29 de outubro de 2009

Erros comuns: 21 a 30

Zero erro: impossível,
mas é nossa meta.
Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada. Veja dez dos mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.
  • 21 – Atraso implicará “em” punição. Implicar é direto no sentido de acarretar, pressupor: Atraso implicará punição. / Promoção implica responsabilidade.
  • 22 – Vive “às custas” do pai. O certo: Vive à custa do pai. Use também em via de, e não “em vias de”: Espécie em via de extinção. / Trabalho em via de conclusão.
  • 23 – Todos somos “cidadões”. O plural de cidadão é cidadãos. Veja outros: caracteres (de caráter), juniores, seniores, escrivães, tabeliães, gângsteres.
  • 24 – O ingresso é “gratuíto”. A pronúncia correta é gratúito, assim como circúito, intúito e fortúito (o acento não existe e só indica a letra tônica). Da mesma forma: flúido, condôr, recórde, aváro, ibéro, pólipo.
  • 25 – A última “seção” de cinema. Seção significa divisão, repartição, e sessão equivale a tempo de uma reunião, função: Seção Eleitoral, Seção de Esportes, seção de brinquedos; sessão de cinema, sessão de pancadas, sessão do Congresso.
  • 26 – Vendeu “uma” grama de ouro. Grama, peso, é palavra masculina: um grama de ouro, vitamina C de dois gramas. Femininas, por exemplo, são a agravante, a atenuante, a alface, a cal, etc.
  • 27 – “Porisso”. Duas palavras, por isso, como de repente e a partir.
  • 28 – Não viu “qualquer” risco. É nenhum, e não “qualquer”, que se emprega depois de negativas: Não viu nenhum risco. / Ninguém lhe fez nenhum reparo. / Nunca promoveu nenhuma confusão.
  • 29 – A feira “inicia” amanhã. Alguma coisa se inicia, se inaugura: A feira inicia-se (inaugura-se) amanhã.
  • 30 – Soube que os homens “feriram-se”. O que atrai o pronome: Soube que os homens se feriram. / A festa que se realizou... O mesmo ocorre com as negativas, as conjunções subordinativas e os advérbios: Não lhe diga nada. / Nenhum dos presentes se pronunciou. / Quando se falava no assunto... / Como as pessoas lhe haviam dito... / Aqui se faz, aqui se paga. / Depois o procuro.

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O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Nele se encontram indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
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Teatro. Drama em um ato de Públio Athayde sobre textos de Tomas Antônio Gonzaga, José Benedito Donadon-Leal e Públio Athayde. Ao fundo do palco vêem-se a casa de Marília e, em último plano, o IItacolomi, nos lados, altares "barrocos" com ícones gregos mencionados no texto; alguns móveis, dois leitos e adereços de época, velas acesas, luzes cambiantes entre os vários ambientes de cena.



28 de outubro de 2009

Erros comuns: 11 a 20

O pior erro é aquele que não
foi percebido.
Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada. Veja dez dos mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.
  • 10 – “Porque” você foi? Sempre que estiver clara ou implícita a palavra razão, use por que separado: Por que (razão) você foi? / Não sei por que (razão) ele faltou. / Explique por que razão você se atrasou. Porque é usado nas respostas: Ele se atrasou porque o trânsito estava congestionado.
  • 11 – Vai assistir “o” jogo hoje. Assistir como presenciar exige a: Vai assistir ao jogo, à missa, à sessão. Outros verbos com a: A medida não agradou (desagradou) à população. / Eles obedeceram (desobedeceram) aos avisos. / Aspirava ao cargo de diretor. / Pagou ao amigo. / Respondeu à carta. / Sucedeu ao pai. / Visava aos estudantes.
  • 12 – Preferia ir “do que” ficar. Prefere-se sempre uma coisa a outra: Preferia ir a ficar. É preferível segue a mesma norma: É preferível lutar a morrer sem glória.
  • 13 – O resultado do jogo, não o abateu. Não se separa com vírgula o sujeito do predicado. Assim: O resultado do jogo não o abateu. Outro erro: O prefeito prometeu, novas denúncias. Não existe o sinal entre o predicado e o complemento: O prefeito prometeu novas denúncias.
  • 14 – Não há regra sem “excessão”. O certo é exceção. Veja outras grafias erradas e, entre parênteses, a forma correta: “paralizar” (paralisar), “beneficiente” (beneficente), “previlégio” (privilégio), “vultuoso” (vultoso), “cincoenta” (cinquenta), “zuar” (zoar), “frustado” (frustrado), “calcáreo” (calcário), “advinhar” (adivinhar), “benvindo” (bem-vindo), “ascenção” (ascensão), “pixar” (pichar), “impecilho” (empecilho), “envólucro” (invólucro).
  • 15 – Quebrou “o” óculos. Concordância no plural: os óculos, meus óculos. Da mesma forma: Meus parabéns, meus pêsames, seus ciúmes, nossas férias, felizes núpcias.
  • 16 – Comprei “ele” para você. Eu, tu, ele, nós, vós e eles não podem ser objeto direto. Assim: Comprei-o para você. Também: Deixe-os sair, mandou-nos entrar, viu-a, mandou-me.
  • 17 – Nunca “lhe” vi. Lhe substitui a ele, a eles, a você e a vocês e por isso não pode ser usado com objeto direto: Nunca o vi. / Não o convidei. / A mulher o deixou. / Ela o ama.
  • 18 – “Aluga-se” casas. O verbo concorda com o sujeito: Alugam-se casas. / Fazem-se consertos. / É assim que se evitam acidentes. / Compram-se terrenos. / Procuram-se empregados.
  • 19 – “Tratam-se” de. O verbo seguido de preposição não varia nesses casos: Trata-se dos melhores profissionais. / Precisa-se de empregados. / Apela-se para todos. / Conta-se com os amigos.
  • 20 – Chegou “em” São Paulo. Verbos de movimento exigem a, e não em: Chegou a São Paulo. / Vai amanhã ao cinema. / Levou os filhos ao circo.


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Atualização do Word para nova ortografia

Nova ortografia em pleno vigor!
A Microsoft disponibiliza gratuitamente a ferramenta de atualização que permite aos usuários do pacote de softwares Office 2007 trabalharem com as regras do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que entrou em vigor no início deste ano.
As informações sobre a atualização estão disponíveis no site deles.
Ainda estamos avaliando a ferramenta, mas a tend~encia é de plena aprovação.

O Office 2010 está dotado de possibilidade de configuração para a nova ortografia ou a antiga, nas versões portuguesa e brasileira.


Leia aqui no blog: Instruções aos autores - Para publicar seu texto - Normas em que fazemos formatação: ABNT, Vancouver, APA, e outras

Erros comuns: 1 a 10

Atenção para evitar erros.
Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada. Veja dez dos mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.

  • 1 – “Mal cheiro”, “mau-humorado”. Mal opõe-se a bem e mau, a bom. Assim: mau cheiro (bom cheiro), mal-humorado (bem-humorado). Igualmente: mau humor, mal-intencionado, mau jeito, mal-estar.
  • 2 – “Fazem” cinco anos. Fazer, quando exprime tempo, é impessoal: Faz cinco anos. / Fazia dois séculos. / Fez 15 dias.
  • 3 – “Houveram” muitos acidentes. Haver, como existir, também é invariável: Houve muitos acidentes. / Havia muitas pessoas. / Deve haver muitos casos iguais.
  • 4 – “Existe” muitas esperanças. Existir, bastar, faltar, restar e sobrar admitem normalmente o plural: Existem muitas esperanças. / Bastariam dois dias. / Faltavam poucas peças. / Restaram alguns objetos. / Sobravam ideias.
  • 5 – Para “mim” fazer. Mim não faz, porque não pode ser sujeito. Assim: Para eu fazer, para eu dizer, para eu trazer.
  • 6 – Entre “eu” e você. Depois de preposição, usa-se mim ou ti: Entre mim e você. / Entre eles e ti.
  • 7 – “Há” dez anos “atrás”. Há e atrás indicam passado na frase. Use apenas há dez anos ou dez anos atrás.
  • 8 – “Entrar dentro”. O certo: entrar em. Veja outras redundâncias: Sair fora ou para fora, elo de ligação, monopólio exclusivo, já não há mais, ganhar grátis, viúva do falecido.
  • 9 – “Venda à prazo”. Não existe crase antes de palavra masculina, a menos que esteja subentendida a palavra moda: Salto à (moda de) Luís XV. Nos demais casos: A salvo, a bordo, a pé, a esmo, a cavalo, a caráter.
  • 10 – “Porque” você foi? Sempre que estiver clara ou implícita a palavra razão, use por que separado: Por que (razão) você foi? / Não sei por que (razão) ele faltou. / Explique por que razão você se atrasou. Porque é usado nas respostas: Ele se atrasou porque o trânsito estava congestionado.
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Leia toda a série dos cem erros comuns

27 de outubro de 2009

Sugestões de presente

Sonetos para Ser entendido
"Públio Athayde estreia na poesia de uma forma pouco comum. É o próprio título que talvez forneça a principal chave de leitura dos textos: algo como uma ascese para se chegar ao entendimento e ser um entendido em paz neste mundo. O leitor, além disso, deve se manter atento, tal como o poeta nos adverte o poema “De atalaia”: “Porque coisa escondida existe / Até no mais óbvio do chiste.” [...] Como sabemos, o cômico, a ironia, o grotesco, o escatológico, o blasfemo, o chulo são territórios considerados menos nobres na literatura, ainda sob o império do apolíneo. São raros, portanto, os autores que levam a sério a pesquisa desses territórios e sabemos de sua luta para terem as respectivas obras reconhecidas. [...] Encerro no poema “Pátria”, da sessão “Sonetos infantis”, que foi escrito quando Públio era ainda um menino e acreditava em tantas coisas importantes. É porque no centro do riso mora uma pungência insofismável." Ronald Polito
Dirceu - Sonetos Bem(e)Dito(s)
Quatorze versos cada poema de vário amor absolutamente bandido. Uma contorção de quem subtrai a Musa ao tango para trazê-la a um sabá orgírico em ritmo de seresta. Poesia-tese é a resposta que Doroteu nos oferece
Camonianas
Quatro sonetos de Luís de Camões dão origem a 56 composições em que o poeta Públio Athayde desenvolve sugestões de cada um dos versos da significativa tetralogia. Tomado como primeira frase dos novos poemas, o verso do grande luso é o mote que conduz o desempenho do sonetista ouro-pretano no virtuosismo de uma delicada, difícil e audaciosa operação.

Articulando

Coletânea de artigos. Alguns são artigos leves, outros bem mais profundos. Alguns têm origem em trabalhos acadêmicos e foram simplificados para essa edição, estando disponíveis inclusive pela internet, suas versões completas e anotadas. Há artigos bem recentes e outros de mais de dez anos.
Novo livro publicado. Não necessariamente novos textos, pois trata-se de uma coletânea de Públio Athayde:
"Juntei alguns artigos espalhados (mentira: estavam todos na mesma pasta do computador), selecionei bastante (outra mentira: coloquei tudo que era pertinente) e organizei esse livrinho eletrônico com o que prestava (ou eu pensei assim). O bacana é a facilidade, o baixo custo (zero) e a provisoriedade: tudo pode e vai ser revisado montes de vezes e nunca estará perfeito."
Para saber mais, clique nos títulos ou nos livros em que estiver interessado.

8 de outubro de 2009

Como escrever palavras compostas

Foto: Rafael Andrade/
Folha Imagem

Bechara no Estadão
22 de fevereiro

Evanildo Bechara*

No uso ou não uso do hífen, temos de distinguir casos que o novo acordo ortográfico separa com cuidado. Um leitor nos confessa que não sabe "se deve escrever palavras juntas, com hífen ou simplesmente separadas". E exemplifica citando "latino americano e café com leite (política do café com leite)".

Ora, "latino americano" se inclui na Base XV que manda usar o hífen nos compostos por justaposição que não contêm formas da ligação e cujos elementos são de natureza nominal (substantivo e pronome), adjetival, numeral e verbal. Em artigo anterior, tratando deste caso, lembramos matéria-prima, norte-americano, a que se vai juntar latino-americano, da sua pergunta.

Quanto a café com leite, designativo de um tipo de união política, trata-se de uma locução que, como locução de qualquer natureza, o acordo de 1990 manda não escrever com hífen, mas separadamente, como acabamos de fazê-lo. Esta iniciativa do novo acordo veio livrar as pessoas de usar o hífen para distinguir significados ou classes de palavras. Éramos, segundo o sistema vigente oficialmente em 2008, obrigados a distinguir o substantivo dia-a-dia, com hífen, locução significando "cotidiano", de dia a dia, locução adverbial, sem hífen, valendo por "dia após dia": "O meu dia-a-dia (isto é, o meu cotidiano) é agradável." "A criança cresce dia a dia (isto é, diariamente, dia após dia)."

O mesmo acontecia com à toa: se era adjetivo, significando "coisa de pouca importância" ou "pessoa sem-caráter", usava-se com hífen: "Trata-se de um problema à-toa"; mas como advérbio, significando, por exemplo, "inutilmente", usava-se sem hífen: "Foi lá à toa."

Hoje todas as locuções escrevem-se sem o hífen: problema à toa, foi à toa. Portanto, se você disser "gosto de café com leite" ou "política do café com leite", não precisará usar hífen em nenhum dos casos. Pelo sistema anterior, teria de usar, no segundo exemplo, "política do café-com-leite", por se tratar de um composto.

O acordo consagra como exceção as locuções água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa.

Nesta resposta podemos incluir a pergunta de outro leitor que indaga como escrever fim de semana, tique taque e cor de rosa. "Como saber? Será necessário consultar o dicionário a cada vez?"

Não haverá necessidade de consultar "a cada vez"; basta fixar os princípios gerais e o leitor terá quase sempre a resposta pronta. Por exemplo, fim de semana e fim de século dispensam o hífen, como vimos atrás, porque se enquadram no princípio das locuções. Tique-taque requer o hífen por estar, segundo cremos, incluído no princípio da Base XV, também atrás anunciado.

Ora, tais formas de redobro, geralmente onomatopeicas, atendem uma a uma a cada exigência que justifica o emprego do hífen em tais palavras.

Tais formas onomatopeicas não mereceram a atenção do acordo, razão por que ressaltamos no "cremos" a nossa opção de hifená-las por julgar incluídas no princípio da Base XV. A tradição ortográfica neste particular apresenta registro variado. Se tique-taque, como reco-reco, aparecem hifenados em dicionários brasileiros, portugueses e no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), o mesmo não se dá com zum-zum, escrito zunzum, sem hífen, embora se registre zas-trás hifenado.

Procurando disciplinar a grafia de tais palavras na 5ª edição do VOLP da Academia Brasileira de Letras, tínhamos presente a lição de Saussure que, não sendo as originalmente onomatopeias elementos orgânicos de um sistema linguístico, quando entram no discurso, perdem algo do seu caráter primário para adquirir o do signo linguístico, exercendo função análoga à de outras palavras.

Além dos princípios gerais, o utente tem de conhecer também as exceções, exceções que não são exclusivas da ortografia, mas de todos os campos da língua registrados na gramática e no léxico. Por isso, há de atentar para o fato de que cor-de-rosa está entre as exceções da Base XV, e embora seja uma locução, ostenta grafia com hífen. O acordo cita poucas e é bom tê-las presentes.

Evanildo Bechara é filólogo e gramático, membro da Academia Brasileira de Letras e Coordenador da Comissão de Lexicografia e Lexicologia da instituição.



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