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31 de outubro de 2008

Tabelas e quadros

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23 de outubro de 2008

Abreviatura, siglas e símbolos

A Keimelion revisa textos acadêmicos há
mais de dez anos, pode confiar.


Abreviatura é a “apresentação de uma palavra por meio de alguma(s) de suas sílabas ou letras, usada no tratamento documental” (CAMARGO e BELLOTO, 1996:1).
Evitamos inventar abreviaturas, exceto aquelas que se referirem a elementos conceituais ou referências a obras clássicas repetidas extensiva e intensivamente no trabalho.
Entre as mais comuns universalmente aceitas, há: designação de ano ou século em relação à era cristã (a.C., d.C.); a expressão etc. (et cœtera); meses do ano em ilustração, tabelas e referências (jan., fev., mar., abr., mai., jun., jul., ago., set., out., nov., dez.); designações comerciais (Cia., Ltda., S/A, S/C).

Siglas criam dificuldades para o leitor, porque exigem que sejam decifradas. A regra é evitá-las, principalmente em títulos, exceto em casos consagrados, como Aids, Bradesco, Embratel, ONU, OLP, USP.
  • Observe-se a seguinte padronização:
  1. não usar pontos: ONU e não O.N.U.;
  2. escrever por extenso seu significado, de preferência logo após a primeira menção: O filme vai ser exibido no MIS (Museu da Imagem e do Som), exceto quando a sigla for muito consagrada, como Aids, Bradesco, ONU;
  3. usar apenas letras maiúsculas para sigla com até três letras: OMS, DPF, ONU. Mas atenção: alguns nomes, como Efe (a agência de notícias espanhola) e Fed (o banco central norte-americano), parecem siglas, mas não são;
  4. empregar maiúscula apenas na primeira letra de siglas com mais de três letras que podem ser lidas sem dificuldade como palavra: Unesco, Banespa, Petrobrás, Sudene, Sesc, Prona;
  5. usar apenas letras maiúsculas para sigla que exija leitura letra por letra: UFMG, SBPC, DNDDC, DNER, PMDB;
  6. há algumas exceções consagradas, como CNPq, UnB;
  7. se precisar formar plural, acrescente-se s minúsculo: TVs, BTNs.
Os símbolos das unidades de medida não são abreviaturas nem siglas, devendo ser escritos em minúsculas, exceto aqueles etimologicamente ligados a nomes próprios; assim: g – grama; m – metro; kg – quilograma; V – volt (maiúsculo, por causa de Alessandro Volta), s – segundo. São grafados sem ponto de abreviação e sem plural (FOLHA, adaptado).

  • A ABNT, na NBR 6032, define regras para se criarem abreviações. Algumas dessas regras são:
  1. não se abreviam palavras com menos de cinco letras;
  2. devem-se suprimir artigos e preposições;
  3. o tipo do periódico abrevia-se com uma letra maiúscula (p.ex.: B. boletim, C. correio, D. diário, F. Folha, G. gazeta, J. jornal, R. revista);
  4. os substantivos abreviam-se com a primeira letra maiúscula e os adjetivos em minúscula, exceto para nomes de entidades (Revista Brasileira de Medicina Veterinária = R. bras. Med. vet.; Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária = Soc. Bras. Med. Vet.).

Não adianta: escreveu?
Tem que revisar.
A matéria deste post e muito mais sobre redação, especialmente a destinada às universidades, está em nosso manual.
Nosso Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica facilita a produção de textos científicos, fornece elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam obstáculos ao trabalho. Dá indicações de procedimentos e sugestões de apresentação dos trabalhos.
Edição revisada, ampliada e atualizada pela nova ortografia. Disponível para aquisição. Você pode comprar neste link.


Abreviaturas dos meses

Os meses, a serem mencionados nas referências de periódicos, são sempre abreviados na língua de origem do artigo; segue-se quadro com abreviaturas em algumas línguas; observe-se a grafia nas línguas românicas – em minúsculas; nas germânicas, inicial maiúscula.

Quadro de abreviatura nas principais línguas acidentais
Abreviatura dos meses em diversas línguas.
(clique na imagem para ampliar):



Revise seu texto conosco.
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Mais neste blog:

Arredondamento

Arredondamento exige critérios.
Revisão de texto exige Keimelion.

Todo cuidado é pouco ao arredondar números. A informação apurada com esforço e zelo pode ser comprometida pela imperícia na hora de tornar o dado mais legível: US$ 20,34 bilhões é muito mais do que US$ 20 bilhões. Essa simplificação terá subtraído US$ 340 milhões em informação (FOLHA).
Apesar de esse arredondamento ser matematicamente correto, não se deve fazê-lo. Evite-se qualquer operação que altere o número em mais de 1% de seu valor original.
Na hora de eliminar casas ao arredondar, nunca desprezar: população de 13,7 milhões pode ser transformada em 14 milhões, nunca em 13 milhões. Para facilitar a leitura, cabe restringir os numerais fracionados inevitáveis a uma casa decimal, como regra, mas convém tomar cuidado com as quantidades muito grandes, usando o bom senso.
  • Para arredondar, podem-se seguir estas duas regras práticas:
  1. concentrar-se na casa seguinte à que se pretende manter;
  2. arredondar para cima os algarismos 5, 6, 7, 8 e 9; os restantes (1, 2, 3 e 4), para baixo.
Assim, arredonda-se 1,4499 para 1,4 e não 1,5 (o segundo 4 exige arredondamento para baixo). A razão é clara: 1,4499 está mais perto de 1,4 do que de 1,5.
Se a intenção for manter duas casas decimais, escreve-se 1,45, porque 1,4499 está mais perto de 1,45 do que de 1,44 (o primeiro 9, neste caso, fala mais forte) (FOLHA, adaptado).



Revisão conosco é garantida.
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Leia outros posts: Conceito de revisor de textos - Quem sabe revisar? - Ponto e vírgula

17 de outubro de 2008

Ética, biossegurança, volumes

Ética e biossegurança na tese.
Ética e segurança na revisão da Keimelion.
  • Aspectos éticos
Nos termos da Portaria 196/96, do Conselho Nacional de Saúde, tratando-se de pesquisa clínica, epidemiológica ou no âmbito das Ciências Humanas, envolvendo experimentação com seres humanos, o projeto deve conter seção onde se explicite como estão sendo contemplados seus aspectos éticos, devendo ser anexados o parecer da Comissão de Ética das instituições envolvidas e cópia do formulário para consentimento após informação.
  • Biossegurança
Conforme legislação em vigor, projetos que envolvam experimentos com organismos geneticamente modificados devem informar o número de registro e data da publicação do certificado de qualidade em Biosegurança.
  • Desdobramento em volumes
Divide-se em dois volumes o trabalho que ultrapassar significativamente as 200 páginas, para facilitar o manuseio.
Quando a obra for em mais de um volume, a capa e a folha de rosto devem destacar a indicação de volume (Volume I; Volume II…) logo abaixo do título.
A numeração das páginas dos volumes deve ser seqüência natural do volume anterior (UFRGS, adaptado).

Já leu neste blog? A utopia da autorrevisão - Modelo de revisão da Keimelion - Numeração das páginas do trabalho acadêmico

16 de outubro de 2008

Direitos autorais

Cuide de seus direitos autorais.
Os direitos autorais sobre as obras intelectuais, inclusive os trabalhos acadêmicos, estão regulados pela Lei 9.610 de 19/02/1998, que “altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências”. Não é necessário qualquer tipo de registro para adquirir direito autoral, mas isso pode ser feito para garantir de forma líquida, inquestionável, o exercício desse direito. O registro pode ser feito em diversas instituições, inclusive na Biblioteca Nacional. As citações, menções e excertos, respeitadas e mencionadas as fontes e os limites, não violam o direito autoral. A idéia não é objeto de direito, segundo a Lei.
A melhor forma de resguardar os direitos autorais é a publicação contínua de artigos apresentando o desenvolvimento do trabalho.

Leia também: Plágio e fraude acadêmicaMais fraude acadêmica - Revisão ortográfica, revisão gramatical

15 de outubro de 2008

Uso de nomes comerciais

Não use nomes comerciais
em trabalho científico
Nomes comerciais ou marcas não devem ser mencionados no texto acadêmico, a menos que por necessidade absoluta. Deve ser citado apenas o nome técnico correspondente, ou a descrição do produto, e a marca comercial deve ser citada em nota de rodapé. Por exemplo, não mencionar Fanta Uva, usando refrigerante à base de uva; dizer dipirona no lugar de Novalgina (GARCIA, 2000).
Esse procedimento é universal entre os autores da área médica, mas deve ser adotado por todos, por ser mais pertinente do ponto de vista acadêmico e de maior formalidade.


Keimelion é a grife da revisão de textos.

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Leia também:

Notas valorizam o trabalho

Nota de rodapé deve ser pequena.
  • Notas de rodapé
As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos ou tecer considerações que não devem ser incluídas no texto para não interromper a seqüência lógica da leitura. Essas notas devem ser reduzidas ao mínimo e situar-se em local tão próximo quanto possível do texto, não sendo mais cabível reuni-las todas ao fim dos capítulos ou da publicação.
Inserem-se notas pelo menu Inserir / referência / notas. O programa faz tudo automaticamente, sem maiores transtornos.

Há dois tipos de notas de rodapé:
  • Bibliográficas
São em geral utilizadas para indicar fontes bibliográficas, permitindo comprovação ou ampliação de conhecimento do leitor; para indicar textos relacionados às afirmações contidas no trabalho, remeter o leitor a outras partes do mesmo trabalho ou a outros trabalhos para comparação de resultados e para incluir a tradução de citações feitas em língua estrangeira ou indicar a língua original de citações traduzidas.
  • Explicativas
Referem-se a comentários ou observações pessoais do autor. São também adotadas para indicar dados relativos às comunicações pessoais, a trabalhos não publicados e a originais não consultados, mas citados pelo autor.


Revisor de textos é na Keimelion
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Numeração das parte do trabalho

Numeração decimal no sumário
  • Numeração progressiva
Consiste na divisão do trabalho em seções. Segundo a NBR 6024 da ABNT, não se deve subdividir em seções além da terciária, procedimento de que discordamos e não adotamos.
  • Seções primárias
Correspondem aos capítulos. Numeram-se as seções primárias com a série natural dos números inteiros, a partir de 1 (um), pela ordem de sua colocação no documento. O título dessa seção deve ser em negrito e somente a primeira letra da frase é maiúscula. Este último aspecto normalmente não é cumprido, por exigência dos autores ou das instituições, contrariando a norma.
No Word, basta o comando Crtl+Alt+1 e a frase está formatada como seção primária.
  • Seções secundárias e terciárias
São resultantes da divisão do texto dos capítulos. Numeram-se seqüencialmente com a série natural dos números inteiros, a partir de 1 (um), pela ordem de sua colocação no respectivo capítulo.
No editor de textos, em geral basta o comando Crtl+Alt+2 e Crtl+Alt+3 e a frase está formatada como seção secundária ou terciária.

10 de outubro de 2008

Referência bibliográfica e bibliografia - ABNT

7 de outubro de 2008

Bibliografia do Manual de redação (2002)

ACADEMIA Brasileira de Letras. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. Disponível em . Acesso em 10 de janeiro de 2002.
AQUADOCE. A minha experiência com Betta (2) Acesso em 8 de abril de 2002.
ATHAYDE, Públio. Chess and rational choice: application of the games theory. Disponível em , Message-ID: , NNTP-Posting-Date: 24 Jan 2002 15:29:21 GMT.

ATHAYDE, Públio. O Brasil na nova ordem política e social. In: Jus Navigandi, n. 46. Disponível em . Acesso em 16 abr. 2002.
Revisores qualificados para texto acadêmico: Keimelion.
Bibliografia ABNT
ATHAYDE, Yara Athayde. Apresentação final da defesa (Apresentação do Microsoft PowerPoint): PINTO, Maria de Lourdes Moreira. O uso da informática no ensino fundamental – um estudo de caso em escolas de Belo Horizonte. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, Dissertação de Mestrado, 2001. Disponível em . Acesso em 7 de outubro de 2008.
AURÉLIO. Veja-se Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio eletrônico – Século XXI.
BASTOS, Marcello Alves Pinto. Avaliação in vitro da instrumentação com o sistema Quantec Serie 2000 pelo método da tomografia computadorizada. Belo Horizonte: UFMG, Dissertação de Mestrado, 2002.
BOU MAROUN, Maria Célia dos Santos; NEVES, Maria de Lourdes Therezinha Pacheco. Nomes geográficos: normas para indexação. Rio de Janeiro: IBGE, 1996. 21 p.
BRASIL. Constituição federal. PIOVEZANE, Pedro de Milanélo (org.). São Paulo: Rideel, 1999.
BRITO, Fausto Reynaldo Alves de. Brasil, final de século: a transição para um novo padrão migratório. Belo Horizonte: CEDEPLAR, 2000.
CÂMARA, Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis: Vozes, 1995.
CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloísa Liberalli (orgs.). Dicionário de terminologia arquivística. São Paulo: Associação dos Arquivistas Brasileiros – Núcleo de São Paulo / Secretaria de Estado da Cultura – Departamento de Museus e Arquivos, 1996.
CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
DONADON-LEAL, José Benedito. Marília – sonetos desmedidos. Mariana: Lázaro Francisco da Silva Editor, 1996. 40p.
EDITORA KEIMELION Ltda. Disponível em . Acesso em 7 de outubro de 2008.
EMBRAPA. Correspondência interna e externa: padronizações e ajudas. Disponível em . Acesso em 13 de março de 2002.
Estadão: Veja-se MARTINS, Eduardo.
ESTADO DE SÃO PAULO (O). Arte e Lazer. Disponível em. Acesso em 8 de abril de 2002.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio básico da língua portuguesa. 1 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio eletrônico – Século XXI. Versão 3.0. São Paulo: Lexikon, 1999.
FERREIRA, Maria Lúcia. “Programa Especial” – a contribuição da UTRAMIG: da qualificação técnico-profissional à formação docente. Os sujeitos da educação à luz dos pressupostos do agir comunicativo no pensamento de Habermas. Belo Horizonte: CEFET-MG, Dissertação de Mestrado, 2001.
FERREIRA, Nali R. S. As concepções de transversalidade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade como base do processo de formação de formadores da educação básica: um estudo de caso no Uni-BH. Belo Horizonte: CEFET-MG, Dissertação de Mestrado, 2001.
FOLHA DE S. PAULO. Novo manual da redação – 1996. Disponível em . Acesso em 10 de fevereiro de 2002.
FRANÇA, Júnia Lessa et alii. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.
FREIRE, Ricardo. Para você estar passando adiante. Disponível em . Acesso em 9 de abril de 2002.
GARCIA, Mauricio. Normas para elaboração de dissertações e monografias. São Paulo: Universidade do Grande ABC, 2000. Disponível em . Acesso em 11 de jan. 2001.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. 1 ed. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Dicionário eletrônico Houaiss. Vers.1.0. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001a.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. 62p.
LIMA, Rocha. Gramática normativa da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1982.
MAGALHÃES, Claudia Freitas. Organização do espaço turístico de municípios mineiros: uma proposta metodológica. Belo Horizonte: Instituto de Geociências da UFMG, Dissertação de Mestrado, 2000.
MARTINEZ, Antônio Lopo. “Gerenciamento” dos resultados contábeis: estudo empírico das companhias abertas brasileiras. São Paulo: Universidade de São Paulo, Tese de Doutorado em Controladoria e Contabilidade, 2001.
MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo – O Estado de São Paulo (ESTADÃO). O Estado de S. Paulo. São Paulo: Disponível em . Acesso em 14 de março de 2002.
MEDEIROS, Domingos Oliveira. A vírgula e a luta contra os privilégios. Usina de Letras. 13/02/2002 – 09h47min. Disponível em . Acesso em 12 de março de 2002.
MINIGRAMÁTICA: Veja-se NÚCLEO Interinstitucional de Lingüística Computacional.
NASSIF, Cláudio. Exploração do Método de Thompson na aplicação em problemas com várias escalas de comprimento. Belo Horizonte: Instituto de Ciências Exatas da UFMG, Tese de Doutorado, 2002.
NEVES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora UNESP, 2000.
NÚCLEO INTERINSTITUCIONAL DE LINGÜÍSTICA COMPUTACIONAL, USP-São Carlos. Minigramática. Disponível em
. Acesso em 13 de fevereiro de 2002.
PINTO, Maria de Lourdes Moreira. O uso da informática no ensino fundamental – um estudo de caso em escolas de Belo Horizonte. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, Dissertação de Mestrado, 2001.
PODER. Conselho Assessor. Disponível em
. Acesso em 8 de abril de 2002.
PRATA, Mário. Uma tese é uma tese. O Estado de São Paulo. São Paulo: 7 de out. 1998. Disponível em . Acesso em 8 de março de 2002.
PREFEITURA DE VITÓRIA – ES. Manual de redação e estilo do Vitória On Line. Disponível em . Acesso em 3 de fevereiro de 2002.
REIS, José Cláudio de Sousa. Sistema de acompanhamento da aprendizagem e avaliação do aluno universitário via internet: uma ferramenta de apoio ao professor e ao aluno. Belo Horizonte: Faculdade de Educação da UFMG, Dissertação de Mestrado, 2001.
RIBEIRO, Wladimir Antônio. Em busca do federalismo perdido. Coimbra: Universidade de Coimbra, Dissertação de Mestrado, 2001.
RODRIGUES, Ronan Silva. Agricultura familiar e sustentabilidade nos nichos agrícolas de Bom Jardim – município de Mário Campos – MG/2001. Belo Horizonte: Instituto de Geociências da UFMG, Dissertação de Mestrado, 2002.
SAMPAIO, Jurema L. F. Disponível em
. Acesso em 15 mar. 2002.
SANTIAGO, Salette Lobão Torres. Análise molecular de isolados do vírus da bronquite infecciosa das galinhas em Minas Gerais – Brasil. Belo Horizonte: Escola de Veterinária da UFMG, Dissertação de Mestrado, 2002.
SAYÃO, Bidu. Opera arias & brazilian folksongs. Sony Music Ent., 1996.
SCHFFER, Carmen Cristina Rodrigues. Verificando a apropriação da teoria piagetiana do desenvolvimento cognitivo usando tecnologia computacional: estudo de caso na formação de psicólogos. Belo Horizonte: Centro Federal de Educação Tecnológica – CEFET-MG, Dissertação de Mestrado, 2001.
SILVEIRA, Gelson. Criação de Textos. Disponível em . Acesso em 12 de abril de 2002.
SIMÕES. Jussara P. Mitos e lendas dos estrangeirismos. In: Jornal Eletrônico Novo Milênio. Disponível em . Acesso em 9 de abril de 2002.

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Técnicas de apresentação de dados. Brasília: TCU – Secretaria-Adjunta de Fiscalização, 2001. 90p. Disponível em . Acesso em 3 de mar. 2002.

2 de outubro de 2008

Keimelion - revisão de textos: apresentação

A Keimelion - revisão de textos - é especializada em trabalhos acadêmicos.
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