20 de setembro de 2009

Numeração de páginas acadêmicas

A numeração das páginas em trabalhos acadêmicos é contada atualmente a partir da folha de rosto e deve ser feita em algarismos arábicos, colocados no canto superior direito, exceto na folha de rosto – há quem prefira iniciar a inserção a partir da primeira página de elemento textual, sempre computadas as anteriores.
Clique na imagem para ampliar.
Para completar a informação: são contadas na numeração, mas geralmente não recebem números, as folhas de rosto, resumo, listas, agradecimentos... a numeração aparece na primeira página do texto e desaparece, em alguns casos, as páginas que iniciam capítulo – o que não costuma ser seguido com muito rigor.
Para paginar o documento, usa-se o menu Inserir e Números de páginas... Para que o programa possa paginar de maneira diferente, exibindo ou não o número, deve-se dividir o trabalho em seções.
Considerando que se deverão assumir diferentes formatações para as páginas, deve-se dividir o trabalho em pelo menos quatro seções: uma para capa, outra para contra capa, outra para o pré-texto e uma quarta para texto e pós-texto.
Se o autor já possui intimidade com o programa, poderá manter todo o texto em arquivo único, dividindo-o em seções, por meio do menu Inserir e Quebra…, definindo em seguida: Quebra de seção / Próxima página.

O assunto que você procurou, a matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destina às universidades, está em nosso manual.

O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Nele se encontram indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
É a nova edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Agora disponível para impressão sob demanda. Você pode comprar neste link.

Mais pontuação

Veja também os posts sobre vírgula e ponto e vírgula.
A pontuação é importantíssima para o sentido do texto.
Dois-pontos
O sinal dois-pontos tem uso bastante simplificado na Língua Portuguesa. É usado para:
  • Anunciar citação ou enumeração: Disse Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” Separe apenas isto: meias, cuecas, sabonetes e creme dental.
  • Marcar a omissão de conectivo estabelecendo ligação de síntese, esclarecimento com o enunciado anterior: Volte aqui: precisamos rever o acordo. Abram as janelas: o dia brilha lá fora.
Ponto de exclamação
Quase sempre desnecessário no texto acadêmico. É evitado em títulos. Em texto científico, só deve vir entre aspas na reprodução literal de declaração enfática. A força do fato decorre de sua própria intensidade, não de recursos de estilo de qualquer espécie.

Reticências
Use para indicar a interrupção da frase, com a finalidade de sugerir:
  • quebra de sequência na fala ou no pensamento do narrador ou da personagem: – Vá pra casa, menino!… aí vem temporal…;
  • supressão de trecho sem importância no texto: “Com os descobrimentos marítimos dos séculos XV e XVI, os portugueses ampliam enormemente o império de sua língua…”;
  • dúvida, hesitação, surpresa: Qualquer dia destes, embarco pra.… para… pra China.

Travessão
O travessão é utilizado:
  • para indicar a mudança de interlocutor nos diálogos;
  • para isolar a fala da personagem da fala do narrador;
  • para destacar ou isolar palavras ou expressões no interior de frases.


Compre nosso Manual.
O assunto que você procurou, a matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destina às universidades, está em nosso manual.

O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Nele se encontram indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
É a nova edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Agora disponível para impressão sob demanda. Você pode comprar neste link.


Leia também: Informações sobre revisãoRevisão ortográfica, revisão gramatical - Desencalhe sua tese

Conjunção: uso e abuso

A revisão do texto sempre é necessária.
Usam-se conjunções e locuções conjuntivas quando tiverem a função de estabelecer nexo indispensável entre orações ou frases. A falta desses conectores pode tornar o texto fragmentado, obscuro. Quando não necessários, funcionam como obstáculo para a leitura, atravancando o texto.


Leia a crônica:
As conjunções adversativas


O elo entre elementos independentes pode ser eliminado: Oito pessoas foram detidas por atirar pedras nos policiais. A polícia recolheu dois coquetéis Molotov no local – em vez de Oito pessoas foram detidas por atirar pedras nos policiais. Por outro lado, a polícia recolheu dois coquetéis Molotov no local. A locução por outro lado nada acrescenta à simples sucessão de duas orações.

Não se deixa de empregar conjunção quando for indispensável para dar sentido: O dono do terreno disse não dar importância ao fato, mas chamou a polícia para retirar os invasores – em vez de: O dono do terreno disse não dar importância ao fato. Chamou a polícia para retirar os invasores. A relação de oposição entre as duas ações deve ser marcada pela conjunção adversativa mas.

Em resumo: verificamos se a conjunção pode ser suprimida sem prejuízo da clareza. Entre as mais frequentes e desnecessárias estão: contudo, porém, todavia, portanto, entretanto, no entanto, pois, logo, em decorrência de, por consequência, dessa forma, ao mesmo tempo, por outro lado, além disso, além do que, ao passo que, à medida que, à proporção que, ora… ora, ou bem… ou bem, por conseguinte.

Nunca se usam conjunções ou locuções conjuntivas que soem antiquadas: outrossim, não obstante, destarte, dessarte, entrementes, consoante, de sorte que, porquanto, conquanto, posto que.

Evita-se começar oração com a conjunção e: O ministro anunciou o novo plano econômico. E prometeu para hoje… O e no início da frase trunca a leitura, sem acrescentar informação. Normalmente pode ser suprimido.


Manual de redação
O assunto que você procurou, a matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destina às universidades, está em nosso manual.
O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Nele se encontram indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
É a nova edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Agora disponível para impressão sob demanda. Você pode comprar neste link.


Leia também: Informações sobre nosso serviço de revisão de textos - Orçamento para revisão de textos e formatação ABNT e outras - Seleção de artigos científicos para publicação

Divisão silábica

Quase não usamos mais a divisão silábica, pois os editores de texto fazem o serviço, ou ajustam o texto à mancha sem partir as palavras; se for necessária, faça a divisão silábica com o hífen. Esta separação obedece às regras de hifenação ou silabação.
Quem usa o Word pode optar entre
separar as sílabas da palavra ao fim
de cada linha ou manter as palavras
inteiras. É questão de gosto.
Não se separam
  • As letras com que representamos os dígrafos ch, lh e nh: cha-ma, ma-lha, ma-nhã, a-char, fi-lho, a-ma-nhe-cer;
  • os encontros consonantais que iniciam sílaba: a-blu-ção, cla-va, re-gra, a-bran-dar, dra-gão, tra-ve;
  • a consoante inicial seguida de outra consoante: gno-mo, mne-mô-ni-co, psi-có-ti-co;
  • as letras com que representamos os ditongos: a-ni-mais, cá-rie, sá-bio, gló-ria, au-ro-ra, or-dei-ro, jói-a, réu; há autores que admitem sá-bi-o, cá-ri-e.
  • as letras com que representamos os tritongos: sa-guão, Pa-ra-guai, U-ru-guai.
Separam-se
  • As letras com que representamos os dígrafos rr, ss, sc, sç, xc: car-ro, pás-sa-ro, des-ci-da, cres-ça, ex-ce-len-te;
  • as letras com que representamos os hiatos: sa-ú-de, cru-el, gra-ú-na, re-cu-o, vo-o;
  • as consoantes seguidas que pertencem a sílabas diferentes: ab-di-car, cis-mar, ab-dô-men, bis-ca-te, sub-lo-car, as-pec-to.


O assunto que você procurou, a matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destina às universidades, está em nosso manual.
O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Nele se encontram indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
É a nova edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Agora disponível para impressão sob demanda. Você pode comprar neste link.

Leia e veja no Multiply

19 de setembro de 2009

Ponto e vírgula

Ponto e vírgula
Veja também
os posts
sobre vírgula
e mais pontuação



Indica pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto.

Emprega-se nos seguintes casos:


  1. para separar orações coordenadas assindéticas (sem conjunção) que guardem relação entre si: A represa está poluída; os peixes estão mortos;
  2. para separar orações coordenadas, quando pelo menos uma delas já tem elementos separados por vírgula: O resultado final foi o seguinte: 20 deputados votaram a favor da emenda; 39, contra;
  3. para separar os diversos itens de uma enumeração, principalmente quando há vírgulas em seu interior: Compareceram ao evento: Henrique Moraes, cientista social; Paulo Santos, historiador; Marcos Tavares, economista, e Antônio Rocha, cientista político.

Revisão só Keimelion
O assunto que você procurou, a matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destina às universidades, está em nosso manual.
O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Nele se encontram indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
É a nova edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Agora disponível para impressão sob demanda. Você pode comprar neste link.

Leia ainda neste blog: Principais serviços prestados - Plágio e fraude acadêmica - Erros mais comuns cometidos pelos autores

Vírgula

Veja também posts sobre outros sinais de pontuação
e sobre ponto e vírgula
.

Sinal gráfico (,) mais usado, por isso mesmo aquele que ocasiona a maior quantidade de erros de pontuação. Um dos mais comuns é separar sujeito de verbo, ou verbo do complemento – o que é também erro lógico, além de gramatical. Outro, usar apenas uma das vírgulas na intercalação – usam-se as duas, quando obrigatórias, ou nenhuma, quando dispensáveis: O empresário, preocupado com o ritmo da inflação, começou a comprar dólares; Terminou ontem[,] às 10h[,] o prazo para entregar declaração do Imposto de Renda.
“De repente aquela coisa pequena, mirrada, apareceu em cima da escrivaninha. Aproximei-me para olhar com mais atenção. Parecia um sinal. Era um sinal. Um sinal de pontuação; mais precisamente uma vírgula. E ela gesticulava como que querendo me dizer alguma coisa. Cheguei mais perto e consegui ouvir. A vírgula também perdera o sono e queria alguém para trocar algumas idéias. Apresentou-se como sendo o presidente de uma espécie de ONG voltada para o trato de questões que envolviam o uso e o abuso da pontuação, com ênfase na vírgula” (MEDEIROS, 2002) [Recomenda-se a leitura do texto completo!].
Outros casos em que a vírgula deve ser usada:
  1. nas enumerações de termos ou orações: “As formas de incorporação tecnológica na escola como mediadora entre o indivíduo e o conhecimento no ambiente educacional vêm sendo discutidas por filósofos, psicólogos, educadores, neurocientistas, lingüistas, pesquisadores de Inteligência Artificial (IA) e tantos outros que…” (PINTO, 2001:10);
  2. para isolar qualquer elemento explicativo (isto é, a saber, aliás – a serem evitados no texto científico), aposto, vocativo, orações intercaladas;
  3. para isolar adjuntos, em especial quando deslocados e muito longos: No momento da volta ao palco para receber os aplausos, a atriz já estava sem maquiagem;
  4. antes de conjunções adversativas como mas, porém, entretanto: “Não existe modelo perfeito, mas o modelo KS parece ser dentro do estado da arte atual aquele que proporciona os melhores resultados” (MARTINEZ, 2001:3-48);
  5. para separar orações adjetivas explicativas, que funcionam como aposto e trazem informação secundária: “O QUIZSITE (BEST, 2001), que foi desenvolvido na Universidade de Indiana, em 1996, é um sistema de administração de testes, provas e exercícios pela Web” (REIS, 2001:59). Uma mesma frase, sem vírgulas, tem outro significado: foram entrevistados apenas os candidatos que forneceram declaração de rendimento – tornando-se adjetiva restritiva. Muito cuidado com essa sutileza. A frase – Gino Poli e sua mulher Amélia compareceram à cerimônia – significa, para o leitor atento, que Poli possui mais de uma mulher. Se assim não for, o nome Amélia é aposto (explicação) de Gino Poli e sua mulher e deve vir entre vírgulas: Gino Poli e sua mulher, Amélia, compareceram à cerimônia;
  6. para indicar elipse de verbo: O reitor da USP votou contra a proposta e o da Unicamp, a favor.


O assunto que você procurou, a matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destina às universidades, está em nosso manual.

O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Nele se encontram indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
É a nova edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Agora disponível para impressão sob demanda. Você pode comprar neste link.
Leia em seguida: Principais serviços prestados - Como escrever bem - Redação técnica e científica - Erros comuns

10 de setembro de 2009

Reforma ou contrarreforma?


PAULO GEIGER
Data: 13/08/2009
Veículo: O GLOBO
Editoria: OPINIÃO

A polêmica sobre a reforma ortográfica ganha ímpeto e assume nível de protesto e contestação. Angela Dutra de Menezes nos conta no GLOBO que 200 mil portugueses já aderiram a um abaixo-assinado contra a reforma, "em defesa do próprio patrimônio linguístico".

Concordamos com a articulista quando diz que "a língua é um organismo vivo, modifica-se de baixo para cima". Mas aí convém parar por um momento, não confundir alho com bugalho, ortografia com língua.

Por exemplo, discordamos da peremptória afirmação de que "impor regra é tolice". Toda regra é uma imposição - um cerceamento da liberdade absoluta de decidir individualmente sobre qualquer coisa - em benefício da convivência, da comunicabilidade.

Todo código pressupõe uma regra, ou não haveria comunicação.

Uma língua sem regra deixaria de ser um código confiável. A função do gramático e do lexicógrafo não é desaparecer para que a língua se autogoverne, mas estar atento à evolução de seu uso, para que essa evolução seja compartilhada por todos.

Também será útil separar três questões diferentes: a) a da "necessidade" ou "conveniência" de uma unificação ortográfica da língua. É uma questão válida, levantada desde o início, em 1986, mas superada pelo fato consumado de um acordo assinado pelos países envolvidos e implementado pela maior nação "lusógrafa" do mundo (não está em discussão qualquer mudança na "lusofonia", apenas na "lusografia").

b) a de se o Acordo atende a seu declarado objetivo de unificação ortográfica.

É consenso que não. Ao ser vago e genérico, ao admitir mais de uma grafia, ao ser incoerente na aplicação de certos princípios, o Acordo obriga a que se crie uma interpretação unívoca de seus termos.

c) a de que somente no Brasil foi feita essa "interpretação". Este fato, em si, é a própria negação de um Acordo que se pretende de unificação.

Essa incongruência ab ovo gerou um processo vulnerável a críticas, não obstante a idoneidade e competência de seu condutor, a Academia Brasileira de Letras. A ABL não poderia sanar as deficiências natas do processo: a não coordenação com processos paralelos em todos os países da lusografia e o não diálogo com os usuários idôneos da língua em seu próprio país. Daí a perplexidade ante a esdrúxula situação na qual o Brasil "unificou" por decreto uma ortografia que está usando sozinho.

Também é preciso distinguir "patrimônio linguístico" de ortografia.

O Acordo não tem a pretensão de unificar a língua, seus usos e significados em cada país, região ou nicho de uso. Portanto, além de desnecessária, a defesa das particularidades da língua gera confusão ao se misturar com as justas críticas ao Acordo e sua implementação. Não vamos confundir uma causa com outra. A particularidade do uso da língua não está ameaçada, mesmo porque não há gramático ou lexicógrafo que consiga fazer com que a língua seja usada ou falada desta ou daquela maneira. A questão da ortografia é diferente, e não deve ser metida no mesmo saco.

E agora? O Acordo Ortográfico está em vigor no Brasil desde janeiro de 2009. Ele hoje norteia a ortografia oficial brasileira. Muito esforço e dinheiro já foram despendidos em aplicála. Já integra livros didáticos, dicionários, gramáticas, a imprensa. Já é parte do currículo escolar. A esta altura, a incipiente revolta contra sua adoção implicaria mais problemas do que soluções. Mais factível e mais construtivo do que repensar do zero a reforma - independentemente do rumo que outros países lusógrafos derem ao Acordo - será partir da nova ortografia e, nos dois anos e meio oficiais de adaptação, corrigir ( inclusive , e para começar, no VOLP), por meio de diálogo e consenso, o que for necessário ou conveniente corrigir, como no processo normal na evolução do uso e das regras de uma língua.

PAULO GEIGER é editor dos dicionários Aulete.



O assunto que você procurou, a matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destina às universidades, está em nosso manual.
O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Nele se encontram indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
É a nova edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Agora disponível para impressão sob demanda. Você pode comprar neste link.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Nossas postagens recentes sobre revisão acadêmica

Keimelion, revisores acadêmicos

Nossos telefones:
Tim: +55(31)9191-5091 / Embratel: (31)3244-1245

Solicite orçamento sem compromisso, enviando o texto para:
keimelion@gmail.com
Não elaboramos trabalhos de graduação ou pós. Não insista.