12 de março de 2016

Manual para Redação Acadêmica - o aplicativo

Conheçam nosso Manual para Redação Acadêmica, agora como aplicativos para AndroidFacebook e para iPhone.

Para ajudar na produção de textos científicos. 
Útil ao estudante ou pesquisador.
Disponível - de graça.
Visão do aplicativo na versão
para Android, nos celulares
e tablets que rodam o programa.
Há também versão iPhone.

O Manual da Keimelion é direcionado ao trabalho acadêmico: teses, dissertações, artigos científicos, TCCs, relatórios; ele contém as características gerais e requisitos de cada tipo de texto exigido aos autores. Há um capítulo sobre as Referências e Bibliografia, onde esmiuçamos as formas de apresentar as fontes pesquisadas. Depois, há um Quadro de Normas, em que são indicadas algumas das normas da fonte mais indicada no Brasil, a ABNT. Em seguida, entramos na parte linguística e gramatical: o capítulo Gramática e Estilo apresenta uma série de questões textuais formais; Cem Erros Comuns são listados para que os autores fujam deles; o Novo Acordo Ortográfico é discutido e as novidades que ele apresenta são apontadas. Na sequência, vêm algumas questões relativas à Revisão do Texto, para que os autores entendam como esse trabalho é feito e para que possam melhorar por si seus textos menos importantes. Um pequeno Glossário com terminologia ligada à redação acadêmica e ao ofício da revisão completa o aplicativo.

8 de março de 2016

Tendências linguísticas atuais que dão nos nervos

Existem modas e modismos em língua; nós, revisores de textos, somos muito atentos a esses fenômenos ocasionais no idioma; em alguns casos, os aceitamos, noutros, sugerimos modificações.

Quanto a tais tendências, que costumam não passar de modismos, todo revisor de textos tem suas idiossincrasias (ou manias mesmo), mas, em algumas delas, nós somos unânimes. Para cada gênero textual, cabem algumas considerações que não cabem, necessariamente, a todo tipo de escrito: no texto estritamente formal, como as teses e dissertações, quase nunca cabem as novidades da língua.
Nesta postagem, vão algumas observações de nosso colega Percival de Carvalho que revisa (ou coloca vírgulas - como ele mesmo diz) na Agência W3. Obrigado a ele por nos emprestar suas observações e sua experiência com textos.

Passamos a dialogar com Percival:
Os autores recebem influência de tudo que ouvem e veem.
Os textos que produzimos
recebem as influências de
todo tipo de mídia.


– Passou-se a usar, sempre que possível, o sufixo diminutivo “-zinho”, evitando-se a todo custo a forma “-inho”. Agora é “cadernozinho”, não “caderninho”; é “tabelazinha”, não “tabelinha”; é “talcozinho” (“tal cuzinho”?), não “talquinho”.
Caso encontremos esse tipo de construção em textos formais, para o qual não haja alguma justificativa plausível, optamos por sugerir a forma mais curta ou eufônica (que soe melhor).
– Depois de quase todos os mais castiços e modelares escritores de língua portuguesa usarem a torto e a direito as contrações “num” e “dum” (com as variantes flexionais: “numa”, “duma”, “dumas”, etc.), em algum ponto indetectado da nossa história, elas se tornaram feias, desleixadas, muito coloquiais, execráveis. Agora, cidadãos de bom gosto, educação e formação empregam obrigatoriamente as formas não contraídas (“em um”, “de um”).
Na Keimelion, procuramos sempre sugerir uma redação moderna e fluente aos textos de nossos clientes, com coerência nas construções entre os diversos segmentos equivalentes do mesmo texto – a regra de ouro é a uniformidade, segundo a construção preferida pelo autor.

3 de fevereiro de 2016

A escolha do orientador para a tese ou dissertação


Existem alguns prós e contras a se ter em mente ao escolher alguém importante para orientar sua tese de doutoramento ou a dissertação de mestrado. E existem muitos contras em se escolher alguém com má fama.

Discute-se sobre a qualidade, rigor, ética e preparação dos estudantes de pós graduação. Eles são monitorados, medidos e ridicularizado por seu despreparo ou pelo lento progresso para a conclusão do trabalho final, tese ou dissertação. Mas as inconsistências e problemas com os orientadores e as orientações que eles fazem costumam ser esquecidas nas críticas.
Os orientadores acadêmicos e os revisores de textos são figuras importantes na elaboração da tese.
O estudante escolhem o programa de
pós-graduação que lhe interesse e
deve escolher com rigor o
orientador adequado.
Os piores orientadores compartilham três características imperdoáveis:
  • Não leem o texto dos alunos antes de os discutir;
  • Nunca se reúnem com o orientando;
  • São egoístas, egocêntricos, obcecado com a carreira.

Faça sua pesquisa. Faça perguntas. Use as questões seguintes para ajudar sua decisão:

2 de fevereiro de 2016

Revisão e normalização de texto acadêmico: erros e errata

Os critérios e procedimentos de padronização – definidos como o conjunto de decisões e de procedimentos para unificar o estilo de um texto – são fundamentais para que os artigos científicos, dissertações e teses de um ou vários autores, de diferentes temas, objetos ou graus acadêmicos, possam se tornar uniformes em sua apresentação ou na publicação em periódico ou livro.

Erros e errata são obstáculos linguísticos e gráficos à cognição de artigos, dissertações e nas teses.

Todo texto manuscrito passará pelo revisor antes de ir ao público.
A revisão de textos é a batalha
editorial contra erros e erratas.
O título alude para o erros e errata colocando em pauta não só as especificidades que envolvem os vários tipos de revisão, vale dizer, da revisão primária à revisão de provas (ou revisão primária à revisão final – dependendo da terminologia adotada), também se refere ao papel dos revisores em relação ao texto científica acadêmico –artigo científica, paper de congresso, dissertação ou tese.
O texto acadêmico é espaço comunicacional interativo e cognitivo em o que o especialista se envolve em diálogo formal com especialistas em sua disciplina – o pelo qual faz divulgação de conhecimento científico para terceiros. Como em qualquer publicação, também nestes gêneros acadêmicos a revisão linguística é de crucial importância.
O erro é definido como deslocamento do padrão linguístico prescrito pela gramática normativa alçada a instrumento de identificação dos fenômenos de fala e da escrita e dotada de múnus compulsório. Pelo contrário, em perspectiva sincrônica e não prescritiva de linguagem, o erro é considerado como um deslocamento do padrão atual que deve ser erradicado porque pode condenar um texto á ininteligibilidade.

Revisão e formatação de teses e dissertações há mais de quinze anos.

Informações de preços, serviços e condições.
São Paulo: +55 (11) 3042-2403 Rio de Janeiro: +55 (21) 3942-2403 Belo Horizonte: +55 (31) 3889-2425
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