26 de outubro de 2010

Seleção de artigos científicos


Revisão de texto científico
tem que ser com a Keimelion.
A leitura de artigos científicos de qualquer área está condicionada a pareceres de interpretações textuais e icônicas. Para que se tenha uma boa compreensão daquilo que será lido e analisado, isto deve ser feito da mesma maneira como a que é feita por um determinado conselho editorial de revisores ou de colaboradores ad hoc. Com esta visão crítica, a busca inicial do que se pretende pesquisar tem como finalidade a seleção de artigos escolhidos para serem lidos de forma mais refinada. Por isso, tomam-se como critérios básicos sua contribuição ao tema que se pesquisa e, assim, lê-se o título, o resumo, etc. – ou conforme a pesquisa mencionada anteriormente. Depois de encontrado o que se procurou, ainda, outro “crivo”, é necessário: deve ser observada a originalidade do tema ou do tratamento dado ao mesmo, assim como a consistência e o rigor da abordagem teórico-metodológica apresentado no trabalho. Outras considerações levam em conta a escrita. Mas, para que se tenha objetividade nesta tarefa de busca, ao que será lido posteriormente, é necessário ler pacientemente, com atenção, desprendimento, calma, crítica despretensiosa e, principalmente, concentração. Quando esses atributos são mantidos e associados ao hábito da leitura, pode-se fazer a crítica precisa sobre aquilo que se tem para escrever sobre qualquer tema. 

Este é um fragmento adaptado de:
Como (não) Escrever um Artigo
José Felipe Almeida, José Maria Filardo Bassalo e Carlos Leonidas da S. S. Sobrinho
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25 de outubro de 2010

Descrição textual

A descrição é um tipo de texto em que se relatam as características de pessoa, objeto ou situação qualquer, inscritos em certo momento estático do tempo.
O texto descritivo não relata, como o narrativo, as transformações de estado que vão ocorrendo progressivamente com pessoas ou coisas, mas as propriedades e aspectos desses elementos em certo estado, considerado como se estivesse parado no tempo. 
Descreva a imagem acima.
Os fatos produzidos na descrição são simultâneos nesse tipo de texto, não existe relação anterior ou posterior entre os seus enunciados. Por isso, os enunciados descritivos podem ser alterados sem correr o risco de mudar a sequência cronológica.
Nos enunciados podem ocorrer verbos que exprimem ação, movimento, mas esses movimentos são sempre simultâneos, não indicando progressão em relação ao anterior e posterior. Se ocorrer essa progressão, inicia-se o seu percurso narrativo.
Ex: São Paulo às sete da noite. O trânsito caminha lento e nervoso nas ruas, pedestres apressados se atropelam. Nos bares, bocas cansadas conversam, mastigam e bebem em volta das mesas. Luzes de tons pálidos incidem sobre o cinza dos prédios.

Veja ainda: Narrativa imagética: a ciência com prazer - Descrição de normas e procedimentos - Erros comuns em descrição de procedimentos

17 de outubro de 2010

A relevância da introdução

A produção de textos acadêmicos torna-se cada dia mais relevante nas Universidades, tanto nos cursos de Graduação como de Pós-Graduação, cujos alunos necessitam apresentar conhecimentos produzidos em algum ramo do saber. Além disso, essa atividade é considerada como o retorno esperado das Bolsas de Iniciação Científica e de Pós- Graduação e dos Projetos de Pesquisa que são financiados pela própria Universidade ou por órgãos de fomento, uma vez que é a forma mais adequada para socializar essa modalidade de conhecimento. A produção escrita acadêmica, explicitada em suas finalidades e concretizada nos diversos gêneros, trabalho de conclusão de curso, artigo acadêmico, monografia, dissertação, tese, relatório de pesquisa provoca não só uma significativa preocupação nos autores como uma discussão relevante: como iniciar o trabalho? Essa questão remete, imediatamente, à introdução do texto e aos aspectos que a constituem.
A melhor revisão de textos é Keimelion.

Cecil Jeanine Albert Zinani
Salete Rosa Pezzi dos Santos
A introdução é uma parte relevante do texto, visto que, através de uma modalidade descritiva, apresenta os aspectos mais significativos do trabalho, orientando o autor do texto na medida em que não só faculta que seus objetivos sejam atingidos, como também deflagre o interesse do leitor, favorecendo a recepção de acordo com as expectativas do destinatário. Dessa forma, uma introdução bem organizada apresenta o tema que será abordado no texto, os objetivos do estudo, a contextualização, a justificativa e a relevância do assunto, a metodologia, indicadores do referencial teórico e o plano de exposição, elementos que, de forma articulada, vão delinear o conteúdo do trabalho e de que maneira ele será desenvolvido.
Ao considerar a relevância da introdução em um texto científico, torna-se fundamental, primeiramente, examinar alguns passos que antecedem essa produção. Evidências empíricas observadas no desenvolvimento de atividades referentes à elaboração de textos acadêmicos fundamentaram algumas constatações: inicialmente, verificou-se que a organização e a estruturação de um projeto é condição fundamental para a elaboração do texto. Constatou-se, também, que a organização de um bom projeto exige certo nível de conhecimento sobre o assunto a ser trabalhado, o que só será conquistado à medida que for construído um repertório de leituras sobre o assunto.
A problemática que envolve a introdução não é uma preocupação recente. Já aparece definida por Aristóteles na Poética (1991, p. 207) quando afirma: “‘Princípio’ é o que não contém em si mesmo o que quer que siga necessariamente outra coisa, e que, pelo contrário, tem depois de si algo com que está ou estará necessariamente unido”. Depois do filósofo, muitos estudiosos têm abordado essa questão, destacando a relevância da introdução e posicionando-se sobre o momento em que ela precisa ser redigida: após escrever o texto propriamente dito, durante ou antes desse processo.
Este post contém fragmentos de:

Leia outros tópicos: Relatórios de boa qualidade - A atividade do revisor de textos - Partes de um artigo científico


16 de outubro de 2010

Submissão de artigo científico

Vários tipos de publicações estão disponíveis para a pesquisa. Por isso, a metodologia científica segue uma ordem na divulgação de conhecimentos. E sempre se preocupa com a qualidade dos textos, de onde a necessidade constante de boas revisões linguísticas. Sempre que se pretende submeter um trabalho escrito, esperando que seja publicado, deve-se antes levar em conta o estágio atual da pesquisa que se está relatando, em determinada área, e o interesse temático do editor. É importante que se tenha bem claro o interesse daquilo que se está propondo para publicar.
O livro pode até ter traça, mas
o texto não pode estar bichado.


A literatura científica se apresenta seguindo uma hierarquia em seu banco de dados editorial. No topo das contribuições mais importantes estão os artigos de jornais científicos que reportam pela primeira vez o resultado de pesquisas tidas como inéditas. O segundo mais importante são livros ou capítulos de livros que sintetizam o conhecimento específico por tópicos e sugerem áreas para futuras pesquisas. Artigos publicados em revistas tipo magazines, letters, ou transactions, representam uma categoria de publicações para relatar trabalhos em andamento sobre pesquisas conhecidas, mas com um coeficiente de contribuição elevado. Estas últimas trazem rigor no julgamento de originalidade do trabalho, por isso muitas vezes apresentam trabalhos inéditos. Há ainda, os congressos, as conferências e os simpósios que são outras categorias que podem frequentemente levar um artigo escrito à publicação em revistas, livros ou capítulos de livros, ou a um jornal científico. Estes eventos são muito importantes, principalmente para quem está se iniciando na trajetória da pesquisa, pois usualmente aceitam abordagens que analisam ou resumem informações já publicadas e, por isso, passam a ser o alvo de interesse de alunos da graduação. Estimular e incentivar a publicação de trabalhos desses alunos, nesses eventos, é valorizar a educação. Com esse intuito, vale direcionar uma disciplina de metodologia científica com um tópico para observar estas formas de publicações de pesquisa, as quais têm normas, padrões, estilos e objetivos diferenciados. Devido a essa falta de conhecimento, muitos autores de trabalhos científicos ficam surpresos quando seus artigos são rejeitados.
Este é um fragmento adaptado de:
Como (não) Escrever um Artigo
José Felipe Almeida, José Maria Filardo Bassalo e Carlos Leonidas da S. S. Sobrinho
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