28 de março de 2015

O revisor de textos: um profissional com fundamentação teórica

A finalidade a ser atingida pelos profissionais responsáveis pelo tratamento do texto com vistas a sua publicação é a legibilidade linguística. 

Segundo os manuais de revisão de textos, a maior atenção deve ser direcionada aos aspectos de textualidade no planejamento, construção e, finalmente, na revisão do texto: trabalho de adequação à leitura e normalização no processo de adequação do produto à publicação, defesa, leituras.
A formação do profissional do texto centra-se, já nos postulados e manuais linguísticos tradicionais, como construção da proficiência no trabalho, predominantemente, com a aquisição de competência gramatical, caracterizando o processo de revisão textual como uma “fiscalização” às inadequações gramaticais subjacentes aos escritos, sem refletir sobre suas implicações na construção e manutenção da textualidade e dos objetivos propostos, limitando o campo de atuação e a competência do revisor textual.
O revisor vê com atenção e conhecimento linguístico tudo que há e pode haver no texto, seja certo ou errado.
A revisão de textos é sempre muito
mais que a "olhada no texto" que
 muitos autores desejam.
São escassos os excertos que podem ser citados e que primam pela manutenção da textualidade ligada aos fatores textuais, discursivos e estilísticos que devem dominar e empregar na revisão textual os profissionais do texto, denominados pelo autor como preparador de textos. As contradições dos objetivos do dizer e o que realmente é efetivado pelo pesquisador são ainda mais estanques quando na análise dos escritos é verificável um manual de estilo em que a preocupação é a não exaustividade, elencando e apresentando-se, porém, uma série de normas aplicáveis à forma de organização livresca e gramatical.
O profissional revisor de texto costuma ser equiparado ao preparador de originais, cujas habilidades e funções ultrapassam a do revisor textual. O profissional preparador realiza “atividades relativas à adequação do texto que dizem respeito à organização, normalização e revisão dos originais”, contribui também com a adequação e padronização da unidade física e editorial dos escritos, ainda sem tratamento gráfico e em contato com o autor, competência frequentemente realizada pelo revisor de textos. Cabe a ele, desse modo, conhecer e dominar as tarefas exercidas pelo revisor textual, ou seja, deve compreender os aspectos linguísticos em seus mais diversos níveis gramaticais, discursivos, textuais, semânticos e estilísticos, para que se possa realizar adequadamente a etapa do trabalho com textos e não apenas uma revisão quanto à forma e organização do material e preparação gramatical. (Silva & Mincoff)

27 de março de 2015

Quatorze dicas para a hora de defender a tese

Depois de ter concluído a tese, é essencial que o aluno se prepare para a apresentação oral do trabalho.

Um excelente texto não garante que a exposição na etapa final seja boa e, se o aluno não apresentar a tese de forma satisfatória, os examinadores podem subestimá-la ou até mesmo duvidar da preparação científica do candidato.
A defesa da tese e suas dificuldades.
A defesa da tese é um ritual que pode
ser muito bem aproveitado. Basta
o candidato se preparar e que todos
tenham civilidade.
Geralmente a apresentação oral da tese é geralmente é feita por meio de slides em Powerpoint ® (ou software similar) contendo texto, figuras, tabelas, desenhos e fotografias. Bons slides não são tudo. O aluno deve estar preparado e conhecer ponta a ponta o conteúdo, coordenando bem a apresentação conforme explica os slides e se comportando de forma adequada durante essa etapa do trabalho. Abaixo apresentamos algumas dicas, tanto referentes à formatação e estilo da apresentação de slides, como à discussão da tese – aplicáveis a muitos contextos, como um concurso, entrevista de emprego ou uma apresentação de negócios.
1) Conheça antecipadamente o material disponível para apresentação oral e prepare um número adequado de slides. O tempo para apresentar cada slide pode variar de alguns segundos quando a informação for simples, ou um pouco mais caso se trate da apresentação de dados mais complexos, como tabelas, figuras e gráficos. Além disso, é necessário evitar concentrar muita informação em um slide (em um esforço para reduzir o tempo total de exposição), mas procurar dividi-los, por exemplo, em dois slides mais simples. Os slides complexos tornam mais difícil a apresentação pelo autor e a compreensão da plateia, que facilmente se distrairá e perderá o foco do discurso.
2) Apresente em cada slide apenas as informações essenciais. O conteúdo mais profundo deve ser desenvolvido oralmente, pois o apresentador tem papel fundamental na apresentação. Assim, é absolutamente desaconselhável transferir parágrafos inteiros para slides, procurando apresentar frases curtas ou listas com marcadores sobre os mais importantes aspectos a serem discutidos.

26 de março de 2015

Atitudes durante a redação da tese

Durante a redação da tese, você não é apenas um doutorando. Lembre-se de que, por mais dedicação integral que você aplique à tese, você tem que continuar sendo pessoa – com diversos relacionamentos, e suas atitudes não podem deixar de considerar tudo que isso implica.

Na situação real, você pode gastar uma grande parte – a maioria – do seu tempo escrevendo sua tese. Isso pode ser prejudicial a sua saúde física e mental. Pode prejudicar suas relações sociais, familiares e afetivas – se você não se ativer à questão. Pode prejudicar seu corpo e sua saúde mental, se o descuido for grande.
As atitude têm efeitos na tese e na dissertação.
A redação da tese requer coerência
textual e coerência de atitudes
do doutorando.
Algumas questões são bastante simples, referem-se à rotina, à programação e às atitudes de modo geral. De preferência, é bom pensar nessas coisas desde o início. Na última hora, no estresse final, já não vai adiantar muito – ninguém vai mesmo ter tempo nem de considerar tais questões se faltarem dez dias para o prazo de depósito da tese e ainda estiver faltando um colosso de trabalho.

Se você vai começar a tese agora, ou se ainda dá tempo de pensar nessas coisas, considere:

Seu posicionamento frente ao computador

Ajuste sua cadeira e o computador. Evite, criteriosamente, o note usado na cama ou no sofá, suas vértebras agradecerão. O serviço de saúde, usuários profissionais de teclado ou talvez até mesmo o agente de saúde escolar podem fornecer tabelas que mostram as alturas relativas recomendadas, posturas saudáveis e exercícios esporádicos que você deve fazer se você gastar muito tempo no teclado. Estas recomendações são úteis: você não quer dor no pescoço ou de coluna. Tente intercalar tempo digitando sessões com outras tarefas, tais como leitura, desenho, cálculo, pensar, ou fazer uma pesquisa.

25 de março de 2015

Método científico ou experimental: a base da pesquisa

Nos tempos antigos o homem tentou explicar fenômenos naturais, mas tudo se atribuía à ação das divindades, ou à bruxaria e magia.

Com Galileo Galilei (1564-1642), foi introduzido o método experimental (método científico): ele se baseia em uma primeira observação, seguida de um experimento, desenvolvido de forma controlada, para que nós possamos reproduzir o problema que se deseja investigar. O experimento visa validar ou refutar a hipótese de que o cientista formulou, que visa explicar os mecanismos de funcionamento de determinado evento.
Texto científico precisa de revisão especializada. Senão, pode haver contaminação.
Pasteur usou o método científico para
provar a relação entre o Bacillus
Anthracis
e o carbúnculo em ovelhas.
No primeiro caso (validação da hipótese) prossegue-se com a execução de grande número de experimentos, para que os resultados obtidos sejam confiáveis (análise estatística): os dados coletados são processados e em seguida, formula-se uma teoria: ela é usada, muitas vezes em conjunto com outras teorias para a formulação de uma lei. A teoria supõe a causa ou causas de um fenômeno, enquanto a lei descreve um fenômeno que ocorre com alguma regularidade.
No segundo caso (rejeitar a hipótese) a hipótese é modificada e submetida a novas experiências.
O método científico baseia-se em alguns pressupostos, tais como o que se observou no ambiente: eventos têm causas identificáveis e específicas, existem padrões que podem ser usados para descrever o que acontece na natureza, se um evento ocorre com alguma frequência, tem na base a mesma causa; o que uma pessoa percebe, pode ser percebido do mesmo modo por outros, as mesmas leis fundamentais da natureza se aplicam universal e independentemente de onde e quando ocorrerem determinados eventos, bastando que as condições variáveis seja reproduzidas.

Revisão e formatação de teses e dissertações há mais de quinze anos.

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