24 de novembro de 2008

Guia Reforma Ortografica Melhoramentos

A Reforma Ortográfica ainda apresenta dificuldades para muitos.
O objetivo deste guia é expor ao leitor, de maneira objetiva, as alterações introduzidas na ortografia da língua portuguesa pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, por Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e, posteriormente, por Timor Leste.

Guia Reforma Ortografica Melhoramentos

Capítulos

Capítulos são uma sequência lógica.
O desenvolvimento dos capítulos varia muito conforme o tipo do trabalho. Em pesquisas experimentais é comum subdividir essa parte em revisão da literatura, metodologia, resultados e discussão. Entretanto, em pesquisas qualitativas, muitas vezes essa estrutura não é adequada.
Em qualquer tipo de pesquisa é importante apresentar os trabalhos realizados por outros pesquisadores. A redação desta revisão da literatura normalmente é de grande dificuldade, sobretudo pelos que se iniciam no universo científico-acadêmico. Em face dessa dificuldade, muitos optam por apenas resumir os trabalhos lidos em um ou dois parágrafos e apresentá-los em ordem cronológica. Deve-se evitar esse tipo de redação, pois, além de tedioso, o texto escrito dessa forma não apresenta de maneira eficiente o que já existe publicado sobre o tema. O texto deve apresentar as diferentes correntes de pesquisadores que estudaram a questão, deve ser fluente e os parágrafos devem possuir articulação entre si, cada um contendo idéias que evoluíram do parágrafo anterior e que preparam o seguinte.
Apesar de ser mais comum a apresentação dos trabalhos em ordem cronológica, isto não é regra, os trabalhos mais antigos podem ser apresentados posteriormente, desde que a clareza e a lógica do texto o justifiquem. Para facilitar a redação, opção bastante usual é dividir a revisão da literatura em partes, conforme os assuntos. É fundamental que a revisão da literatura possua consistência com o objetivo proposto, os trabalhos apresentados devem ter relação direta com o tema do trabalho.
A metodologia empregada deve ser destacada em um tópico, com rigor de detalhes, de forma a permitir sua total repetição por outros autores.

Deve-se evitar texto como:
“As extrações de RNA foram realizadas a partir das suspensões virais obtidas no item 3.3, de acordo com a técnica descrita por Adzhar et al. (1996) e com o manual de instruções do kit SUPERSCRIPTTM (Preamplification System for First Strand cDNA Synthesis CAT. NO. 18089-011/GIBCO BRL/Life Technologies, EUA), com modificações (…)” (SANTIAGO, 2001:41).
A menos que se prossiga descrevendo:
“Uma alíquota (2 mL/amostra) de cada amostra foi retirada do nitrogênio líquido, descongelada em água corrente e centrifugada em microcentrífuga (mod. 212 centimicro, rotor ângulo fixo, FANEM, Brasil) a 6.000 X g/ 4ºC/3 min. Após a centrifugação, [segue-se minuciosa descrição do procedimento…]” (SANTIAGO, 2001:41).
O autor deve ser mencionado, mas isso não elimina que a técnica seja descrita detalhadamente. Para maior clareza, o capítulo sobre material e métodos poderá ser subdivido de acordo com as particularidades de cada área. Em pesquisas qualitativas, a completa descrição das fontes é imprescindível.
Em pesquisas experimentais, convém destacar os resultados em texto descritivo, apresentando de maneira objetiva os resultados encontrados. Não fazer nenhum comentário sobre os resultados encontrados, reservando-os para a discussão. Os resultados devem ser expostos na forma de texto, tabelas, gráficos – o que couber melhor. Normalmente se evita apresentar os resultados apenas em tabelas. Podem ser usados gráficos para ilustrar os resultados, mas eles não dispensam sua apresentação na forma de texto ou tabelas. Deve-se checar que todos os resultados tenham sido obtidos por metodologia já descrita, bem como verificar se todas as metodologias descritas possuem resultados apresentados. Na discussão, deve-se ter em mente que não se trata apenas de fazer a discussão dos resultados, mas do trabalho. Assim, todas as etapas devem ser discutidas: objetivo, literatura, metodologia e resultados. Cabe sempre discutir a pertinência do trabalho em questão e as motivações que levaram o autor a conduzir o trabalho.
Em seguida, discorre-se sobre a metodologia empregada e as alternativas a ela. Os resultados serão discutidos em duas etapas: primeiro a explicação do autor para os resultados encontrados, depois a comparação entre os resultados encontrados e os disponíveis na literatura, com os respectivos comentários pertinentes.
Por fim, faz-se o balanço do trabalho com eventuais proposições de novos trabalhos para as novas questões que se apresentarem face aos resultados encontrados. Para cada questão respondida pelo trabalho devem surgir várias outras novas. É importante que sejam discutidos apenas aspectos apresentados nos capítulos anteriores, não apresentando fatos ou resultados novos nem sendo citados autores que não tenham sido previamente mencionados (GARCIA, 2000).

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Manual da Keimelion
Esse assunto e muito mais sobre redação, especialmente a destinada às universidades, está em nosso Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica que fornece elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam obstáculos ao trabalho. Dá indicações de procedimentos e sugestões de apresentação dos resultados.
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Não perca estes posts: Orçamento para revisão de textos - Plágio e fraude acadêmica - Foco em revisão de teses e dissertações

Conclusões



Conclusão: revise na Keimelion.
As conclusões e recomendações apresentam, objetivamente, o desfecho do trabalho a partir dos resultados. É sempre importante apresentá-las de maneira relativa. Evita-se a redação do tipo “não houve influência do rádio na aculturação dos povos indígenas…”, e se dá preferência a textos como “não foi possível demonstrar a influência do rádio na aculturação dos povos indígenas…”.
Colocam-se lado a lado os objetivos e as conclusões, assegurando-se que não tenham sido citadas conclusões que não foram objetivos do trabalho (GARCIA, 2000).


Revisão de texto é Keimelion.
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Leia por aqui: Colocação de pronomes - Quanto custa a revisão de textos? - Como escrever bem

Pós-texto

  • Anexos ou apêndices
Revisar a dissertação é na Keimelion.
Material suplementar de sustentação ao texto (por exemplo: questionário aplicado, roteiro de entrevista ou observação, lei discutida no corpo do texto).
  • Glossário
É a explicação dos termos técnicos, verbetes ou expressões que constem do texto ou que o complementem. Elemento facultativo, a ser inserido de acordo com necessidade, é uma lista em ordem alfabética de palavras especiais, de sentido pouco conhecido, obscuro ou de uso muito restrito, ou palavras em língua estrangeira acompanhadas de suas respectivas definições.
  •  Índices
Listas em ordem alfabética contendo elementos e suas respectivas páginas, de modo a possibilitar sua localização no volume; por exemplo, índice onomástico (nomes das pessoas - autores ou sujeitos - no texto), índice toponímico (relação dos lugares ou acidentes geográficos), índices de quaisquer outros elementos existentes em profusão no texto, por exemplo, drogas, legislação, atividades, procedimentos.

Manual Keimelion 2010
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Não deixe de ler: Submissão de artigos científicos - Impressão sob demanda - Publicações - Conceito de revisor de textos

Lista bibliográfica (bibliografia)

Bibliografia não é
a pilha de livros.
É a relação do material consultado para elaboração do trabalho. “Parte de uma obra na qual o autor apresenta as referências bibliográficas dos documentos consultados, de obras recomendadas para leitura complementar” (AURÉLIO).
Deve ser apresentada em ordem alfabética pelo sobrenome do autor, em ordem cronológica crescente; quando o autor tem mais de uma obra editada no mesmo ano devem-se usar as letras a, b, c,…, em minúscula. Exemplo: 1998a, 1998b, 1998c, 1999, 2001… As obras individuais do autor antecedem as obras coletivas em que ele aparece.
Quando o autor tem mais de uma obra citada no mesmo ano, a segunda obra e as seguintes devem seguir a ordem alfabética de acordo com o título da obra. Evita-se substituir a repetição do nome pela barra de espaços ____ , procedimento arcaico e que impossibilita a ordenação e identificação eletrônica do segmento.
Exemplo extraído da Bibliografia de FERREIRA, NRS, 2001:
MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. 2.ed. Lisboa: Instituto Piaget, 1995.
MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000a.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000b.
MORIN, Edgar; Moigne, Jean-Louis Le. A inteligência da complexidade. 2.ed. São Paulo: Peirópolis, 2000.
Importante não confundir bibliografia (relação de obras sobre um assunto - mais indicado em teses e dissertações) com referências bibliográficas (lista de obras a que o texto se refere - mais indicado em artigos).

O Manual Keimelion 2010
é obra de referência.
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Leia no blog: Quem sabe revisar? - Colocação de pronomes - Quanto custa a revisão de textos?

23 de novembro de 2008

Manual de redação da Presidência da República



Este Manual pode ser muito útil para aspectos referentes à redação oficial, governamental. Vários aspectos correspondem aos padrões da redação acadêmica.

Manual de Redação da Presidência da República

Veja também as Normas que empregamos e leia: Nova edição da NBR14724 - Redação técnica e científica - Quando usar tabelas

21 de novembro de 2008

Formato da página

19 de novembro de 2008

Paginação

12 de novembro de 2008

Citações

7 de novembro de 2008

Ilustrações

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Diagramas

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Desenhos

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6 de novembro de 2008

Fotografias e seu uso em trabalhos acadêmicos

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Gráficos

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