barata.
Capa monografia
 A segunda capa (dissertação PUC/SP) exemplifica duas coisas que não nos agradam: o nome da instituição precedendo o do autor (já vimos referência a mecanismos de indexação que interpretam, em casos semelhantes, a instituição como sendo autora), claro detrimento à pessoa em benefício da corporação; e o uso de caixa alta e textos da capa, recuso antiquado de composição, quando se pode usar o tamanho da fonte e o negrito com muito melhor resultado gráfico.

A capa seguinte (monografia USP), apresenta o nome da instituição ao pé da página (o que diverge da ABNT, mas que me parece pertinente) mas duplica a informação da cidade, já contida no nome da instituição - pecando por excesso onde a síntese poderia ser privilegiada. No mesmo sentido, a capa da dissertação (PUC/PR) que segue, apresentando excessivas informações institucionais no tope, relegando o autor. Aqui ainda vemos uma capa de monografia que contém as informações da natureza do trabalho que deveria ser limitadas à folha de rosto.


Artigo científico precisa de revisor profissional.
Capa de tese PUC/SP
A seguir, o exemplo ao lado (tese, PU/SP) é uma capa que já apresenta alguns dos problemas anteriormente delineados, excesso de informação, letras capitais, nome da instituição do topo. Mas o depósito dos exemplares com essa capa foi recusado pela funcionária (mais um juiz no caso!) por conter a logomarca da instituição - o que foi feito com base na norma da PUC para uso daquela peça gráfica, um caso de conflito de normas internas, da instituição em geral com as normas particulares da pós-graduação ou da biblioteca. Aqui é o caso de que manda quem pode, obedece quem tem juízo, ou seja: não se pode ficar preso ao que dizem as instruções formais, mas deve-se atentar à interpretação que o menos relevante funcionário que intervier  tem delas. No caso, observar essas interpretações é a regra de ouro.

Talvez não tenhamos resolvido aqui nenhum problema quanto à elaboração de capas, mas apresentamos alguns dos problemas existentes. Infelizmente essas questões costumam vir a ser mais uma dor de cabeça para as pessoas, sem nenhuma necessidade disso.

22 de novembro de 2010

Redação técnica e científica


Não basta ter bons computadores para redigir
um bom texto técnico ou científico.
É necessária a colaboração do revisor de textos.

Há alguns fatos conhecidos sobre a redação técnica e científica. Na verdade, são generalizações mais que qualquer outra coisa, mas você vai ser mais impressionado se eu chamá-los de fatos:
  1. Pessoas que trabalham em áreas técnicas têm dificuldade para escrever as coisas claramente.
  2. Em consequência, a escrita técnica tem tendência a ser terrível.
Em alguns casos, a má qualidade da redação técnica ou científica é resultado da falta de objetividade ou dos ruídos das informações que o autor detém. Se você é um técnico ou cientista e gastou longos anos de estudo no objeto de seu trabalho, isso vai dificultar a escrita do texto que explicará ao grande público o que é ou como funciona o que você fez tão bem. Quem não conhece o jargão da área e todo o processo de pensar e desenvolver aquele produto terá dificuldade de separar do texto as informações de que necessita. O resultado é um manual ruim, obscuro ou um texto explicativo que confunde.
Algumas pessoas que trabalham na área técnica ou desenvolvem pesquisa científica não se comunicam bem com quem não é de seu ramo. Isso inclui escrever mal, infelizmente. Quem está altamente envolvido em ambientes de servidores, TI – por exemplo – pode não ser capaz de apresentar eficazmente todos os prós e contras da virtualização. Ou pode ser capaz de dizer prós e contras, mas não de forma coesa e interessante.
É em situações como esta que um escritor profissional ou o revisor de textos deve ser solicitado a colaborar. Para explicar prós e contras de ambientes de computação em nuvem ou escrever um guia para iniciantes para determinado produto, a combinação da experiência profissional de redação com conhecimento das normas de escrita pode fazer a diferença entre produto ou serviço ser bem sucedido, ou fracassar.
A escrita técnica é cheia de jargões e tecnicismos e, às vezes, isso é bom. Ninguém quer um guia de firewalls Cisco, por exemplo, escrito de tal forma que poderia perecer leitura cotidiana, afinal, não é um assunto cotidiano. Jargões e frases técnicas são frequentemente necessários para um documento técnico. Depende do público a que se destina. Mas um guia para a escolha de um provedor de hospedagem de site precisa ser escrito de tal maneira que possa ser bem compreendido pelos leigos no assunto.
A escrita técnica e científica pode ser bastante desastrosa por incompreensão quanto ao público-alvo. Ela pode ser terrível por causa da falta de objetividade. E isso pode ser muito ruim, porque a pessoa que escreveu não formulou o texto tendo em vista o leitor.
Em qualquer caso, um revisor de textos profissional é necessário para ajudar a resolver as questões linguísticas e melhorar a compreensão do texto. O autor precisa ter conhecimento suficiente sobre o assunto para dar a profundidade e abrangência necessária. O revisor do texto precisa ter o domínio completo da ferramenta de comunicação (o texto) e a visão do ponto de vista do leitor final. O melhor autor técnico do mundo está propenso a prejudicar seu trabalho se o texto decorrente dele não o apresentar adequadamente, se ele não domina completamente a mídia comunicacional. É necessário que cada autor técnico e científico reconheça que, assim como ele domina seu campo de conhecimento, o texto é um campo de conhecimento de outro profissional: o revisor de textos, um técnico e cientista da língua que pode aperfeiçoar a comunicação sobre o produto de modo eficaz.
Adaptação e revisão de:
Porque é que a escrita técnica tão terrível assim?
[Eis um exemplo do que o texto diz.]


Leia neste blog:

21 de novembro de 2010

O trabalho do revisor de textos


Ferramentas de trabalho para
revisão de textos.
Aquele que trabalha com as mãos é um ARTESÃO.
Aquele que trabalha com a mente é um SÁBIO
Aquele que trabalha com a inspiração é um ARTISTA.
Aquele que trabalha com a técnica é um PROFISSIONAL.
Aquele que trabalha com a intuição é um MÍSTICO.
Aquele que trabalha com o coração é um ESPIRITUALISTA.
Aquele que trabalha com as mãos, mente, inspiração, técnica, intuição, coração, gramáticas, dicionários, computador, internet, erudição, mais todos os recursos possíveis e prazos impossíveis é um REVISOR DE TEXTOS.



10 de novembro de 2010

Erros comuns 91 a 100

Erros de morte
Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada. Veja os cem mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.


  • 91 – O fato passou “desapercebido”. Na verdade, o fato passou despercebido, não foi notado. Desapercebido significa desprevenido.
  • 92 – “Haja visto” seu empenho... A expressão é haja vista e não varia: Haja vista seu empenho. / Haja vista seus esforços. / Haja vista suas críticas.
  • 93 – A moça “que ele gosta”. Como se gosta de, o certo é: A moça de que ele gosta. Igualmente: O dinheiro de que dispõe, o filme a que assistiu (e não que assistiu), a prova de que participou, o amigo a que se referiu, etc.
  • 94 – É hora “dele” chegar. Não se deve fazer a contração da preposição com artigo ou pronome, nos casos seguidos de infinitivo: É hora de ele chegar. / Apesar de o amigo tê-lo convidado... / De pois de esses fatos terem ocorrido...
  • 95 – Vou “consigo”. Consigo só tem valor reflexivo (pensou consigo mesmo) e não pode substituir com você, com o senhor. Portanto: Vou com você, vou com o senhor. Igualmente: Isto é para o senhor (e não “para si”).
  • 96 – Já “é” 8 horas. Horas e as demais palavras que definem tempo variam: Já são 8 horas. / Já é (e não “são”) 1 hora, já é meio-dia, já é meia-noite.
  • 97 – A festa começa às 8 “hrs.”. As abreviaturas do sistema métrico decimal não têm plural nem ponto. Assim: 8h, 2km (e não “kms.”), 5m, 10kg.
  • 98 – “Dado” os índices das pesquisas... A concordância é normal: Dados os índices das pesquisas... / Dado o resultado... / Dadas as suas ideias...
  • 99 – Ficou “sobre” a mira do assaltante. Sob é que significa debaixo de: Ficou sob a mira do assaltante. / Escondeu-se sob a cama. Sobre equivale a em cima de ou a respeito de: Estava sobre o telhado. / Falou sobre a inflação. E lembre-se: O animal ou o piano têm cauda e o doce, calda. Da mesma forma, alguém traz alguma coisa e alguém vai para trás.
  • 100 – “Ao meu ver”. Não existe artigo nessas expressões: A meu ver, a seu ver, a nosso ver.


Leia toda a série dos cem erros comuns

9 de novembro de 2010

Revisão ortográfica, revisão gramatical


Revisão ortográfica e gramatical
Muitas vezes as pessoas procuram por revisão ortográfica ou revisão gramatical de seus textos, o que não é exatamente o que elas estão desejando. Mais grave é quando “profissionais” anunciam estes serviços, o que não é adequado e pode indicar algum tipo de precariedade no serviço oferecido.
[Esta postagem foi atualizada, sendo substituída por uma série mais longa que trata bem mais a fundo a questão dos termos referentes à revisão de textos; veja nos links:] 
Revisão... de textos? Linguística? Textual?
(1) - (2) - (3)(4) - (5)

7 de novembro de 2010

Orçamento para revisão de texto

Como muitos outros serviços, a revisão de textos demanda orçamento e, muitas vezes tomada de preços antes de ser contratada. O orçamento, quando aprovado, tem valor de contrato sumário entre as partes; ele representa em linhas gerais o tipo de serviço solicitado, o prazo para sua execução e preço estipulado para a tarefa. Até aqui, é o mesmo para qualquer serviço.
Quase a totalidade dos revisores, inclusive nós, estabelece o valor para efeito de orçamento a partir de uma unidade que chamamos lauda, a quantidade de texto mais ou menos equivalente àquela compreendida pela página em espaço 2. Mas como as fontes variam (Arial ou Times New Roman, e.g.), a mancha varia (espaço ocupado pelo texto no retângulo formado pelas margens) e há ainda outras variáveis, a configuração da lauda é pelo número de caracteres (letras, pontuação e espaços). Mas não há uniformidade entre a quantidade de caracteres que constitui a lauda. Nós adotamos a quantidade de 1500 caracteres como padrão, mas há quem use de 1200 a 1800. Importa é que a quantidade fique estabelecida.
O custo da revisão, por lauda, costuma varia segundo o tipo de texto. Cobra-se mais, na praça, por textos publicitários que por textos literários, por exemplo. A revisão de textos acadêmicos costuma se situar entre os valores anteriores. Normalmente, os textos acadêmicos representam boa parte da demanda por revisão e grande número de revisores trabalha com eles. O custo da revisão quase sempre recai sobre o autor, que é onerado ao fim de seus cursos de pós-graduação ou a cada artigo de produza. Nesse tipo de texto, costuma-se praticar algum desconto sobre o preço básico, em função da extensão do trabalho, algumas vezes teses de várias centenas de laudas. Há ainda a prática de divisão do valor total do orçamento, nesse caso, em algumas parcelas mensais que possibilitem ao autor arcar com a despesa.
Além da revisão, outros serviços podem ser solicitados e serão incluídos no orçamento: tradução de abstract, tratamento de imagens, formatação, elaboração de gráficos e tabelas. Esses elementos tem formação de preço diferenciada e não vou tratar dela aqui.
Revisão é um trabalho que demanda tempo, esse tempo é expresso no orçamento pelo prazo estipulado para o trabalho. Normalmente, os revisores tem seu prazo comprimido pelos autores entre a finalização do texto (e aprovação pelo orientador – quando é o caso) e a entrada na gráfica para impressão e entrega ao destino: depósito da tese ou envio à revista, dentre outros.
É recomendável que o autor solicite orçamento ao revisor antes de terminar o trabalho, principalmente no caso de trabalho longo, para fazer a escolha do profissional e poder fazer a reserva de agenda para sua obra. Não adianta saber que a revisão demandará uma semana e naquela exata semana o revisor já ter se comprometido com outro texto.
Observo que não se pode simplesmente comparar os preços entre revisores para escolha do preço mais acessível. Revisões são trabalhos personalíssimos, cada revisor trabalha com critérios próprios e eles poderão ser, na maioria dos casos, ajustados ao interesse do cliente. Solicite, com o orçamento, amostra do serviço (duas ou três páginas revisadas) para exemplificação dos critérios e para escolha segundo sua preferência e compreender a razão do preço estabelecido.
O orçamento da revisão de um texto conterá: número de laudas e caracteres por lauda, valor cobrado por lauda e valor total, eventual desconto ou possibilidade de parcelamento, prazo para execução do trabalho, forma de pagamento e o que mais couber. Não deixe de responder ao orçamento solicitado – essa omissão é indelicada, pois fazer orçamento dá trabalho para o profissional.
Para nos solicitar um orçamento, envie seu texto (em Word, de preferência) para:
Teremos grande prazer em atender com máxima presteza.



Plágio e fraude acadêmica

Fraude acadêmica
A ameaça de plágio
Texto traduzido e adaptado de
"About Plagiarism"
Site contra plágio
O plágio é um problema grave e crescente na web. A qualquer momento, alguém pelo mundo pode copiar seu conteúdo on-line e instantaneamente colá-lo em seu próprio site, artigo ou tese - sem fazer qualquer referência à fonte. Depois de fazer pequenas mudanças, eles vão reivindicar seu conteúdo como próprio.

A Web é construída com trabalho árduo de pessoas honestas que dedicam seu tempo e energia para criar conteúdo original. A epidemia global de roubo de conteúdo viola os direitos das pessoas e desestimula a criação de conteúdo web.

Copyscape foi criado como um serviço público gratuito para resolver este problema crescente. Os recursos abaixo podem ajudar a proteger seus direitos e se defender contra as ameaças de plágio e roubo de conteúdo.

Evitar plágio

Tal como acontece com muitas outras coisas na vida, é melhor evitar o plágio antes que aconteça. Este simples Guia de Prevenção de Plágio vai ajudá-lo a evitar o plágio do conteúdo de seu site, ou seu texto - onde quer que ele esteja.

Detectando plágio

Cabe a você saber se alguém copiou o seu conteúdo sem autorização. Copyscape oferece um serviço gratuito que permite facilmente pesquisar online plágio e identificar os casos de roubo de conteúdo. No Copyscape, basta você digitar a URL do seu conteúdo original, e o site faz o resto. Copyscape também oferece serviços profissionais para necessidades mais avançada. No caso de um texto que não estaja publicado na web, bastará fazer um upload dele, mesmo sem possibilidade de acesso por terceiros, para que os recursos do Copyscape possa ser aplicados.

Respondendo ao plágio

Se você descobre que alguém roubou o seu conteúdo, é melhor agir com rapidez. Este Guia prático para responder ao plágio lista algumas das ações que você pode tomar para detectar os autores e garantir que seu conteúdo seja removido do site de ofensa.

Compreensão de seus direitos

O Copyscape Resource Center vai ajudá-lo a entender seus direitos e as leis (internacionais) que regulam o plágio online. Como as leis de direitos autorais variam de lugar para lugar, a lista também inclui links para informações sobre direitos autorais de diferentes países.

6 de novembro de 2010

Erros comuns: 81 a 90

Erros comuns, evite-os.

Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada.


  • 81 – A tese “onde”... Onde só pode ser usado para lugar: A casa onde ele mora. / Veja o jardim onde as crianças brincam. Nos demais casos, use em que: A tese em que ele defende essa ideia. / O livro em que... / A faixa em que ele canta... / Na entrevista em que...
  • 82 – Já “foi comunicado” da decisão. Uma decisão é comunicada, mas ninguém “é comunicado” de alguma coisa. Assim: Já foi informado (cientificado, avisado) da decisão. Outra forma errada: A diretoria “comunicou” os empregados da decisão. Opções corretas: A diretoria comunicou a decisão aos empregados. / A decisão foi comunicada aos empregados.
  • 83 – Venha pôr a roupa. Pôr, verbo, tem acento diferencial, por exceção à regra: Venha pôr a roupa. O mesmo ocorre com pôde (passado): Não pôde vir. Forma, pelo e pelos (cabelo, cabelos), para (verbo parar), pela (bola ou verbo pelar), pelo (verbo pelar), polo e polos perderam o sinal.
  • 84 – “Inflingiu” o regulamento. Infringir é que significa transgredir: Infringiu o regulamento. Infligir (e não “inflingir”) significa impor: Infligiu séria punição ao réu.
  • 85 – A modelo “pousou” o dia todo. Modelo posa (de pose). Quem pousa é ave, avião, viajante, etc. Não confunda também iminente (prestes a acontecer) com eminente (ilustre). Nem tráfico (contrabando) com tráfego (trânsito).
  • 86 – Espero que “viagem” hoje. Viagem, com g, é o substantivo: Minha viagem. A forma verbal é viajem (de viajar): Espero que viajem hoje. Evite também “comprimentar” alguém: de cumprimento (saudação), só pode resultar cumprimentar. Comprimento é extensão. Igualmente: Comprido (extenso) e cumprido (concretizado).
  • 87 – O pai “sequer” foi avisado. Sequer deve ser usado com negativa: O pai nem sequer foi avisado. / Não disse sequer o que pretendia. / Partiu sem sequer nos avisar.
  • 88 – Comprou uma TV “a cores”. Veja o correto: Comprou uma TV em cores (não se diz TV “a” preto e branco). Da mesma forma: Transmissão em cores, desenho em cores.
  • 89 – “Causou-me” estranheza as palavras. Use o certo: Causaram-me estranheza as palavras. Cuidado, pois é comum o erro de concordância quando o verbo está antes do sujeito. Veja outro exemplo: Foram iniciadas esta noite as obras (e não “foi iniciado” esta noite as obras).
  • 90 – A realidade das pessoas “podem” mudar. Cuidado: palavra próxima ao verbo não deve influir na concordância. Por isso: A realidade das pessoas pode mudar. / A troca de agressões entre os funcionários foi punida (e não “foram punidas”).

Leia toda a série dos cem erros comuns

    5 de novembro de 2010

    Erros comuns: 71 a 80

    Errar é humano
    Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada.
    • 71 – A temperatura chegou a 0 “graus”. Zero indica singular sempre: Zero grau, zero-quilômetro, zero hora.
    • 72 – A promoção veio “de encontro aos” seus desejos. Ao encontro de é que expressa uma situação favorável: A promoção veio ao encontro dos seus desejos. De encontro a significa condição contrária: A queda dos salários foi de encontro às (foi contra) expectativas da categoria.
    • 73 – Comeu frango “ao invés de” peixe. Em vez de indica substituição: Comeu frango em vez de peixe. Ao invés de significa apenas ao contrário: Ao invés de entrar, saiu.
    • 74 – Se eu “ver” você por aí... O certo é: Se eu vir, revir, previr. Da mesma forma: Se eu vier (de vir), convier; se eu tiver (de ter), mantiver; se ele puser (de pôr), impuser; se ele fizer (de fazer), desfizer; se nós dissermos (de dizer), predissermos.
    • 75 – Ele “intermedia” a negociação. Mediar e intermediar conjugam-se como odiar: Ele intermedeia (ou medeia) a negociação. Remediar, ansiar e incendiar também seguem essa norma: Remedeiam, que eles anseiem, incendeio.
    • 76 – Ninguém se “adequa”. Não existem as formas “adequa”, “adeque”, mas a penas aquelas em que o acento cai no a ou o: adequaram, adequou, adequasse.
    • 77 – Evite que a bomba “expluda”. Explodir só tem as pessoas em que depois do d vêm e e i: Explode, explodiram, etc. Portanto, não escreva nem fale “exploda” ou “expluda”, substituindo essas formas por rebente, por exemplo. Precaver-se também não se conjuga em todas as pessoas. Assim, não existem as formas “precavejo”, “precavês”, “precavém”, “precavenho”, “precavenha”, “precaveja”.
    • 78 – Governo “reavê” confiança. Equivalente: Governo recupera confiança. Reaver segue haver, mas apenas nos casos em que este tem a letra v: Reavemos, reouve, reaverá, reouvesse. Por isso, não existem “reavejo”, “reavê”.
    • 79 – Disse o que “quiz”. Não existe z, mas apenas s, nas pessoas de querer e pôr: Quis, quisesse, quiseram, quiséssemos; pôs, pus, pusesse, puseram, puséssemos.
    • 80 – O homem “possue” muitos bens. O certo: O homem possui muitos bens. Verbos em uir só têm a terminação ui: Inclui, atribui, polui. Verbos em uar é que admitem ue: Continue, recue, atue, atenue.

    Leia toda a série dos cem erros comuns

    Escolher um revisor de textos

    O revisor de textos é necessário.
    Algumas vezes as pessoas se veem na necessidade de contratar um revisor de textos e recorrem aos mecanismos habituais para fazer a escolha: indicação de conhecidos, propaganda em murais, ou recorrendo à internet – meio cada vez mais usual. De qualquer forma, a pessoa se vê na contingência de confiar seu texto a alguém que não conhece e cuja competência nem sempre está apto a avaliar.


    No processo de escolher o revisor, levam-se em conta alguns fatores óbvios que são os mesmos para qualquer profissional: a experiência do escolhido, sua qualificação, a responsabilidade na execução da tarefa, dentre outras. Quando a escolha se faz pela internet, boa parte da indicação fica a ser feita pelo Google – principal mecanismo de indexação e busca da atualidade, superando massivamente todos os demais. Assim, a procura se inicia dentre aquelas primeiras páginas das indicações apresentadas pelo site de pesquisa. O que avaliar?
    Os fatores a serem considerados, alguns já apontados, são semelhantes aos da contratação da maioria dos profissionais, mas considere que você não poderá exatamente ver o trabalho do revisor antes de contratá-lo. Nem será possível procurar aquele que simplesmente ofereça o menos custo. Revisores são profissionais altamente qualificados e especializadíssimos – poucos sabem disso! – havendo aqueles que dirigem o foco de sua atuação à produção de textos publicitários, outros à literatura e alguns ao meio acadêmico, apenas para citar alguns dentre os principais recortes possíveis. Claro que qualquer revisor está capacitado a revisar, minimamente, qualquer texto – mas o refinamento máximo só se obtém quando a especialização do profissional (ou sua equipe) atende à necessidade e característica do texto.
    Postas essas considerações, sugiro que, na escolha do profissional, observe-se o seguinte:
    1. Portfólio: se existe tal seção na apresentação ou site do profissional ou empresa, se há indícios de que haja número significativo de trabalhos assemelhados ao que você vai contratar, se a quantidade e antiguidade dos trabalhos indicados correspondem a tempo de experiência no ramo.
    2. Critérios: se há clareza nos métodos de trabalho propostos, rotinas estabelecidas em seus procedimentos, se existe literatura de referência sobre os critérios adotados e se há substância teórica para o estabelecimento dos critérios de trabalho.
    3. Responsabilidade: se existem indícios de seguir à risca os prazos, sendo capaz de entregar o trabalho no momento pactuado, se não haverá omissões ou imperfeições decorrentes de eventual urgência.
    4. Qualidade: como o profissional apresenta o resultado de seu trabalho, como ele demonstra seus critérios e a possibilidade de discussão ou reversão das interferências feitas.
    Claro que há muito mais coisas que podem e devem ser avaliadas, mas voltarei à questão em outro post, por enquanto alertando que não bastará a comparação de preços para escolha do revisor, pois há muitos revisores diferentes e muitas pessoas que se apresentam como tal sem a necessária qualificação e experiência. Invista um pouco de tempo na avaliação do revisor a contratar e, quem sabe, pague um valor mais elevado por uma equipe qualificada para contribuir em algo tão importante quanto seu texto.

    4 de novembro de 2010

    Erros comuns: 61 a 70

    Erro acidental
    Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada.
    • 61 – A moça estava ali “há” muito tempo. Haver concorda com estava. Portanto: A moça estava ali havia (fazia) muito tempo. / Ele doara sangue ao filho havia (fazia) poucos meses. / Estava sem dormir havia (fazia) três meses. (O havia se impõe quando o verbo está no imperfeito e no mais-que-perfeito do indicativo.)
    • 62 – Não “se o” diz. É errado juntar o se com os pronomes o, a, os e as. Assim, nunca use: Fazendo-se-os, não se o diz (não se diz isso), vê-se-a, etc.
    • 63 – Acordos “políticos-partidários”. Nos adjetivos compostos, só o último elemento varia: acordos político-partidários. Outros exemplos: Bandeiras verde-amarelas, medidas econômico-financeiras, partidos social-democratas.
    • 64 – Fique tranquilo. O u pronunciável depois de q e g e antes de e e i não pode mais ter trema, ele foi extinto: Tranquilo, consequência, linguiça, aguentar, Birigui.
    • 65 – Andou por “todo” país. Todo o (ou a) é que significa inteiro: Andou por todo o país (pelo país inteiro). / Toda a tripulação (a tripulação inteira) foi demitida. Sem o, todo quer dizer cada, qualquer: Todo homem (cada homem) é mortal. / Toda nação (qualquer nação) tem inimigos.
    • 66 – “Todos” amigos o elogiavam. No plural, todos exige os: Todos os amigos o elogiavam. / Era difícil apontar todas as contradições do texto.
    • 67 – Favoreceu “ao” time da casa. Favorecer, nesse sentido, rejeita a: Favoreceu o time da casa. / A decisão favoreceu os jogadores.
    • 68 – Ela “mesmo” arrumou a sala. Mesmo, quanto equivale a próprio, é variável: Ela mesma (própria) arrumou a sala. / As vítimas mesmas recorreram à polícia.
    • 69 – Chamei-o e “o mesmo” não atendeu. Não se pode empregar o mesmo no lugar de pronome ou substantivo: Chamei-o e ele não atendeu. / Os funcionários públicos reuniram-se hoje: amanhã o país conhecerá a decisão dos servidores (e não “dos mesmos”).
    • 70 – Vou sair “essa” noite. É este que designa o tempo no qual se está ou objeto próximo: Esta noite, esta semana (a semana em que se está), este dia, este jornal (o jornal que estou lendo), este século (o século 20).
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    Erros comuns: 51 a 60

    Alguns erros matam.
    Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada.

    • 51 – Chegou “a” duas horas e partirá daqui “há” cinco minutos. Há indica passado e equivale a faz, enquanto a exprime distância ou tempo futuro (não pode ser substituído por faz): Chegou há (faz) duas horas e partirá daqui a (tempo futuro) cinco minutos. / O atirador estava a (distância) pouco menos de 12 metros. / Ele partiu há (faz) pouco menos de dez dias.
    • 52 – Blusa “em” seda. Usa-se de, e não em, para definir o material de que alguma coisa é feita: Blusa de seda, casa de alvenaria, medalha de prata, estátua de madeira.
    • 53 – A artista “deu à luz a” gêmeos. A expressão é dar à luz, apenas: A artista deu à luz quíntuplos. Também é errado dizer: Deu “a luz a” gêmeos.
    • 54 – Estávamos “em” quatro à mesa. O em não existe: Estávamos quatro à mesa. / Éramos seis. / Ficamos cinco na sala.
    • 55 – Sentou “na” mesa para comer. Sentar-se (ou sentar) em é sentar-se em cima de. Veja o certo: Sentou-se à mesa para comer. / Sentou ao piano, à máquina, ao computador.
    • 56 – Ficou contente “por causa que” ninguém se feriu. Embora popular, a locução não existe. Use porque: Ficou contente porque ninguém se feriu.
    • 57 – O time empatou “em” 2 a 2. A preposição é por: O time empatou por 2 a 2. Repare que ele ganha por e perde por. Da mesma for-ma: empate por.
    • 58 – À medida “em” que a epidemia se espalhava... O certo é: À medida que a epidemia se espalhava... Existe ainda na medida em que (tendo em vista que): É preciso cumprir as leis, na medida em que elas existem.
    • 59 – Não queria que “receiassem” a sua companhia. O i não existe: Não queria que receassem a sua companhia. Da mesma forma: passeemos, enfearam, ceaste, receeis (só existe i quando o acento cai no e que precede a terminação ear: receiem, passeias, enfeiam).
    • 60 – Eles “tem” razão. No plural, têm é assim, com acento. Tem é a forma do singular. O mesmo ocorre com vem e vêm e põe e põem: Ele tem, eles têm; ele vem, eles vêm; ele põe, eles põem.

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