4 de maio de 2015

Revisão de textos: o preço e o custo – solicite orçamento

A revisão do texto de uma tese ou dissertação tem custo elevado, mas muito caro é não revisar. O equívoco das pessoas é confundir o custo e o preço de algo. 

Muitas vezes, clientes pensam que nosso orçamento para revisão de seus textos é caro; bem, nosso preço deve estar mesmo entre os mais elevados dentre os que são praticados para revisões acadêmicas, mas preço elevado não significa necessariamente que um serviço é caro: o caro pode ter vários significados.

Veja algumas considerações do que seja caro:
Revisão de texto é um investimento em qualidade.
Ser previdente é fazer reserva de recursos
para contratar um revisor de textos
que satisfaça suas exigências de
qualidade e pontualidade.

Primeiro, o caro pode significar que o valor apresentado por nós está acima das possibilidades ou capacidade financeira do cliente. Então, o serviço está caro para determinada pessoa. O caro é relativo. Caro para quem? Os clientes diferem também por suas capacidades de consumo de acordo, seu poder aquisitivo. Por exemplo: em geral, não revisamos TCCs, pois os alunos de graduação não costumam ter capacidade econômica para arcar com o custo de nosso serviço, mas atendemos, sempre, a todos os pedidos de orçamento pois o fato de ser um graduando, por si, não exclui a capacidade pagadora do cliente, ele pode ser um profissional e estar concluindo a segunda ou terceira graduação ou ser financiado pelos pais. Então reflita se nosso serviço está realmente caro ou se a dificuldade pode ser sanada com um parcelamento, por exemplo.
Depois, podemos provar para qualquer eventual cliente que nosso serviço tem custo elevado, mas que ele vale mais que o trabalho de muitos concorrentes! Cobramos mais que a maioria por diversos motivos, se você se dispuser a gastar alguns minutos conhecendo este blog reconhecerá os diferenciais. O preço praticado reflete a qualidade do serviço e o reconhecimento que já nos foi atribuído pela clientela. Pode ocorrer que o cliente apenas queira negociar. Ele quer nos contratar, mas quer negociar. Todos querem fazer um bom negócio e costumam pechinchar. Nós preferimos oferecer mais vantagens que descontos. Desconto vicia, desvaloriza o orçamento e o profissional, atrai outros clientes que querem desconto e depõe contra o prestador do serviço. Concedemos algumas vantagens e o cliente fica satisfeito e sai feliz por ter feito um melhor negócio. Quais seriam as vantagens? Parcelamento, outra leitura incluída, manutenção do preço durante determinado período, revisão de emendas requeridas por banca – há inúmeras possibilidades.
Mas há o cliente que chega e diz que o revisor Fulano de Tal faz por tantos reais mais barato por lauda e que tem o trabalho parecido? Não é comum, mas acontece. Bem, vivemos em regime de livre concorrência, ainda. Revisão de texto é serviço personalíssimo, isso significa que nenhum revisor trabalha exatamente como outro, que cada um tem seus critérios e apresenta resultados de um modo. Uns dialogam mais com os autores, outros menos. Uns interferem mais no texto, outros interferem o mínimo necessário. Cabe a cada autor encontrar o revisor que atenda melhor a seus anseios, às necessidades de seu texto. Nós procuramos identificar a preferência do autor, estamos sempre atentos à finalidade do texto e procuramos estabelecer o melhor e mais amplo diálogo possível com o autor – e isso tem um custo. Se o que nós oferecemos não é do interesse de determinado cliente, então ele está certo: nosso serviço é caro. Mas se o que se busca é a melhor interação possível, estaremos prontos a atender. Que cada um tenha o cuidado de escolher a melhor equipe de revisão, de acordo com sua necessidade, e estabeleça com aquele time uma longa e proveitosa parceria.

3 de maio de 2015

Textos para multimídia: criação e revisão

Textos e hipertextos constituem gêneros diferentes entre si, mas são reciprocamente influentes; a produção de um ou outro tipo demanda abordagens específicas de autores e revisores para lhes guardar a propriedade e ampliar a qualidade.

Para se criarem páginas de Web eficazes, apresentações e até mesmo exposições, deve-se desenvolver a capacidade de pensar os textos em seções significativas que podem ser ligadas de formas bem variadas, em vez de tecer as seções verbais em um todo coeso e completo, usando dispositivos de transição clássicos. O hipertexto é verdadeiramente baseado em processo, o leitor participa da construção do texto como conjunto a ser integrado na interpretação. Assim como hipertextos da Web devem incorporar elementos gráficos, possivelmente animação, som ou vídeo e elementos verbais, bem como links internos e hiperlinks para a grande rede. Em vez de desenvolver uma tese, um argumento linear através do documento, os autores multimidiáticos devem distribuir significado entre informações e arquivos, vinculando significados associativa e visualmente.
Um vídeo é passível de revisão de texto não verbal.
Todas as informações, todos os dados
e conteúdos de qualquer mídia são
 passíveis de revisão e a requerem
para maximizar a comunicabilidade. 
Nesse contexto de (hiper)textualidade da multimídia, o revisor de textos tem que estar igualmente familiarizado com os gêneros e variações linguísticas inerentes ao texto eletrônico, ao hipertexto e às mensagens subliminares. A segmentação das ideias é diferente, a coesão é proposta por elos que muitas vezes remetem o leitor a outros textos, há mais portas abertas para entrar ou sair daquele escrito que quando se trabalha com o produto impresso ou para a impressão.
A apresentação visual da informação eletrônica torna-se muito mais complexa do que os elementos do formato clássico do ensaio dissertativo. Cor, escolha de fonte e a colocação surgem em primeiro plano de algumas partes do texto, relegando outras para subordinar os status. Os autores que prestem atenção ao fazer essas escolhas para um documento da Web são menos propensos a se contentar com texto sem formatação na cópia impressa de suas redações, quando é tão fácil incorporar técnicas de editoração, incluindo gráficos, em seus papéis. A escrita para a Web privilegia as habilidades artísticas, ao passo que o ensaio tradicional privilegia as habilidades verbais. O revisor que vai colaborar nesse tipo de (inter)texto não pode ser restrito – nem pode se restringir – à edição do conteúdo verbal que integrará o produto, pois as mensagens todas se conectam e a finalidade da revisão é o aperfeiçoamento da comunicação, não a aferição linguística formal de segmentos isolados de frases e parágrafos.
Com todas as possibilidades criativas abertas para os autores, por que é que ainda se fixa o ensino da escrita nos modelos anteriores à “domesticação dos computadores”? Essa é nossa melhor medida de letramento acadêmico, ou mesmo de alfabetização escolar básica? Dessas questões anteriores ao texto derivam as equivocadas intervenções por parte de revisores que se limitam ao conteúdo verbal das mensagens, principalmente por restrição da demanda: os autores ou os editores não submetem o conteúdo integral à revisão! O problema é similar ao dos tradutores de filmes que recebem somente os textos para serem traduzidos, gerando as tão conhecidas e ridicularizadas discrepâncias nas legendas ou dublagens.

2 de maio de 2015

Letramento acadêmico e revisão de textos eletrônicos: redefinindo os gêneros

A revisão de textos se redefine e assume novo papel à medida em que os gêneros textuais são modificados, inclusive pelas novas dinâmicas agregadas pelos recursos eletrônicos.

A base escrita universitária tem sido amplamente concebida como a produção de textos do gênero ensaio, recurso instrumental desde sempre. A revisão de textos acadêmicos sempre foi e continua sendo a auditoria dos produtos textuais e sua subsunção aos paradigmas do gênero ensaio – mesmo quando ele se estende em dissertações ou teses. As instituições demandam que os professores e os laboratórios de redação acadêmica “ensinem os estudantes a escrever” – os autores demandam dos revisores que colaborem em seu enquadramento no ritual de textualização preconizado. Ao fazer aquilo, as instituições sugerem que, aos alunos, que podemos ver como simplesmente os recém-chegados a um conjunto específico de convenções do discurso, faltam de habilidades básicas de alfabetização. Mas depois do comendo “ensinem a escrever” cabe a questão: “escrever o quê?”
A modernidade processa os textos muito mais rapidamente. Revisar é preciso.
O ensaio foi consagrado por séculos
como a expressão canônica do saber
acadêmico e sua mídia ideal. Mas
essa posição já não não é tão segura.
A resposta prática para essa questão é desconsiderada em milhares de horas de aula a cada ano e permaneceu relativamente estável nos últimos cem anos. O gênero ensaio e os trabalhos de pesquisa bibliográfica (resenhas, fichamentos, resumos...) são os veículos pelos quais os alunos deverão demonstrar sua capacidade de produção escrita. Mas a transformação por que passou o ato de escrever com o advento do computador e dos recursos derivados dele é fenômeno recente. A produção textual em ambientes eletrônicos começou a revolucionar rapidamente os gêneros textuais e as práticas de sala de aula. Hoje, as possibilidades de expansão para a escrita engendradas pela editoração eletrônica, e-mail, sistemas de acesso multiusuário, programáveis, interativos, ambientes em realidade virtual baseada em texto, jogos, conferências, bate-papo on-line e outras atividades que requerem comunicação em tempo real, páginas da Web e hipertexto, softwares de apresentação, rompe as limitações do mero ensaio e impõem outros tipos de pensamento e escrita.

28 de abril de 2015

Letramento acadêmico: (re)aprender a (re)escrever na universidade

A opinião corrente é que os padrões de “alfabetização” do estudante estão caindo inclusive no ensino superior: muitos docentes afirmam que os alunos já não podem escrever.

A aprendizagem no ensino superior envolve a adaptação a novas formas de saber: novas formas de compreender, interpretar e organizar o conhecimento. A alfabetização acadêmica – aquisição de práticas de leitura e escrita dentro de disciplinas, voltadas para elas – constitui-se de processos pelos quais os alunos aprendem novos temas e desenvolvem seus conhecimentos sobre novas áreas de estudo. Uma abordagem de práticas de alfabetização leva em conta o componente cultural e contextual da escrita e as práticas de leitura, e tem, por sua vez, implicações importantes para a compreensão da aprendizagem do aluno.
Os textos têm oritem em uma série de discursos precedentes.
Há incontáveis vozes e discursos
que produzem ruído nos textos
acadêmicos. Os revisores estão
familiarizados com esses tipos
de problemas e tentam emprestar
suas soluções, se lhes for permitido.
A pesquisa educacional na aprendizagem no ensino superior tende a concentrar-se sobre as formas pelas quais os alunos possam ser ajudados a adaptar suas práticas àquelas da universidade; nessa perspectiva, os códigos e convenções do mundo acadêmico podem ser tomados como dados. Em contraste, há a premissa de que, para compreender a natureza do aprendizado acadêmico, é importante investigar os entendimentos de docentes e estudantes sobre suas próprias práticas de produção de textos, sem fazer suposições prévias sobre quais práticas são apropriados ou eficazes. Isto é particularmente importante na tentativa de desenvolver uma análise mais complexa do que significa tornar-se academicamente letrado.
A noção de letramento acadêmico é uma tentativa de atrair as implicações dessa abordagem para a compreensão das questões de aprendizagem do aluno de graduação e pós. A pesquisa educacional sobre a escrita do aluno no ensino superior, inclusive na pós-graduação, tem três principais perspectivas: “habilidades de estudo; “socialização acadêmica”; e “letramento acadêmico”. Os modelos não são mutuamente exclusivos e não queremos vê-los em dimensão de tempo linear simples, na qual um modelo substitui ou substitui os insights fornecidos pelo outro. Em vez disso, cada modelo, sucessivamente ao outro, compreende a perspectiva de socialização acadêmica e leva em conta as habilidades de estudo baseando-se nas ideias desenvolvidas ali, bem como o modo de apresentação das habilidades apreendidas. O modelo de letramento acadêmico incorpora os outros modelos em compreensão mais abrangente da capacidade de o aluno escrever dentro de práticas institucionais afetadas por relações de poder e choques de identidades.

Revisão e formatação de teses e dissertações há mais de quinze anos.

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