31 de outubro de 2008

23 de outubro de 2008

Abreviatura, siglas e símbolos

A Keimelion revisa textos acadêmicos há
mais de dez anos, pode confiar.


Abreviatura é a “apresentação de uma palavra por meio de alguma(s) de suas sílabas ou letras, usada no tratamento documental” (CAMARGO e BELLOTO, 1996:1).
Evitamos inventar abreviaturas, exceto aquelas que se referirem a elementos conceituais ou referências a obras clássicas repetidas extensiva e intensivamente no trabalho.
Entre as mais comuns universalmente aceitas, há: designação de ano ou século em relação à era cristã (a.C., d.C.); a expressão etc. (et cœtera); meses do ano em ilustração, tabelas e referências (jan., fev., mar., abr., mai., jun., jul., ago., set., out., nov., dez.); designações comerciais (Cia., Ltda., S/A, S/C).

Siglas criam dificuldades para o leitor, porque exigem que sejam decifradas. A regra é evitá-las, principalmente em títulos, exceto em casos consagrados, como Aids, Bradesco, Embratel, ONU, OLP, USP.
  • Observe-se a seguinte padronização:
  1. não usar pontos: ONU e não O.N.U.;
  2. escrever por extenso seu significado, de preferência logo após a primeira menção: O filme vai ser exibido no MIS (Museu da Imagem e do Som), exceto quando a sigla for muito consagrada, como Aids, Bradesco, ONU;
  3. usar apenas letras maiúsculas para sigla com até três letras: OMS, DPF, ONU. Mas atenção: alguns nomes, como Efe (a agência de notícias espanhola) e Fed (o banco central norte-americano), parecem siglas, mas não são;
  4. empregar maiúscula apenas na primeira letra de siglas com mais de três letras que podem ser lidas sem dificuldade como palavra: Unesco, Banespa, Petrobrás, Sudene, Sesc, Prona;
  5. usar apenas letras maiúsculas para sigla que exija leitura letra por letra: UFMG, SBPC, DNDDC, DNER, PMDB;
  6. há algumas exceções consagradas, como CNPq, UnB;
  7. se precisar formar plural, acrescente-se s minúsculo: TVs, BTNs.
Os símbolos das unidades de medida não são abreviaturas nem siglas, devendo ser escritos em minúsculas, exceto aqueles etimologicamente ligados a nomes próprios; assim: g – grama; m – metro; kg – quilograma; V – volt (maiúsculo, por causa de Alessandro Volta), s – segundo. São grafados sem ponto de abreviação e sem plural (FOLHA, adaptado).

  • A ABNT, na NBR 6032, define regras para se criarem abreviações. Algumas dessas regras são:
  1. não se abreviam palavras com menos de cinco letras;
  2. devem-se suprimir artigos e preposições;
  3. o tipo do periódico abrevia-se com uma letra maiúscula (p.ex.: B. boletim, C. correio, D. diário, F. Folha, G. gazeta, J. jornal, R. revista);
  4. os substantivos abreviam-se com a primeira letra maiúscula e os adjetivos em minúscula, exceto para nomes de entidades (Revista Brasileira de Medicina Veterinária = R. bras. Med. vet.; Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária = Soc. Bras. Med. Vet.).

Não adianta: escreveu?
Tem que revisar.
A matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destinada às universidades, está em nosso manual.
Nosso Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica facilita a produção de textos científicos, fornece elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam obstáculos ao trabalho. Dá indicações de procedimentos e sugestões de apresentação dos trabalhos.
Edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Disponível para aquisição. Você pode comprar neste link.


Abreviaturas dos meses

Os meses, a serem mencionados nas referências de periódicos, são sempre abreviados na língua de origem do artigo; segue-se quadro com abreviaturas em algumas línguas; observe-se a grafia nas línguas românicas – em minúsculas; nas germânicas, inicial maiúscula.

Quadro de abreviatura nas principais línguas acidentais
Abreviatura dos meses em diversas línguas.
(clique na imagem para ampliar):


Revise seu texto conosco.
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Mais neste blog:

Arredondamento

Arredondamento exige critérios.
Revisão de texto exige Keimelion.

Todo cuidado é pouco ao arredondar números. A informação apurada com esforço e zelo pode ser comprometida pela imperícia na hora de tornar o dado mais legível: US$ 20,34 bilhões é muito mais do que US$ 20 bilhões. Essa simplificação terá subtraído US$ 340 milhões em informação (FOLHA).
Apesar de esse arredondamento ser matematicamente correto, não se deve fazê-lo. Evite-se qualquer operação que altere o número em mais de 1% de seu valor original.
Na hora de eliminar casas ao arredondar, nunca desprezar: população de 13,7 milhões pode ser transformada em 14 milhões, nunca em 13 milhões. Para facilitar a leitura, cabe restringir os numerais fracionados inevitáveis a uma casa decimal, como regra, mas convém tomar cuidado com as quantidades muito grandes, usando o bom senso.
  • Para arredondar, podem-se seguir estas duas regras práticas:
  1. concentrar-se na casa seguinte à que se pretende manter;
  2. arredondar para cima os algarismos 5, 6, 7, 8 e 9; os restantes (1, 2, 3 e 4), para baixo.
Assim, arredonda-se 1,4499 para 1,4 e não 1,5 (o segundo 4 exige arredondamento para baixo). A razão é clara: 1,4499 está mais perto de 1,4 do que de 1,5.
Se a intenção for manter duas casas decimais, escreve-se 1,45, porque 1,4499 está mais perto de 1,45 do que de 1,44 (o primeiro 9, neste caso, fala mais forte) (FOLHA, adaptado).



Revisão conosco é garantida.
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Leia outros posts: Conceito de revisor de textos - Quem sabe revisar? - Ponto e vírgula

17 de outubro de 2008

Ética, biossegurança, volumes

Ética e biossegurança na tese.
Ética e segurança na revisão da Keimelion.
  • Aspectos éticos
Nos termos da Portaria 196/96, do Conselho Nacional de Saúde, tratando-se de pesquisa clínica, epidemiológica ou no âmbito das Ciências Humanas, envolvendo experimentação com seres humanos, o projeto deve conter seção onde se explicite como estão sendo contemplados seus aspectos éticos, devendo ser anexados o parecer da Comissão de Ética das instituições envolvidas e cópia do formulário para consentimento após informação.
  • Biossegurança
Conforme legislação em vigor, projetos que envolvam experimentos com organismos geneticamente modificados devem informar o número de registro e data da publicação do certificado de qualidade em Biosegurança.
  • Desdobramento em volumes
Divide-se em dois volumes o trabalho que ultrapassar significativamente as 200 páginas, para facilitar o manuseio.
Quando a obra for em mais de um volume, a capa e a folha de rosto devem destacar a indicação de volume (Volume I; Volume II…) logo abaixo do título.
A numeração das páginas dos volumes deve ser seqüência natural do volume anterior (UFRGS, adaptado).

Já leu neste blog? A utopia da autorrevisão - Modelo de revisão da Keimelion - Numeração das páginas do trabalho acadêmico

16 de outubro de 2008

Direitos autorais

Cuide de seus direitos autorais.
Os direitos autorais sobre as obras intelectuais, inclusive os trabalhos acadêmicos, estão regulados pela Lei 9.610 de 19/02/1998, que “altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências”. Não é necessário qualquer tipo de registro para adquirir direito autoral, mas isso pode ser feito para garantir de forma líquida, inquestionável, o exercício desse direito. O registro pode ser feito em diversas instituições, inclusive na Biblioteca Nacional. As citações, menções e excertos, respeitadas e mencionadas as fontes e os limites, não violam o direito autoral. A idéia não é objeto de direito, segundo a Lei.
A melhor forma de resguardar os direitos autorais é a publicação contínua de artigos apresentando o desenvolvimento do trabalho.

Leia também: Plágio e fraude acadêmicaMais fraude acadêmica - Revisão ortográfica, revisão gramatical

15 de outubro de 2008

Uso de nomes comerciais

Não use nomes comerciais
em trabalho científico
Nomes comerciais ou marcas não devem ser mencionados no texto acadêmico, a menos que por necessidade absoluta. Deve ser citado apenas o nome técnico correspondente, ou a descrição do produto, e a marca comercial deve ser citada em nota de rodapé. Por exemplo, não mencionar Fanta Uva, usando refrigerante à base de uva; dizer dipirona no lugar de Novalgina (GARCIA, 2000).
Esse procedimento é universal entre os autores da área médica, mas deve ser adotado por todos, por ser mais pertinente do ponto de vista acadêmico e de maior formalidade.


Keimelion é a grife da revisão de textos.

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Leia também:

Notas valorizam o trabalho

Nota de rodapé deve ser pequena.
  • Notas de rodapé
As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos ou tecer considerações que não devem ser incluídas no texto para não interromper a seqüência lógica da leitura. Essas notas devem ser reduzidas ao mínimo e situar-se em local tão próximo quanto possível do texto, não sendo mais cabível reuni-las todas ao fim dos capítulos ou da publicação.
Inserem-se notas pelo menu Inserir / referência / notas. O programa faz tudo automaticamente, sem maiores transtornos.

Há dois tipos de notas de rodapé:
  • Bibliográficas
São em geral utilizadas para indicar fontes bibliográficas, permitindo comprovação ou ampliação de conhecimento do leitor; para indicar textos relacionados às afirmações contidas no trabalho, remeter o leitor a outras partes do mesmo trabalho ou a outros trabalhos para comparação de resultados e para incluir a tradução de citações feitas em língua estrangeira ou indicar a língua original de citações traduzidas.
  • Explicativas
Referem-se a comentários ou observações pessoais do autor. São também adotadas para indicar dados relativos às comunicações pessoais, a trabalhos não publicados e a originais não consultados, mas citados pelo autor.


Revisor de textos é na Keimelion
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Numeração das parte do trabalho

Numeração decimal no sumário
  • Numeração progressiva
Consiste na divisão do trabalho em seções. Segundo a NBR 6024 da ABNT, não se deve subdividir em seções além da terciária, procedimento de que discordamos e não adotamos.
  • Seções primárias
Correspondem aos capítulos. Numeram-se as seções primárias com a série natural dos números inteiros, a partir de 1 (um), pela ordem de sua colocação no documento. O título dessa seção deve ser em negrito e somente a primeira letra da frase é maiúscula. Este último aspecto normalmente não é cumprido, por exigência dos autores ou das instituições, contrariando a norma.
No Word, basta o comando Crtl+Alt+1 e a frase está formatada como seção primária.
  • Seções secundárias e terciárias
São resultantes da divisão do texto dos capítulos. Numeram-se seqüencialmente com a série natural dos números inteiros, a partir de 1 (um), pela ordem de sua colocação no respectivo capítulo.
No editor de textos, em geral basta o comando Crtl+Alt+2 e Crtl+Alt+3 e a frase está formatada como seção secundária ou terciária.



Fazemos revisão de texto acadêmico
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Leia também:  Quanto custa a revisão de textos? - Principais serviços prestados - Quando usar tabelas

11 de outubro de 2008

Quadro de normas da ABNT

Muitas vezes se mencionam as “Normas da ABNT“ como se fossem “lei” ou documento isolado que deva ser respeitado nacionalmente e que traz tudo exatamente como deve ser feito.
muitas normas diferentes emanadas daquela instituição que se relacionam ao trabalho científico; em cada instituição de ensino ou pesquisa, ou em cada publicação adotam-se parcial ou totalmente essas normas, adaptando-as e modificando-as de acordo com o interesse específico.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas, ao contrário do que muitos pensam, é instituição privada; suas normas são adquiridas em seus representantes, elas são documentos isolados, custam caro e não estão reproduzidas em nenhuma publicação, pois os direitos autorais sobre elas são fortemente resguardados.
Há casos de conflito interno no estabelecimento das normas, e de conflito entre as normas apresentadas, até pelas suas diferentes datas de atualização.
É apresentada a seguir uma relação dessas normas, a título de exemplo e para ilustrar a complexidade do assunto.
Quadro 1: Normas da ABNT
Norma/ Número/ Atualização
Ementa
Norma para datar
NBR-5892
08/1989
Fixar as condições exigíveis para indicação da data de um documento ou acontecimento. Aplica-se a datas históricas que têm como referência o início da era cristã situada no começo do ano 1.
Apresentação de publicações periódicas
NBR-6021
10/1994
Fixar diretrizes de ordem e clareza na apresentação de publicações periódicas. Destina-se a facilitar o trabalho de editores e impressores, possibilitando ao usuário sua melhor utilização.
Apresentação de artigos de periódicos
NBR-6022
08/1994
Fixar as condições exigíveis para orientar colaboradores e editores de publicações periódicas científicas e técnicas, no sentido de uma apresentação racional e uniforme dos artigos nelas contidos.
Informação e documentação – Referências – Elaboração
NBR-6023 (orig.NB66)
31/08/2000
Especifica os elementos a serem incluídos em referências. Fixa a ordem dos elementos da referência e estabelece convenções para transcrição e apresentação da informação originada do documento e/ou outras fontes de informação. Destina-se a orientar a preparação e compilação de referência de material utilizado para a produção de documentos e para inclusão em bibliografias, resumos, resenhas, recensões e outros. Aplica-se às descrições usadas em bibliotecas e nem as substitui (sic).
Numeração progressiva das seções de um documento
NBR-6024
08/1989
Fixar as condições exigíveis para um sistema de numeração progressiva das divisões e subdivisões do texto de um documento, de modo a expor com clareza a seqüência, importância e inter-relacionamento da matéria e a permitir a localização imediata de cada parte. Aplica-se à redação de todos os tipos de documentos, manuscritos e impressos, com exceção daqueles que possuem sistematização própria, como dicionários, ou que não necessitam ser sistematizados, como os textos literários.
Revisão tipográfica
NBR-6025
05/1980
Estabelecer regras e sinais de revisão de provas tipográficas, com a finalidade de simplificar o trabalho do revisor e o da oficina tipográfica. Não se aplica a qualquer alteração ou correção do texto original antes de ser entregue ‘a composição tipográfica; aplica-se, porém, a todas as alterações efetuadas pelo autor no texto já composto.
Legenda bibliográfica
NBR-6026
03/1994
Fixar as condições exigíveis para a apresentação da legenda bibliográfica.


Sumário
NBR-6027
08/1989
Fixa condições exigíveis para a estrutura, localização e aspecto tipográfico do sumário.
Resumos
NBR-6028
05/1980
Caracterizar os resumos e estabelecer uma técnica para sua redação e apresentação. Aplica-se a qualquer tipo de texto.
Apresentação de livros
NBR-6029
(orig.NB217)
07/05/1993
Fixa condições exigíveis quanto à apresentação dos elementos que constituem o livro. Destina-se a editores e autores.
Apresentação de ofício ou carta formato A-4
NBR-6030
05/1980
Fixar as condições exigíveis para a apresentação de ofício ou carta em formato A-4 (210mm x 297mm), estabelecendo a distribuição dos campos destinados a elementos que neles obrigatoriamente figuram.
Correções datilográficas
NBR-6031
12/1980
Fixar as condições exigíveis para correção em trabalhos datilográficos. Aplica-se a qualquer tipo de trabalho feito por datilógrafo em entidades públicas ou privadas.
Abreviações de títulos de periódicos e publicações seriadas
NBR-6032
08/1989
Fixar as condições exigíveis para uniformizar as abreviaturas de títulos de periódicos e publicações seriadas.
Ordem alfabética
NBR-6033
08/1989
Fixar critérios de aplicações da ordem alfabética em listas, índices, catálogos, bibliografias e trabalhos de natureza semelhante.
Preparação de índice de publicações
NBR-6034
08/1989
Fixar as condições exigíveis de apresentação e critérios básicos para a compilação de índice de publicações. Esta norma destina-se principalmente às publicações técnicas e científicas, cuja extensão e complexidade exijam rápida localização das informações contidas no texto. Não se aplica aos índices automatizados que obedecem a diretrizes próprias.
Emprego de numeração de semanas
NBR-9577
09/1986
Esta norma aplica-se em todos os casos onde uma determinada semana do ano tem que ser definida para usos comerciais
Arquivos
NBR-9578
09/1986
Definir termos empregados nos arquivos em geral
Preparação de indicadores de Bibliotecas, Centros de Informações e Documentação
NBR-10518
1992
Fixar as condições exigíveis para a organização e informação dos indicadores de Bibliotecas, Centros de Informação e Documentação.
Critérios de avaliação de documentos de arquivo
NBR-10519
10/1988
Fixar as condições exigíveis para a racionalização dos arquivos brasileiros, públicos e privados, estabelecendo preceitos capazes de orientar a ação dos responsáveis pela análise e seleção de documentos, com vistas à fixação de prazos para sua guarda ou eliminação.
Apresentação de citações em documentos
NBR-10520 (orig.NBR896)
30/04/1992
Fixa condições de apresentação de citações em documentos, para orientar autores e editores.
Numeração internacional para livro – ISBN
NBR-10521
Não consta
Fixar as condições exigíveis para atribuição de um número a cada livro e tem por finalidade identificar, em termos internacionais, um título, particularizando inclusive a editora. Assim, o Número Internacional do Livro (ISBN – International Standard Book Number) referencia um título e edição específicos, justificando-se, portanto, sua impressão no livro.
Abreviação na descrição bibliográfica
NBR-10522 (orig.NB938)
10/1988
Fixa condições exigíveis para uniformizar as abreviaturas mais comumente usadas, em português, na descrição bibliográfica de documentos em geral, especialmente monografias.
Entrada para nomes de língua portuguesa em registros bibliográficos
NBR-10523 (orig.NB1084)
10/1988
Fixa condições exigíveis para uniformizar a forma de escolha das entradas para nomes de língua portuguesa e o estabelecimento dos respectivos cabeçalhos em registros bibliográficos.
Preparação de folha de rosto de livro
NBR-10524
Não consta
Fixar as condições exigíveis na preparação da folha de rosto de livro e a forma como deve ser apresentada. Sua finalidade é permitir aos editores apresentar a folha de rosto de um livro de modo a facilitar seu uso pelos bibliógrafos, bibliotecários e usuários.
Numeração internacional para publicações seriadas – ISSN
NBR-10525
Não consta
Fixar as condições exigíveis para definir e promover o uso de um código (ISSN) para identificação única de cada publicação seriada.
Apresentação de relatórios técnico-científicos
NBR-10719
08/1989
Fixar as condições exigíveis para elaboração e apresentação de relatórios técnico-cientíticos. Trata exclusivamente de aspectos técnicos de apresentação, não incluindo questões de direitos autorais. Conquanto não sejam objetos desta Norma outros tipos de relatórios (administrativos, de atividades e outros), é opcional sua aplicação, quando oportuna. Nesse caso, os documentos devem sujeitar-se, tanto quanto possível, ao disposto nesta norma.
Editoração de traduções
NBR-11635
12/1990
Fixar as condições exigíveis para identificação e apresentação de trabalhos em publicações impressas.
Títulos de lombada
NBR-12225
04/1992
Oferecer aos editores regras para apresentação dos títulos ou outra identificação nas lombadas.
Apresentação de originais
NBR-12256
04/1992
Fixar as condições exigíveis quanto à forma de apresentação de originais para publicação. Tem por finalidade orientar o autor no preparo dos originais e racionalizar o trabalho de editoração.
Catalogação na publicação de monografias
NBR-12899
30/08/1993
Fixa condições exigíveis à forma de apresentação dos dados de catalogação-na-publicação (CIP) em monografias impressas e os elementos a serem incluídos, a fim de facilitar aos bibliotecários, editores e usuários em geral a interpretação e uso desses dados.


Manual Keimelion
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Leia em seguida:

7 de outubro de 2008

Bibliografia do Manual de redação (2002)

Bibliografia ABNT
ACADEMIA Brasileira de Letras. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. Disponível em . Acesso em 10 de janeiro de 2002.
AQUADOCE. A minha experiência com Betta (2) Acesso em 8 de abril de 2002.
ATHAYDE, Públio. Chess and rational choice: application of the games theory. Disponível em , Message-ID: , NNTP-Posting-Date: 24 Jan 2002 15:29:21 GMT.
ATHAYDE, Públio. O Brasil na nova ordem política e social. In: Jus Navigandi, n. 46. Disponível em . Acesso em 16 abr. 2002.
ATHAYDE, Yara Athayde. Apresentação final da defesa (Apresentação do Microsoft PowerPoint): PINTO, Maria de Lourdes Moreira. O uso da informática no ensino fundamental – um estudo de caso em escolas de Belo Horizonte. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, Dissertação de Mestrado, 2001. Disponível em . Acesso em 7 de outubro de 2008.
AURÉLIO. Veja-se Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio eletrônico – Século XXI.
BASTOS, Marcello Alves Pinto. Avaliação in vitro da instrumentação com o sistema Quantec Serie 2000 pelo método da tomografia computadorizada. Belo Horizonte: UFMG, Dissertação de Mestrado, 2002.
BOU MAROUN, Maria Célia dos Santos; NEVES, Maria de Lourdes Therezinha Pacheco. Nomes geográficos: normas para indexação. Rio de Janeiro: IBGE, 1996. 21 p.
BRASIL. Constituição federal. PIOVEZANE, Pedro de Milanélo (org.). São Paulo: Rideel, 1999.
BRITO, Fausto Reynaldo Alves de. Brasil, final de século: a transição para um novo padrão migratório. Belo Horizonte: CEDEPLAR, 2000.
CÂMARA, Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1995.
CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloísa Liberalli (orgs.). Dicionário de terminologia arquivística. São Paulo: Associação dos Arquivistas Brasileiros – Núcleo de São Paulo / Secretaria de Estado da Cultura – Departamento de Museus e Arquivos, 1996.
CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
DONADON-LEAL, José Benedito. Marília – sonetos desmedidos. Mariana: Lázaro Francisco da Silva Editor, 1996. 40p.
EDITORA KEIMELION Ltda. Disponível em . Acesso em 7 de outubro de 2008.
EMBRAPA. Correspondência interna e externa: padronizações e ajudas. Disponível em . Acesso em 13 de março de 2002.
Estadão: Veja-se MARTINS, Eduardo.
ESTADO DE SÃO PAULO (O). Arte e Lazer. Disponível em. Acesso em 8 de abril de 2002.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio básico da língua portuguesa. 1 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio eletrônico – Século XXI. Versão 3.0. São Paulo: Lexikon, 1999.
FERREIRA, Maria Lúcia. “Programa Especial” – a contribuição da UTRAMIG: da qualificação técnico-profissional à formação docente. Os sujeitos da educação à luz dos pressupostos do agir comunicativo no pensamento de Habermas. Belo Horizonte: CEFET-MG, Dissertação de Mestrado, 2001.
FERREIRA, Nali R. S. As concepções de transversalidade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade como base do processo de formação de formadores da educação básica: um estudo de caso no Uni-BH. Belo Horizonte: CEFET-MG, Dissertação de Mestrado, 2001.
FOLHA DE S. PAULO. Novo manual da redação – 1996. Disponível em . Acesso em 10 de fevereiro de 2002.
FRANÇA, Júnia Lessa et alii. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.
FREIRE, Ricardo. Para você estar passando adiante. Disponível em . Acesso em 9 de abril de 2002.
GARCIA, Mauricio. Normas para elaboração de dissertações e monografias. São Paulo: Universidade do Grande ABC, 2000. Disponível em . Acesso em 11 de jan. 2001.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. 1 ed. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Dicionário eletrônico Houaiss. Vers.1.0. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001a.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 62p.
LIMA, Rocha. Gramática normativa da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1982.
MAGALHÃES, Claudia Freitas. Organização do espaço turístico de municípios mineiros: uma proposta metodológica. Belo Horizonte: Instituto de Geociências da UFMG, Dissertação de Mestrado, 2000.
MARTINEZ, Antônio Lopo. “Gerenciamento” dos resultados contábeis: estudo empírico das companhias abertas brasileiras. São Paulo: Universidade de São Paulo, Tese de Doutorado em Controladoria e Contabilidade, 2001.
MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo – O Estado de São Paulo (ESTADÃO). O Estado de S. Paulo. São Paulo: Disponível em . Acesso em 14 de março de 2002.
MEDEIROS, Domingos Oliveira. A vírgula e a luta contra os privilégios. Usina de Letras. 13/02/2002 – 09h47min. Disponível em . Acesso em 12 de março de 2002.
MINIGRAMÁTICA: Veja-se NÚCLEO Interinstitucional de Lingüística Computacional.
NASSIF, Cláudio. Exploração do Método de Thompson na aplicação em problemas com várias escalas de comprimento. Belo Horizonte: Instituto de Ciências Exatas da UFMG, Tese de Doutorado, 2002.
NEVES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora UNESP, 2000.
NÚCLEO INTERINSTITUCIONAL DE LINGÜÍSTICA COMPUTACIONAL, USP-São Carlos. Minigramática. Disponível em
. Acesso em 13 de fevereiro de 2002.
PINTO, Maria de Lourdes Moreira. O uso da informática no ensino fundamental – um estudo de caso em escolas de Belo Horizonte. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, Dissertação de Mestrado, 2001.
PODER. Conselho Assessor. Disponível em
. Acesso em 8 de abril de 2002.
PRATA, Mário. Uma tese é uma tese. O Estado de São Paulo. São Paulo: 7 de out. 1998. Disponível em . Acesso em 8 de março de 2002.
PREFEITURA DE VITÓRIA – ES. Manual de redação e estilo do Vitória On Line. Disponível em . Acesso em 3 de fevereiro de 2002.
REIS, José Cláudio de Sousa. Sistema de acompanhamento da aprendizagem e avaliação do aluno universitário via internet: uma ferramenta de apoio ao professor e ao aluno. Belo Horizonte: Faculdade de Educação da UFMG, Dissertação de Mestrado, 2001.
RIBEIRO, Wladimir Antônio. Em busca do federalismo perdido. Coimbra: Universidade de Coimbra, Dissertação de Mestrado, 2001.
RODRIGUES, Ronan Silva. Agricultura familiar e sustentabilidade nos nichos agrícolas de Bom Jardim – município de Mário Campos – MG/2001. Belo Horizonte: Instituto de Geociências da UFMG, Dissertação de Mestrado, 2002.
SAMPAIO, Jurema L. F. Disponível em
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2 de outubro de 2008

Keimelion - revisão de textos: apresentação

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