26 de abril de 2009

Locuções com e sem crase

Keimelion: atenta às locuções.


Relação das locuções que podem apresentar dúvida quanto ao emprego da crase.
Fonte: Manual de Redação do Jornal O Estado de São Paulo.


Locucões Com e Sem Crase


O assunto que você procurou, a matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destina às universidades, está em nosso manual.

O objetivo deste Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica é subsidiar a produção de textos científicos, fornecer elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam grandes obstáculos ao trabalho. Nele se encontram indicações de procedimentos a serem seguidos ou evitados. São fornecidas sugestões de apresentação dos trabalhos, de acordo com as usuais formatações e regras de referência.
É a nova edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Agora disponível para impressão sob demanda. Você pode comprar neste link.

23 de abril de 2009

Palavras duvidosas - nova ortografia


A nova ortografia, mesmo com a edição do Vocabulário Ortográfico, ainda suscita muitas dúvidas; dentre elas:
destróier

A palavra destróier ainda aguarda uma definição oficial sobre sua grafia.
Leia os detalhes em www.UmPortugues.com/destroier

dia-a-dia

As locuções dia-a-dia e corpo-a-corpo ainda aguardam uma definição oficial sobre sua grafia.
Leia os detalhes em www.UmPortugues.com/dia-a-dia

paralamas

Palavras com o prefixo PARA- ainda aguardam uma definição oficial sobre sua grafia.
Leia os detalhes em www.UmPortugues.com/prefixo-para

reescrever

Palavras com o prefixo RE- seguido de E ainda aguardam uma definição oficial sobre sua grafia.
Leia os detalhes em www.UmPortugues.com/prefixo-re

15 de abril de 2009

Fale certo: Ædes ægypti

Aqui escrevemos com as letrinhas latinas (Æ, æ) que estão bem escondidas no seu computador, mas pode escrever Aedes aegypti mesmo. Aedes é um género de mosquito originalmente em zonas tropicais e subtropicais. O nome vem do grego aēdēs que significa desagradável ou odioso, possivelmente devido às doenças transmitidas pelos insetos deste gênero, que incluem a dengue e a febre amarela.

Com a palavra:
Dad Squarisi


14 de abril de 2009

Colocação de pronomes

Neste capítulo da sintaxe as gramáticas não concordam. A maior parte da confusão vem do fato de que os pronomes oblíquos (me, te, se, lhe, o, a, nos, vos) são pronunciados de forma diferente em Portugal e no Brasil. Jamais ocorreria a um português, por menos instruído que fosse, dizer: Me parece que. O e do me praticamente não é pronunciado em Portugal; assim, o me antes do parece formaria um encontro consonântico de difícil pronúncia: m’p’rece q’. No Brasil, os pronomes oblíquos têm pronúncia mais acentuada. Já deixaram de ser átonos e caminham em direção ao tonalismo; hoje são semitônicos.
"O pronome é colocado onde soa melhor, naturalmente" - mas tal aforismo não se aplica ao termo formal, à linguagem acadêmica.


Até que esses pronomes se tornem de fato tônicos, formalmente, como exige a redação acadêmica, adotem-se as seguintes normas:

Próclise (pronome antes do verbo)

É o caso a que se deve dar preferência. É o mais próximo da linguagem coloquial do Brasil e na maioria dos casos não fere demais a norma culta: Eu o vi; Ele se informou são mais eufônicos no Brasil que Eu vi-o; Ele informou-se. A próclise é obrigatória na norma culta quando ocorrem certas palavras que têm uma espécie de poder atrativo: partículas negativas (não, ninguém, nada etc.), pronomes relativos (que, o qual, quem, quando, onde etc.), indefinidos (algum, alguém, diversos, muito, tudo), advérbios e conjunções (como, quando, sempre, que, já, brevemente, aqui, embora).

Ênclise (pronome depois do verbo)

Usa-se para evitar começar frase com pronome. É também comum com infinitivos, em orações imperativas ou com gerúndio. Na norma culta, prevalece sobre a próclise se não houver partícula que atraia o pronome. Não pode ser usada com futuro do presente ou do pretérito.

Mesóclise (pronome no meio do verbo)

É evitada ao máximo. Na norma culta substitui a ênclise em verbos no futuro do presente ou do pretérito: Nós analisaremos o seu site e apresentar-lhe-emos, com toda a imparcialidade técnica, a nossa crítica. É melhor dizer: Nós analisaremos o seu site e lhe apresentaremos, com toda a imparcialidade técnica, a nossa crítica. Diz-me como falas e dir-te-ei quem és – fica melhor assim: Diz-me como falas e te direi quem és.



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